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GDF testa pista de concreto e obra da Hélio Prates avança

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Nos próximos dias está previsto o início da pavimentação das faixas para ônibus

A primeira etapa das obras de requalificação da Avenida Hélio Prates segue a todo vapor. Com os serviços de terraplanagem da via principal e dos estacionamentos em andamento, o GDF vai iniciar nos próximos dias a pavimentação de concreto rígido da faixa exclusiva para ônibus.

O pavimento de concreto terá 25 cm de espessura na faixa dos ônibus e 18 cm no resto da Hélio Prates | Foto: Secretaria de Obras

Na última sexta-feira (27), foi realizado o teste de pavimentação em um trecho da via. “Foram colocadas quatro placas de concreto com 25 cm de espessura. O material foi coletado, será analisado em laboratório e, caso tudo esteja dentro das exigências, o serviço deve começar pra valer na próxima semana”, explicou Luciano Carvalho, secretário de obras do GDF.

Os serviços se concentram na QNN 17 e 18. Para os próximos dias, também está previsto o início da pavimentação em concreto da via marginal com 18 cm de espessura e a colocação do piso intertravado nos estacionamentos. Os serviços no canteiro central da via serão realizados apenas na quarta etapa da requalificação.

Confira o que está em andamento na Avenida Hélio Prates:

Via Principal:

• Terraplenagem (tratamento do subleito com altura até 20cm);
• Terraplenagem (sub-base com um concreto compactado chamado (CCR);
• Pavimentação rígida de concreto

Novo Estacionamento com piso intertravado:

• Terraplenagem (tratamento de subleito com altura de 20cm)
• Terraplanagem (sub-base com brita graduada simples).

*Com informações da Secretaria de Obras

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Primavera começa nesta quarta (22) com promessa de chuva no DF e cidade mais florida

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A primavera chega nesta quarta-feira (22), às16h21. A estação é conhecida por deixar a cidade mais florida e colorida devido a transição do período seco para o chuvoso. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é que as primeiras chuvas venham até o fim da semana.

Com isso, aos poucos, Brasília vai ganhar dias mais frescos, com melhora nas condições do ar. A primavera aumenta a umidade e favorece o surgimento de pancadas de chuva no final da tarde.

Outro atrativo, são as flores. A estação é conhecida pelo colorido porque, nessa época do ano, a maioria das plantas está florindo.

“Não significa que são todas. A gente precisa lembrar que tem plantas que vão florescer em certas estações do ano, como tem o ipê, que floresce no inverno”, aponta o biólogo Matheus Ferreira.

Ele diz que a primavera é o momento de fazer as podas “drásticas” e tirar mudas das plantas para dar de presente, vender, ou mesmo colocar em outra parte do jardim.

“É o momento em que as plantas estão quase saindo de uma hibernação. Durante o inverno elas estão descansando e, agora, com a chegada da primavera, elas voltam a ganhar vida”, diz Matheus.

Cidade colorida e trégua no calor

Nesta terça-feira (21), o Distrito Federal teve o dia mais quente de 2021. Os termômetros marcaram 37,1°C na estação do Inmet na região de Águas Emendadas, em Planaltina.

A umidade do ar ficou em 12%. O recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é 60%.

Segundo a meteorologista Andrea Ramos, do Inmet, as cidades ficam mais coloridas pela natureza durante a estação por causa das chuvas mais constantes e uniformes, ainda que em áreas isoladas. A média climatológica em setembro fica em torno de 46,6 milímetros. Para outubro, são esperados 160 milímetros.

“Em termos de clima, o que a gente tem, é que esse bloqueio que é constante no nosso inverno, ele perde força. E começa a estabelecer um canal de umidade que vem da Amazônia e favorece as chuvas”, diz a meteorologista.

