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segunda-feira, 23/02/2026

Gdf planta 300 mudas para recuperar área em Sobradinho

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A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), em cooperação com a Associação SOS Ribeirão Sobradinho, plantou 300 mudas de árvores típicas do Cerrado no Parque Ecológico Canela de Ema, em Sobradinho, no último sábado, dia 21.

Essa ação envolveu a comunidade local e busca restaurar o ambiente natural e proteger as nascentes da bacia do Ribeirão Sobradinho. Antes do plantio, um grupo de voluntários realizou a limpeza da área no Jardim do Refúgio, no Canela de Ema, no dia 7 de fevereiro, para preparar o solo para as mudas.

Essas ações fazem parte do projeto Viveiro Educativo, criado pelo Termo de Fomento MROSC nº 03/2025, que também promove educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e incentiva a população a cuidar da bacia do Ribeirão Sobradinho.

Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente, explicou que o Viveiro Educativo combina educação ambiental e restauração ecológica, aumentando o cuidado com os recursos hídricos e ampliando a participação da comunidade na conservação local.

Luciano Miguel, subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, ressaltou o trabalho técnico das equipes: “A cooperação entre os setores técnicos avança a recuperação ambiental e fortalece as ações de gestão de água e resíduos sólidos, focando na sustentabilidade e participação social.”

Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal, destacou a importância da parceria entre poder público e moradores: “Este projeto é fundamental para proteger o meio ambiente, garantindo sustentabilidade e melhor qualidade de vida para hoje e para o futuro.”

O Parque Ecológico Canela de Ema está localizado entre Sobradinho II e o Setor de Condomínios, possui lagoa, áreas úmidas e cerrado de altitude com formações características como campos de murundus e buritizais, servindo de abrigo para diversas espécies do Cerrado.

Além das ações de plantio e limpeza, o projeto inclui a realização de seminários e oficinas educativas para fortalecer o diálogo com a comunidade e incentivar cuidados permanentes com o território.

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