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Google vai descontinuar dois smartphones da linha Pixel

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Aparelhos Pixel 3A e 3A XL não serão mais comercializados pela empresa de Mountain View, que irá focar nas vendas do Pixel 4

MOUNTAIN VIEW, CALIFORNIA – MAY 07: The new Google Pixel 3a is displayed during the 2019 Google I/O conference at Shoreline Amphitheatre on May 07, 2019 in Mountain View, California. Google CEO Sundar Pichai delivered the opening keynote to kick off the annual Google I/O Conference that runs through May 8. (Photo by Justin Sullivan/Getty Images) (Justin Sullivan / Equipe/Getty Images)

O Google anunciou nesta quarta-feira (1) que vai descontinuar os smartphones Pixel 3A e 3A XL. Não comercializados no Brasil, tal como os demais celulares da empresa, os dois modelos tinham preços mais acessíveis em relação aos outros aparelhos da linha.

O plano por trás da descontinuidade pode ser impulsionar a venda do Pixel 4. Lançado em outubro de 2019, este é o principal smartphone do Google. Ele conta com processador Snapdragon 730, tela de 5,81 polegadas com display em resolução de 2340 x 1080 pixels e câmeras frontal e traseira de 12,2 e 8 megapixels, respectivamente.

Rumores recentes apontam que a companhia de Mountain View pretende ainda lançar uma versão mais simples do aparelho, chamada de 4A. Vídeos do aparelho sendo testado foram divulgados na internet, mas o Google ainda não confirmou oficialmente seus planos neste sentido.

Para quem ainda estiver interessado em adquirir os modelos descontinuados, o Google informou o site Android Police que os aparelhos ainda podem ser adquiridos em parceiros comerciais da empresa. Foi possível encontrar unidades disponíveis para venda em sites de grandes varejistas americanas, como a Amazon, por exemplo.

O Google não especifica em seus balanços financeiros o quanto fatura somente com a linha de celulares. Os aparelhos são classificados no segmento “Outros”, que engloba ainda a receita obtida com a loja de aplicativos Play Store e a venda de dispositivos como os smart speakers Google Home e Nest Hub.

Em números, a cifra registrada no primeiro trimestre deste ano neste segmento foi de 4,4 bilhões de dólares – alta de 22% em relação ao mesmo período de 2019. A receita total da Alphabet, controladora do Google, no trimestre foi de 41,2 bilhões de dólares, 13% a mais do que o registrado nos primeiros três meses do ano passado.

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Auxílio nos EUA e PIB da Europa contrastam com euforia das “big techs”

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Alphabet, Amazon, Apple e Facebook chegaram a 5 trilhões de dólares de valor de mercado em meio a uma recessão recorde na Europa e nos Estados Unidos

AS “BIG FOUR”: forte alta após o fechamento do pregão de ontem contrasta com os números ruins na economia (File Photos/Reuters)

A dicotomia entre a dura realidade econômica e a exuberância do mercado financeiro volta a ficar marcada nesta sexta-feira. Hoje termina um auxílio emergencial semanal de 600 dólares que os Estados Unidos vêm pagando a 20 milhões de cidadãos para atenuar as consequências da crise do novo coronavírus.

O Congresso e a Casa Branca não conseguem se entender sobre uma extensão dos pagamentos. O partido democrata defende a continuidade dos pagamentos até 2021, o que demandaria um pacote extra de 3,4 trilhões de dólares. Mas os republicanos, preocupados com o déficit galopante do país, defendem reduzir os pagamentos para 200 dólares semanais.

O debate será feito um dia depois de os EUA anunciarem a maior queda trimestral do PIB em sua história, de 32,9%. Também ontem o grupo das quatro maiores empresas de tecnologia do país — Alphabet, Amazon, Apple e Facebook — divulgaram resultados trimestrais históricos, turbinando o desempenho de suas ações após o fechamento do pregão de ontem. As companhias devem começar a sexta-feira em forte alta na bolsa, confirmando os cálculos de que seu valor de mercado conjunto passe dos 5 trilhões de dólares pela primeira vez na história.

Os investidores seguem confiantes que as empresas serão cada vez mais dominantes num mundo pós-pandemia, apesar da crescente pressão dos reguladores americanos (esta semanas os presidentes das quatro empresas precisaram depor ao Congresso). O problema, para os investidores e para as companhias, é que a confiança parte do pressuposto que a recuperação econômica será rápida.

Nesta sexta-feira, a Zona do Euro anunciou uma queda histórica de 12,1% do PIB na comparação com o primeiro trimestre, confirmando que a região vive a recessão mais profunda de sua história. Apesar disso, as bolsas europeias abriram em alta — o índice Stoxx 600 subia 0,6% até as 7h de Brasília. Entre o presente aterrador e a esperança na retomada, os investidores seguem preferindo mirar a segunda opção.

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Google muda forma de exibir anúncios e vai bloquear cookies de terceiros

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Com os novos recursos, a empresa busca dar mais transparência para os anúncios exibidos em suas plataformas e redes de anunciantes

Google Chrome: navegador agorá impedirá suporte a cookies de terceiros (Thomas Trutschel / Colaborador/Getty Images)

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Spotify tem alta nos assinantes, mas receita vinda de anúncios despenca

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Enquanto os usuários ativos mensais aumentaram 29% para 299 milhões, a receita de anúncios caiu 21% no segundo trimestre

Spotify: Spotify, que lidera o mercado de streaming de música, à frente de rivais como Apple e Amazon, gera receita com assinaturas pagas e exibe anúncios para usuários gratuitos (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

O Spotify Technology divulgou receita trimestral abaixo das expectativas nesta quarta-feira e previu que o atual trimestre será moderado, devido principalmente ao declínio nos anúncios, já que a pandemia de Covid-19 afastou os anunciantes.