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Governador Ibaneis planeja iniciar vacinação de 12 anos ainda nesta semana

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Durante solenidade na Casa Civil, o chefe do executivo local criticou a decisão tomada pelo Ministério da Saúde ao suspender a imunização de adolescentes

Fotos: Camila Batista / Semsa(Fotos Públicas)

Durante solenidade na Casa Civil, na manhã desta terça-feira (21/9), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), criticou decisão tomada pelo Ministério da Saúde, na última semana, ao suspender a imunização de adolescentes. O chefe do executivo local disse que planeja ampliar o público alvo da campanha de imunização contra a covid-19 no DF. A ideia é que, até o final da semana, com a chegada de novas doses, os adolescentes de 12 anos comecem a ser contemplados com a primeira dose.

“Estamos avançando, hoje, na vacinação das pessoas de 13 anos e iniciando a vacinação daqueles idosos que estão em asilos no DF. A gente espera, mais pro final da semana, chegando mais doses, vacinar o público de 12 anos e avançar na vacinação das pessoas com antecipação da dose que estava prevista até o dia 27 de outubro, antecipando para agora, para que tenhamos a imunização completa de todo o DF”, disse Ibaneis.

Para o chefe do executivo, a nota do Ministério da Saúde enviada às unidades da Federação e municípios, na noite da última quarta-feira (15/9), não teve embasamento. O texto orientava a suspensão do atendimento ao público adolescente sem comorbidades. “A posição do Ministério (da Saúde) não veio amparada de estudos técnicos. A Sociedade Brasileira de Infectologia, e a própria Anvisa, se posicionaram favoravelmente à continuidade da vacinação, e nós seguimos essa recomendação”, ressaltou.

Liberações

Ibaneis Rocha comentou, ainda, sobre a decisão divulgada na manhã desta terça-feira (21/9), que libera shows no DF. De acordo com o chefe do executivo local, as regras são aquelas já divulgadas. “A vacinação (completa), ou apresentação do teste PCR, 50% de público e manter o distanciamento. Não poderá haver shows com pistas de danças ou coisas do tipo. Deverá ser aqueles em que as pessoas fiquem sentadas em ambientes que mantenham o distanciamento”, disse.

A decisão foi condicionada à ampliação dos hospitais de campanha na capital federal. “São aqueles hospitais que estavam no Tribunal de Contas da União (TCU). Foi feita a resposta ao tribunal, a gente aguarda a liberação pra contratação de leitos porque nós temos que caminhar com segurança para que a população tenha um retorno à vida dentro da normalidade, sem colocar em risco a saúde”, disse.

O governador explicou que a decisão visa a volta da normalidade na capital federal. “O motivo dessa medida é porque precisamos, de algum modo, principalmente agora, com a vacinação, tentar retomar a normalidade. É uma medida que já vem sendo tomada em outros estados, e que eu entendo que, pelo momento do DF, em que temos uma quantidade de leitos razoável, e um elevado número de pessoas vacinadas, que podemos avançar um pouco mais no sentido da normalidade”, afirmou.

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Brasil quer atrair mais investimentos privados, diz presidente na ONU

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Bolsonaro disse que é contra adoção do passaporte da vacinação

Presidente Jair Bolsonaro. (Antonio Cruz/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje (22), ao abrir a sessão de debates da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que o Brasil está trabalhando na atração de investimentos da iniciativa privada e que possui “tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo”.

O presidente Bolsonaro disse que o país está promovendo o modal ferroviário e outras ações dentro do seu programa de parceria de investimentos, e que já foram firmados mais de US$ 6 bilhões em contratos privados para novas ferrovias. O presidente lembrou que em agosto o governo também instituiu um novo marco legal para o setor, permitindo que a construção de novas ferrovias seja feita por meio de uma autorização simplificada.

“Em poucos dias, recebemos 14 requerimentos de autorizações para novas ferrovias com quase US$ 15 bilhões de investimentos privados”, disse. “Como reflexo, menor consumo de combustíveis fósseis e redução do custo Brasil, em especial no barateamento da produção de alimentos”, complementou Bolsonaro.

Por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), segundo o presidente, já foram contratados US$ 100 bilhões de novos investimentos e arrecadados US$ 23 bilhões em outorgas. Para os próximos dias, o governo também vai realizar o leilão para implementação da tecnologia 5G no Brasil, disse o presidente.

