Uma mulher experiente e corajosa em aplicar golpes utilizou edifícios de alto padrão no Plano Piloto, em Brasília, como cenário para um esquema fraudulento que causou perdas financeiras e revolta. Focando em prédios localizados em áreas valorizadas, especialmente na Asa Sul, a golpista se aproveitava do desejo das pessoas de adquirir um novo imóvel para aplicar fraudes que pareciam inteiramente legítimas.
O procedimento era sempre similar e meticulosamente planejado. A mulher se apresentava como corretora de imóveis, mostrava documentos e utilizava fotos e o nome de uma profissional real do mercado imobiliário, que não tinha conhecimento algum do golpe.
Para aumentar a veracidade do esquema, a corretora falsa exibia uma carteira profissional em nome de outra pessoa e levava interessados até prédios residenciais onde havia supostas unidades para aluguel.