Os resultados ofuscaram uma recuperação na demanda por streaming de música, à medida que mais usuários se inscreveram em seus serviços e o número de assinantes pagos alcançou 138 milhões, acima das estimativas de Wall Street de 136,4 milhões.

O Spotify, que lidera o mercado de streaming de música, à frente de rivais como Apple e Amazon, gera receita com assinaturas pagas e exibe anúncios para usuários gratuitos.

Enquanto os usuários ativos mensais aumentaram 29% para 299 milhões, a receita de anúncios caiu 21% no segundo trimestre.

O vice-presidente financeiro Paul Vogel disse à Reuters em entrevista que, enquanto a publicidade estava melhorando no trimestre atual, havia uma “quantidade razoável de conservadorismo” no mercado. O Spotify espera um crescimento na receita de publicidade este ano, mas será “bastante mínimo”, disse ele.

O Spotify espera que o total de assinantes pagos atinja a faixa de 140-144 milhões no terceiro trimestre, ante expectativas de 141,4 milhões, segundo dados da Refinitiv.

A receita média por usuário (ARPU) no segundo trimestre foi de 4,41 euros, uma queda de 9% em relação ao ano anterior.

A receita total prevista do Spotify é 1,85 bilhões a 2,05 bilhões de euros no terceiro trimestre. Analistas esperam 2,01 bilhões de euros.

No trimestre encerrado em junho, a receita aumentou 13%, para 1,89 bilhão de euros, mas ficou abaixo das estimativas de analistas de 1,93 bilhão de euros.

O prejuízo líquido atribuível ao Spotify foi de 356 milhões de euros, ou 1,91 euro por ação, em comparação com 76 milhões de euros ou 0,42 euro no ano anterior. Os analistas esperavam uma perda de 0,45 euro.

 

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WhatsApp testa ferramenta para silenciar grupos para sempre

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Atualmente, o aplicativo só permite silenciar os grupos por oito horas, uma semana ou um ano

BERLIN, GERMANY – FEBRUARY 25: The Logo of instant messaging service WhatsApp is displayed on a smartphone on February 25, 2018 in Berlin, Germany. (Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images) (Thomas Trutschel/Getty Images)

Um belo dia o leitor acorda e vê que seus amigos lhe colocaram em um grupo do WhatsApp com mais de 15 pessoas. Entre uma conversa e outra, o total de mensagens chega a algo em torno de 1.000 — e as notificações pipocam em seu celular, enchendo a tela  de coisas que a pessoa, muitas vezes, nem queria saber. A saída é silenciar o grupo por um ano, uma semana, ou oito horas — graças a uma ferramenta do WhatsApp. Mas, passado o tempo, as notificações voltam e a pessoa provavelmente pensa: mas e se fosse possível silenciar os grupos para sempre?

Se o leitor faz parte do grupo de pessoas que gosta de silenciar todos os grupos (e na pandemia do novo coronavírus, a quantidade se tornou ainda maior), uma boa notícia pode estar a caminho. Segundo o site WABetaInfo, especializado em notícias sobre o app de mensagens do Facebook, a opção de silenciar grupos para sempre está sendo testada pela empresa.

A ferramenta foi encontrada em uma versão beta do aplicativo na mais nova atualização do Android. A imagem divulgada pelo site mostra que as opções de “um ano” foram substituídas por “para sempre”. As opções de oito horas e uma semana seguem presentes.

Ainda não se sabe quando a atualização do WhatsApp estará disponível — mas ela poupará os esforços para participar de uma discussão pelo “zap”.

 (WABetainfo/Reprodução)

 

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Facebook encara críticas, boicote e revés nos pagamentos via WhatsApp

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A rede social de Mark Zuckerberg divulga nesta quinta-feira os resultados financeiros do segundo trimestre

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Instagram teria oferecido dinheiro para criadores saírem do TikTok

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A ideia do aplicativo do Facebook é oferecer algumas centenas de dólares como incentivo, diz Wall Street Journal

Instagram: app teria oferecido dinheiro para criadores de conteúdo saírem do TikTok (Instagram/Reprodução)

A briga entre o chinês TikTok e os aplicativos americanos ficou ainda mais acirrada. Isso porque, segundo o jornal americano Wall Street Journal, o Instagram teria oferecido dinheiro para os principais produtores de conteúdo do TikTok migrarem para o “Reels“, ferramenta muito semelhante ao formato do outro aplicativo, com vídeos curtos e transições de imagens.

O “Reels” ainda não está disponível em todos os países e começou a ser testado primeiro no Brasil, na França, na Alemanha e na Índia. A ideia do aplicativo do Facebook é oferecer algumas centenas de dólares como incentivo para que os criadores de conteúdo comecem a utilizar a ferramenta quando ela for lançada nos Estados Unidos, em agosto.

O WSJ não menciona quais são os criadores que o Facebook teria abordado.

O Instagram tem cerca de 1 bilhão de usuários no mundo, segundo a consultoria de dados alemã Statista, enquanto o seu rival TikTok tem em torno de 800 milhões, mas foi o terceiro aplicativo mais baixado no ano passado. A popularidade do TikTok, no entanto, está ameaçada em meio a proibições na Índia e ameaças dos Estados Unidos e acusações sobre o repasse de dados dos usuários ao governo chinês.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

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