Durante seu discurso, o presidente reafirmou o compromisso firmado na Cúpula de Líderes sobre o Clima, em abril, de alcançar, até 2050, a neutralidade zero de emissões de gases de efeito estufa no país, antecipando em dez anos a sinalização anterior, prevista no Acordo de Paris.

Os artigos 5º e 6º do Acordo de Paris, firmado em 2015, tratam sobre os procedimentos financeiros para alcançar a redução das emissões, tema que deverá ser debatido na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP26, que será realizada em novembro em Glasgow, na Escócia.

No evento, o Brasil quer buscar consenso sobre as regras do mercado de crédito de carbono global, o que deve atrair mais investimento para o país. “Esperamos que os países industrializados cumpram efetivamente seus compromissos com o financiamento de clima em volumes relevantes. O futuro do emprego verde está no Brasil: energia renovável, agricultura sustentável, indústria de baixa emissão, saneamento básico, tratamento de resíduos e turismo”, disse.

Covid-19

Ainda em meio à pandemia da covid-19, esta edição da Assembleia Geral da ONU é realizada de forma híbrida, com declarações presenciais e por vídeo. No ano passado, o evento foi totalmente virtual. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a fazer um pronunciamento e o presidente Jair Bolsonaro optou em ir pessoalmente a Nova York.

Ele lamentou as mortes por covid-19 e disse que o governo vai vacinar “todos que escolheram ser vacinados no Brasil” até novembro. O presidente se manifestou contra o passaporte da vacinação, que cobra imunização dos cidadãos para acesso a serviços. “Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina”, disse.

Durante seu discurso nas Nações Unidas, Bolsonaro também disse que o governo brasileiro apoia “a autonomia do médico na busca do tratamento precoce”. “Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso off-label”, disse.

O medicamento chamado off-label é aquele prescrito pelo médico que diverge das indicações da bula. Desde o início da pandemia, no ano passado, o presidente defende o uso dessas medicações como, por exemplo, a hidroxicloroquina, que não tem eficácia científica comprovada contra a covid-19, mas pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente.

“Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial. A história e a ciência saberão responsabilizar a todos”, complementou.

Em sua fala, o presidente também destacou a atuação brasileira no campo humanitário e no combate à pandemia; às mudanças que seu governo está promovendo no país e o retorno do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU. No biênio 2022-2023, o Brasil ocupará um assento não permanente na entidade. Agência Brasil

Leia a íntegra do discurso.

 

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Veja onde se vacinar contra Covid-19 nesta segunda-feira no DF

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Pontos de vacinação

 

 

 

Pontos de vacinação contra influenza:

 

 

Vacinação de rotina:

 

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Greve do Metrô-DF completa 5 meses, com trens lotados e problemas de manutenção; não há prazo para acabar

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Dissídio coletivo é analisado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-10). Sindicato diz que sofre corte de benefícios; empresa afirma que aguarda decisão da Justiça.

Vagão do metrô lotado no Distrito Federal — Foto: Arquivo pessoal

A greve dos servidores da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) completou cinco meses neste domingo (19). Essa é a paralisação mais longa registrada pela empresa e segue sem previsão para acabar.

Com o serviço reduzido, apenas 80% da frota circula em horário de pico, e 60% em horários de menor movimento. Como consequência, há problemas de manutenção e, na noite do dia 13 de setembro, um trem descarrilou.

Passageiros também enfrentam trens lotados em meio à pandemia de Covid-19 (veja mais abaixo). Na manhã desta segunda-feira (20), o sistema de recarga dos cartões de passagem estava fora do ar. Na estação de Ceilândia Centro, o problema gerou filas, já que apenas uma catraca ficou liberada para os usuários.

Em 17 de maio, a empresa e o Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô) se reuniram em audiência de conciliação, entretanto, o encontro terminou sem acordo. Agora, o dissídio coletivo está em análise no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-10), mas segue sem prazo para conclusão.

Entre as pautas da categoria estão a retomada do auxílio-alimentação, de R$ 1,2 mil, do plano de saúde do servidores e “o cumprimento da decisão judicial de 2019”. O Metrô-DF diz que aguarda decisão da Justiça (veja mais abaixo).

