França expressou desaprovação em relação ao exame de feminilidade aplicado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), qualificando-o como um passo para trás nas questões de gênero.
Esse teste, que visa verificar a elegibilidade das atletas femininas, tem gerado controvérsias ao ser considerado por muitos como uma prática discriminatória e desatualizada. Organizações defensoras dos direitos humanos alertam que tais procedimentos podem estigmatizar e prejudicar as competidoras, além de levantar dúvidas sobre privacidade e respeito.
A crítica de França destaca a necessidade de revisão dessas políticas para garantir igualdade e dignidade a todas as atletas, sem a imposição de normas que possam causar constrangimento ou exclusão.

