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Facebook encontra novas campanhas de desinformação e aparelhos para 2020 Torrent

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O Facebook afirmou ter encontrado e retirado quatro campanhas de desinformação apoiadas pelo Estado. CréditoCréditoJim Wilson / The New York Times

SAN FRANCISCO (Reuters) – O Facebook disse na segunda-feira que encontrou e retirou quatro campanhas de desinformação apoiadas pelo Estado , a mais recente de dezenas que a empresa identificou e removeu este ano.

Três das campanhas foram originadas no Irã e uma na Rússia, segundo o Facebook, com atores apoiados pelo Estado disfarçados de usuários genuínos. Seus posts visavam pessoas no norte da África, América Latina e Estados Unidos, informou a empresa.

Ao mesmo tempo, a rede social lançou várias novas iniciativas para reduzir a disseminação de informações falsas em seus serviços, incluindo um esforço para rotular claramente algumas postagens imprecisas que aparecem no site.

As medidas sugerem que, enquanto o Facebook amplia suas proteções antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2020, atores maliciosos que desejam moldar o discurso público não mostram sinais de que vão embora.

“As eleições mudaram significativamente desde 2016, mas o Facebook também mudou”, disse Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, em uma teleconferência. “Enfrentamos ataques cada vez mais sofisticados de estados-nação como Rússia, Irã e China, mas estou confiante de que estamos mais preparados.”

O Facebook, de longe a maior rede social do mundo, enfrenta uma enxurrada quase diária de críticas de candidatos à presidência americana, do público, da imprensa e de órgãos reguladores de todo o mundo, muitos dos quais argumentam que a empresa é incapaz de controlar adequadamente seu poder desproporcional.

Na semana passada, Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, defendeu a posição de sua empresa quanto à liberdade de expressão.

Na semana passada, Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, defendeu a posição de sua empresa quanto à liberdade de expressão. CréditoJustin T. Gellerson para The New York Times

A senadora Elizabeth Warren , líder da indicação presidencial democrata, acusou recentemente o Facebook de ser uma ” máquina de desinformação com fins lucrativos “. A Federal Trade Commission e o Departamento de Justiça estão conduzindo investigações sobre o poder de mercado do Facebook e o histórico de aquisições de tecnologia.O Facebook geralmente adota uma abordagem prática em relação aos usuários que compartilham informações falsas ou imprecisas no site. Na semana passada, Zuckerberg fez uma defesa sólida das políticas da empresa , incluindo a capacidade de usuários e políticos de publicar postagens imprecisas. Ele disse que o Facebook foi fundado para dar voz às pessoas.

No entanto, mesmo que o Facebook tenha defendido a liberdade de expressão, ele foi incapaz de conter a desinformação que as pessoas publicam em seu site. Na segunda-feira, a empresa disse que as campanhas de desinformação removidas incluíam conteúdo que abordava conflitos no Oriente Médio, conflitos raciais e postagens envolvendo Alexandria Ocasio-Cortez, uma congressista democrata de Nova York. Os postos cruzavam categorias e linhas ideológicas, aparentemente com nenhuma intenção específica além de fomentar a discórdia entre os cidadãos em vários países.

Zuckerberg disse que, nos últimos três anos, o Facebook se tornou mais capaz de procurar e remover redes de influência estrangeira, contando com uma equipe de ex-oficiais de inteligência, especialistas em forense digital e jornalistas investigativos. O Facebook tem mais de 35.000 pessoas trabalhando em suas iniciativas de segurança, com um orçamento anual que chega a bilhões de dólares.

Mas, como o Facebook aprimorou suas habilidades, seus adversários também, disse ele. Ele acrescentou que houve uma escalada de ataques sofisticados vindos do Irã e da China – além das campanhas iniciais de desinformação da Rússia em 2016 – sugerindo que a prática só se tornou mais popular nos últimos anos. Uma indústria caseira de empresas também surgiu, disse ele, vendendo serviços de desinformação direcionados ao Facebook para governos e outros maus atores.

Embora a empresa não queira ser um árbitro do discurso permitido em seu site, o Facebook disse que deseja ser mais transparente sobre a origem do discurso. Para esse fim, agora aplicará rótulos em páginas consideradas pela mídia patrocinada pelo Estado – incluindo veículos como o Russia Today – para informar as pessoas se os veículos estão total ou parcialmente sob o controle editorial do governo de seu país. A empresa também aplicará os rótulos na página do Facebook, além de tornar o rótulo visível dentro da biblioteca de publicidade da rede social.

“Manteremos essas páginas com um padrão mais alto de transparência, porque elas combinam a influência de uma organização de mídia na tomada de opinião com o apoio estratégico de um estado”, disse o Facebook em um post no blog.

