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sexta-feira, 23/01/2026

Grupo que defende direitos dos autistas critica fala de Trump

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A Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil) divulgou uma nota oficial contra uma declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trump afirmou, sem apresentar nenhuma pesquisa, que o uso de remédios com paracetamol pelas grávidas pode causar autismo nas crianças.

O vice-presidente da Autistas Brasil, Arthur Ataide Ferreira Garcia, destacou que não existe até agora nenhum estudo confiável que prove essa ligação entre o medicamento e o autismo.

Para Garcia, essa declaração de Donald Trump é uma tentativa de fazer parecer que o autismo é um problema que deve ser combatido, o que é uma visão prejudicial e discriminatória.

A Organização Mundial da Saúde e agências de saúde da União Europeia e do Reino Unido também negaram a afirmação feita por Trump.

Segundo o Ministério da Saúde, o transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição do desenvolvimento do cérebro que afeta a comunicação, interação social e comportamento, podendo incluir interesses e atividades específicas e repetitivas.

O Estatuto da Pessoa com Deficiência, pela Lei nº 13.146/2015, reconhece o autismo como uma deficiência. A Lei 12.764/2012 criou uma política nacional para proteger os direitos das pessoas com autismo.

Informações fornecidas pela Agência Brasil.

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