Em nota, o TRT-10 informou que o processo retornou da análise do Ministério Público do Trabalho (MPT) na última quinta-feira (16), que considerou o pleito legal, e que, agora, é avaliado pelo desembargador Alexandre Nery. A Justiça não deu prazos para o julgamento.

Impasse

 

Fila de passageiros em estação do Metrô do DF após problema no sistema de bilhetagem — Foto: TV Globo/Reprodução

Fila de passageiros em estação do Metrô do DF após problema no sistema de bilhetagem — Foto: TV Globo/Reprodução

A diretora do Sindmetrô-DF, Meiry Rodrigues, disse que todas as tentativas de acordo com a empresa “foram frustradas”. De acordo com ela, a categoria sofre com cortes de benefícios.

“Não conseguimos manter nossos direitos. Tudo já estava no orçamento. Esperamos que a Justiça seja feita”, afirmou.

Em nota, o Metrô-DF informou que os benefícios dos metroviários constam em todas as propostas de acordo coletivo que foram levados à categoria, inclusive mantendo valores. Ainda segundo a empresa, apenas a 13ª parcela do auxílio-alimentação não foi contemplado, por ser considerada ilegal por uma auditoria.

A empresa disse ainda que também houve “impasse” no pagamento do valor da gratificação da quebra de caixa. A companhia comentou que sugeriu o fim da greve para que as cláusulas divergentes fossem discutidas na Justiça, proposta que não foi aceita. “O Metrô-DF aguarda agora o julgamento do dissídio pelo TRT”.

Falhas e lotação

 

Sistema de recarga de cartões de passagem fica fora do ar no Metrô-DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Sistema de recarga de cartões de passagem fica fora do ar no Metrô-DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Esta é a greve mais longa da história do Metrô-DF. Com a frota reduzida (veja funcionamento abaixo), trens lotados, problemas de manutenção e demora para circulação dos trens foram registrados nas estações da capital.

Na semana passada, um trem do metrô descarrilou durante à noite, entre as estações Galeria e Central, na Rodoviária do Plano Piloto. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Trem que descarrilou em estação do metrô do Distrito Federal — Foto: Reprodução

Trem que descarrilou em estação do metrô do Distrito Federal — Foto: Reprodução

Além disso, imagens de trens lotados se tornaram comuns durante a greve (veja foto abaixo). Evitar aglomerações, no entanto, é uma medida de combate ao novo coronavírus.

Imagem de trem do metrô lotado em Brasília — Foto: Arquivo pessoal

Imagem de trem do metrô lotado em Brasília — Foto: Arquivo pessoal

Com a paralisação, os trens funcionam da seguinte forma:

  • Dias úteis
    Das 6h às 8h45 e das 16h45 às 19h30: 19 trens
    Das 8h45 às 16h45: nove trens
    Das 19h15 às 23h30: cinco trens
  • Sábados
    Das 6h às 9h45 e das 17h às 19h15: 12 trens
    Das 9h45 às 17h: sete trens
    Das 19h15 às 23h30: cinco trens
  • Domingos e feriados
    Das 7h às 19h: cinco trens

Greve mais longa

Antes desta paralisação dos metroviários no DF,a greve mais longa da categoria em Brasília tinha durado 77 dias, com fim em julho de 2019, por determinação do TRT-10. À época, o Metrô calculou um prejuízo de R$ 8,8 milhões por conta da suspensão do serviço.

Para os desembargadores que julgaram o processo, parte das reivindicações da categoria já estava sendo atendida naquele período, como o pedido para oficializar a jornada de trabalho dos pilotos em 30 horas semanais.

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Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

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Recursos também podem ser transferidos para conta corrente

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (20), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 31 de agosto.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Para a retirada do dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora.

Agora, os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem o pagamento de tarifas, e ainda podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e contas, como água e telefone, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br .

Calendário de pagamento da quinta parcela do auxilio emergencial de 2021

Calendário de pagamento da quinta parcela do auxilio emergencial de 2021 – Fonte: Ministério da Cidadania Regras

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o pagamento do auxílio em 2021.

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