O governo francês está tentando aprovar o orçamento para o ano de 2026 sem a necessidade do voto do Parlamento. Essa iniciativa tem gerado debates intensos em todo o país, pois representa uma mudança significativa no processo legislativo tradicional.
Autoridades do executivo argumentam que a medida é necessária para garantir maior agilidade na aprovação de recursos e investimentos importantes para o desenvolvimento econômico e social da França. Por outro lado, críticos afirmam que o procedimento pode enfraquecer o papel do Parlamento e comprometer a transparência das decisões públicas.
Especialistas em direito constitucional e representantes de diversos partidos políticos acompanham de perto a tramitação dessa proposta, que promete ser um dos temas centrais nas discussões políticas dos próximos meses.