A empresa disse que desenvolveu sua definição de mídia patrocinada pelo Estado com a participação de mais de 40 organizações globais externas, incluindo Repórteres Sem Fronteiras, Centro Europeu de Jornalismo, Unesco e Centro de Mídia, Dados e Sociedade.

A empresa também rotulará com mais destaque as postagens no Facebook e em seu aplicativo do Instagram que foram consideradas parcial ou totalmente falsas por organizações externas de verificação de fatos. O Facebook disse que a mudança foi feita para ajudar as pessoas a determinar melhor o que deveriam ler, confiar e compartilhar. O rótulo será exibido com destaque em cima das fotos e vídeos que aparecem no feed de notícias, bem como nas histórias do Instagram.

Pode ser difícil determinar quanta diferença os novos rótulos mais agressivos farão. Lar de mais de 2,7 bilhões de usuários regulares, o Facebook e o Instagram veem bilhões de conteúdos compartilhados diariamente em suas respectivas redes. Notícias e postagens verificadas por fatos representam uma fração desse conteúdo. Uma riqueza de informações também é difundida em particular nos serviços de mensagens do Facebook, como o WhatsApp e o Messenger, dois canais que foram identificados como canais principais para disseminar informações erradas.

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Adeus às filas no supermercado? Amazon agora tem carrinho inteligente

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Chamado de Amazon Dash Cart, ele permitirá fazer compras sem passar pelo caixa em supermercados da Amazon nos Estados Unidos

Carrinho Amazon Dash Cart, da Amazon: sensores detectam os produtos comprados pelos clientes (Amazon/Divulgação)

Os planos da Amazon para se expandir para o varejo físico acabam de ganhar um novo impulso. A empresa apresentou nesta terça-feira (14) nos Estados Unidos um novo carrinho de supermercado inteligente que dispensa os clientes de passarem pelo caixa na hora de fazer compras.

Chamado de Amazon Dash Cart, o carrinho tem uma série de sensores e algoritmos que conseguem identificar os produtos que os clientes pegam nas prateleiras. A compra então é registrada na própria conta da Amazon do consumidor e a cobrança é feita ali mesmo, no próprio carrinho, quando a pessoa deixa a loja.

Carrinho de supermercado inteligente da Amazon, chamado Amazon Dash Cart Tela do carrinho mostra a lista de compras dos consumidores

Tela do carrinho mostra a lista de compras dos consumidores (Amazon/Divulgação)

O sistema é diferente das lojas de conveniência Amazon Go, presentes em algumas cidades dos Estados Unidos, em que as próprias prateleiras têm sensores e identificam os produtos escolhidos pelos consumidores, também dispensando o caixa.

O novo carrinho inteligente será testado ainda este ano em um novo supermercado da Amazon na cidade de Woodland Hills, que fica na região de Los Angeles, na Califórnia. Ele será aberto quando as restrições provocadas pela pandemia forem revogadas.

Segundo a Amazon, o carrinho tem uma tela em que os clientes podem acessar sua lista de compras, checar se está faltando algum item e ver o valor total dos produtos. Ele também tem um scanner para ler o código de cupons de desconto.

Para usar o carrinho, o cliente escaneia um código exibido no aplicativo da Amazon. Uma vez “logado” no carrinho, basta sair pelo supermercado fazendo as compras. Ao sair da loja, o valor total dos produtos é cobrado na conta da Amazon.

Entretanto, a novidade não é destinada aos clientes que vão ao supermercado fazer grandes volumes de compras. A própria Amazon diz que o carrinho comporta um número pequeno de produtos, suficiente para apenas uma ou duas sacolas.

De todo modo, o carrinho inteligente é mais um exemplo de como poderão ser feitas as compras em supermercados no futuro, tornando desnecessária a espera em longas filas no caixa para fazer o pagamento.

Nos últimos anos, a Amazon tem feito cada vez mais investimentos para atuar também no varejo físico. Além das lojas Amazon Go, a empresa também é dona da rede de supermercados Whole Foods, comprada pela empresa em 2017 por mais de 13 bilhões de dólares. A empresa também tem aberto uma série de lojas físicas nos Estados Unidos focadas em livros, alimentos frescos, entre outros produtos.

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WhatsApp apresenta instabilidade e fica fora do ar nesta terça

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Aplicativo de mensagens parou de funcionar na tarde desta terça-feira, 14

WhatsApp Web: Relatos no Twitter mostravam que o serviço também tinha parado em outros países. (Bloomberg/Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp parou de funcionar momentaneamente na tarde desta terça-feira, 14. A função via computador –  Whatsapp Web –  foi a primeira a ser afetada. Depois, o aplicativo não envia nem recebia mensagens de texto, voz ou anexos.

