Uma mulher grávida foi presa na madrugada de quinta-feira (1º) durante a festa de Réveillon na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ela carregava 29 celulares, uma câmera fotográfica profissional e uma carteira.
Segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), que atuou junto com a Guarda Municipal, a suspeita foi levada para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat). A Polícia Civil confirmou que a mulher foi ouvida e presa em flagrante por furto. O caso seguirá na Justiça.
Por volta das 3h, agentes que estavam na avenida Atlântica, perto do Copacabana Palace, notaram uma movimentação intensa com gritos. Ao chegarem no local, encontraram a mulher grávida com comportamento suspeito.
Na abordagem, foi descoberto que ela escondia os 29 celulares, a câmera e a carteira em três bolsas com fundos falsos, todas enroladas em papel alumínio. Isso pode ter sido para bloquear sinal dos aparelhos.
Ela foi levada para a delegacia com cinco possíveis vítimas estrangeiras, de origem polonesa e peruana.
Segundo a Riotur, aproximadamente 2,6 milhões de pessoas comemoraram a chegada de 2026 nas areias de Copacabana, número maior que o do ano anterior.
A Polícia Militar do Rio informou que aconteceram três prisões na região, envolvendo casos de furto, violência contra mulher e agressão.
O esquema de segurança contou com cerca de 3.500 policiais militares, que fizeram bloqueios e revistas nas ruas que dão acesso à praia.
A tenente-coronel Claudia Moraes, porta-voz da PM, explicou que os policiais usavam detectores de metal e câmeras de reconhecimento facial para identificar pessoas com mandado de prisão em aberto, que seriam detidas imediatamente.
A PM também recolheu cerca de 200 objetos cortantes, como facas, canivetes e tesouras, número menor que no Réveillon do ano anterior, quando mais de 250 objetos foram apreendidos.