De acordo com o site Down Detector, que monitora o funcionamento de serviços online, o aplicativo começou a apresentar falha a partir das 17h.

A falha afeta todos os continentes e já há mais de 25 mil relatos de problemas. Os principais focos do problema são Brasil, Reino Unido, Holanda, Alemanha e Espanha.
Por volta das 17h35, o serviço começou a ser restabelecido.
O WhatsApp não emitiu comunicado sobre a falha desta terça-feira.

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Apex rompe com entidade que ajudou Facebook a banir páginas bolsonaristas

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Parceria com o think tank Atlantic Council iria até outubro, mas foi encerrada na quinta-feira, 9, um dia depois de a rede social tirar do ar as páginas

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Review: testamos a versão beta da nova atualização do iPhone

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É claro que, como muitas outras versões anteriores à oficial, o Beta do iOS 14 apresenta alguns bugs

iPhone: nova atualização Beta foi liberada na quinta (Lucas Agrela/Site Exame)

A versão beta da nova atualização do iPhone se tornou disponível nesta quinta-feira (9). A versão completa do iOS 14 deve ficar pronta em meados de setembro.

 (Tamires/Exame)

 

 

 

É claro que, como muitas outras versões anteriores à oficial, o Beta do iOS 14 apresenta alguns bugs. Por exemplo, para quem usa o Amazon Music, a versão beta do iOS é um problema — o aplicativo simplesmente não abre.

Outro grande problema está no armazanamento do iPhone: ele foi testado em um iPhone 11 de 64GB. A versão beta do sistema operacional ocupou um total de 58,8 GB (o que deve ser arrumado quando sair a versão oficial comprimida do iOS 14, mas não deixa de incomodar).

A opção de editar a tela inicial também é um pouco ruim — depois de ter tirado alguns aplicativos, não conseguimos voltá-los à página inicial ou sequer adicionar outros.

O ponto positivo fica para a Biblioteca de Apps, que é realmente um diferencial para manter tudo mais organizado. Por lá, fica mais fácil achar os seus aplicativos, de acordo com organizações (feitas automáticas pelo iPhone) como “Produtividade”, “Criatividade” e “Utilitários. Uma das pastas, inclusive, é voltada para aplicativos instalados recentemente.

Outra coisa legal é que a atualização permite também que o espelhamento da câmera frontal seja cancelado, o que pode fazer com que você se sinta menos esquisito toda vez que tirar uma selfie.

Apesar de ter pontos positivos, o conselho final é que é melhor aguardar a versão oficial ser lançada. A nossa experiência final foi de que as coisas boas, no fim, não compensaram os bugs.

Para quais iPhones a versão beta está disponível?

  • iPod Touch (sétima geração)
  • iPhone SE (primeira e segunda geração)
  • iPhone 6s e 6s Plus
  • iPhone 7 e 7 Plus
  • iPhone 8 e 8 Plus
  • iPhone X
  • iPhone XR
  • iPhone XS e  XS Max
  • iPhone 11, 11 Pro, e 11 Pro Max

Como instalar a versão beta do iOS 14?

Para instalar a atualização, se você tem um dos dispositivos compatíveis, o primeiro passo para garantir a segurança do teste é fazer um backup de tudo que tem no seu celular — uma recomendação dada, inclusive, pela Apple. Como qualquer versão beta, a do iOS não seria diferente e pode acabar causando alguns bugs indesejáveis.

O segundo passo é abrir este link, de preferência no Safari (principal navegador dos dispositivos da maçã). Depois, faça o login, baixe o perfil do iOS 14.

Em seguida, entre em “Configurações”, acesse o perfil baixado e reinicie o aparelho. Quando ele voltar, basta clicar novamente nas ferramentas, em seguida vá para “Geral > Atualização de software” e voilá!

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Facebook pode se integrar a Instagram e WhatsApp após saída de fundadores

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A informação foi obtida pelo WABetaInfo, um site conhecido por testar versões preliminares do WhatsApp

BERLIN, GERMANY – FEBRUARY 25: The Logo of instant messaging service WhatsApp is displayed on a smartphone on February 25, 2018 in Berlin, Germany. (Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images) (Thomas Trutschel/Getty Images)

Facebook, WhatsApp e Instagram podem ter mais a ver com “Dark” do que você imagina. A série da Netflix ganhou o público nas últimas semanas após o lançamento da terceira e última temporada. Se tudo na série está interligado, a realidade de Mark Zuckerberg pode não ser muito diferente. Não que ele seja capaz de viajar no tempo (ou pelo menos ainda não), mas a ideia do bilionário é interligar todas as suas redes sociais em uma só. O que não é de todo uma surpresa.

No ano passado, Zuckerberg já havia dito que estava planejando fazer uma união entre seus aplicativos Facebook, Instagram e WhatsApp.

A ideia dele é que, se você tiver uma conta no Facebook, ficará mais fácil de achar seus amigos também no WhatsApp.

A interligação pode acontecer após a saída dos fundadores do app de mensagens, Brian Acton, que se tornou um crítico forte à rede social, e Jan Koum, que disse ter saído da empresa para ir curtir seus carros da Porsche.

Segundo Alessandro Paluzzi, um desenvolvedor conhecido no Twitter, o Instagram já está pedindo para que seus usuários baixem também o Messenger. Ele também publicou prints de possíveis novas ferramentas na rede social, como a possibilidade de salvar vídeos no IGTV — já disponível — e de acessar seu histórico de vídeos assistidos.

A principal novidade que pode estar sendo desenvolvida, no entanto, é a conexão entre o Messenger e o WhatsApp. Nesse caso, os usuários de ambos os aplicativos poderiam se comunicar entre si sem necessariamente usar o mesmo app.

Calma, ficou complicado? É o seguinte: pense que você é uma das poucas pessoas no mundo que não usa o WhatsApp, e prefere conversar pelo Messenger, se a mudança der certo, você poderá conversar com seus amigos no “zap” mesmo sem ter uma conta.

Não há previsão de quando as novidades estarão disponíveis e nada foi confirmado pelo Facebook. A informação foi obtida pelo WABetaInfo, um site conhecido por testar versões preliminares do WhatsApp. Resta saber como a empresa lidará com a privacidade dos usuários no WhatsApp, um aplicativo que sempre se associou a esse valor.

 

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Apple lança serviço de eletrocardiograma no Brasil

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Sistema estará disponível em relógios e iPhones da marca e recebeu aval da Anvisa em maio

Apple: empresa vai lançar o serviço de eletrocardiograma no Brasil (David Paul Morris/Getty Images)

A Apple vai lançar o serviço de eletrocardiograma no Brasil. A dona do iPhone obteve a aprovação da Anvisa no fim de maio. O recurso, lançado há dois anos nos Estados Unidos, registra a frequência e a intensidade dos impulsos elétricos que fazem o coração bater através de medidores presente em seus relógios.

A informação é enviada a um aplicativo no celular que faz um eletrocardiograma e ainda detecta se o ritmo cardíaco estiver irregular.

O lançamento ocorre em um momento em que o segmento de relógios conectados vem registrando alta nas vendas, aponta a consultoria IDC Brasil. Os negócios tiveram alta de 218% no primeiro trimestre deste ano, chegando a quase 150 mil unidades comercializadas.

O serviço já foi lançado em diversos países da Ásia e Europa. O serviço estará disponível quando seu novo sistema operacional for lançado globalmente, o que deve ocorrer nos próximos meses. Ao todo, já são 34 países com a solução.Pelo sistema, o relógio consegue detectar o batimento irregular, indicando que a disritmia pode ser uma fibrilação atrial. Antes de usar, o usuário precisa informar se há algum problema cardíaco e dar informações como a data de nascimento. Segundo a companhia, o serviço não consegue detectar problemas como infarto.

O aplicativo no relógio também informa se o ritmo cardíaco está muito baixo (menor de 50 batidas por minuto) ou alto (acima de 120 batimentos por minuto). Segundo dados da Apple, 2% dos jovens sofrem com batimento irregular no coração, número que sobe para 9% em pessoas acima de 65 anos.

O novo recurso vai se juntar ao já lançado “detector de quedas”. Ambas as soluções estão disponíveis nos relógios das séries 4 e 5, lançados a partir de 2018. Nos Estados Unidos, a companhia vem selando parcerias com hospitais, universidades e seguradoras no desenvolvimento de pesquisas com foco em saúde.

A demanda por produtos como os relógios já vinha em alta, o que motivou o varejo a se abastecer no começo do ano. Assim, quando a pandemia chegou, havia estoque, oferta e procura e as vendas não foram impactadas — explica Renato Meireles, analista de pesquisa e consultoria da IDC Brasil.

O foco em saúde é uma das principais apostas dos fabricantes de relógios. A filandesa Polar está trazendo ao Brasil sua nova linha de modelos que monitoram a qualidade do sono e, através do histórico do usuário, consegue orientar a melhor opção para os usuários fazerem exercícios. Funciona, diz André Bandeira, diretor da companhia no Brasil, como uma espécie de mentoria.

O público-alvo é para a pessoa que se preocupa com atividades físicas e com a saúde.

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quarta-feira, 15 de julho de 2020

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