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Facebook altera política e removerá conteúdo que negue o Holocausto

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O Congresso Mundial Judaico e o Comitê Judaico Americano elogiaram a decisão do Facebook

Facebook: proibição de qualquer conteúdo que negue ou distorça o Holocausto (//AFP)

O Facebook informou nesta segunda-feira que está atualizando sua política de discurso de ódio para proibir qualquer conteúdo que negue ou distorça o Holocausto.

A empresa de mídia social também disse que, a partir do final deste ano, direcionará as pessoas que procuram por termos associados ao Holocausto ou sua negação a informações confiáveis do Facebook.

A decisão acontece dois anos depois de o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, ter dito em uma entrevista ao site de tecnologia Recode que, embora ache a negação do Holocausto profundamente ofensiva, ele não acreditava que o Facebook devesse excluir tal conteúdo.

“Lutei com a tensão entre defender a liberdade de expressão e os danos causados por minimizar ou negar o horror do Holocausto”, disse Zuckerberg, que é judeu, em um post no Facebook na segunda-feira. “Meu próprio pensamento evoluiu quando vi dados mostrando um aumento na violência anti-semita, assim como evoluiu nossas políticas mais amplas sobre discurso de ódio”, disse ele.

O Congresso Mundial Judaico e o Comitê Judaico Americano elogiaram a decisão e disseram que a mudança ocorreu após conversas contínuas com o Facebook.

“Por vários anos, o Congresso Judaico Mundial tem defendido que o Facebook remova o conteúdo de negação do Holocausto de sua plataforma e tem trabalhado com as equipes de política da empresa de mídia social para revisar essas postagens e classificá-las como discurso de ódio segundo os padrões da comunidade da empresa”, disse o Congresso Judaico Mundial em uma declaração.

“A aplicação dessas políticas não pode acontecer da noite para o dia”, disse o Facebook em um post. “Existe uma variedade de conteúdo que pode violar essas políticas e levará algum tempo para treinar nossos revisores e sistemas sobre a aplicação.”

 

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Spotify supera os 300 milhões de usuários ativos

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Principal fonte de renda, os assinantes são agora 144 milhões

ANTALYA, TURKEY – FEBRUARY 27: A mobile phone screen displays the logo of Spotify in Antalya, Turkey on February 27, 2020. (Photo by Mustafa Ciftci/Anadolu Agency via Getty Images)

Gigante do streaming musical, a sueca Spotify anunciou nesta quinta-feira (29) que superou os 300 milhões de usuários ativos no terceiro trimestre, dos quais 45% são assinantes pagos, apesar de uma perda líquida registrada para o período.

O número de usuários ativos alcançou os 320 milhões (+29% em um ano) no final de setembro.

Principal fonte de renda, os assinantes são agora 144 milhões (+27%).  Desse modo, o grupo cumpre seu objetivo anunciado em julho, de alcançar entre 312 e 317 milhões de usuários, deles entre 140 e 144 milhões de assinantes.

Spotify, cuja sede fica em Estocolmo, mas que tem cotação na Bolsa de Nova York, espera alcançar entre 340 e 345 milhões de usuários (dos quais paguem entre 150 e 154) até o fim do ano.

No entanto, após uma mudança de rumo no terceiro trimestre de 2019, o Spotify sofreu uma perda de 101 milhões de euros no período de julho a setembro de 2020 devido, em grande parte, a um aumento dos gastos de operação.

Durante o trimestre, o grupo realizou uma quantidade de negócios de cerca de 2 bilhões de euros (2,35 bilhões de dólares), um aumento de 14% em um ano, segundo seu relatório financeiro.

Em relação ao resultado de exploração, no qual o Spotify esperava uma perda entre 70 e 150 milhões, esta foi de apenas 40 milhões de euros (47 milhões de dólares) durante o período entre julho e setembro.

Durante o trimestre, “as horas de consumo global superaram os níveis pré-covid”, destaca o grupo

 

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Sob pressão, Apple pode estar desenvolvendo o seu próprio buscador

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A companhia de Cupertino enfrenta uma investigação de órgãos antitruste dos Estados Unidos por favorecer o buscador do Google no iPhone

APPLE: os iPhones agora permitem que notificações e a luz do iPhone sejam regulados para a hora de dormir / REUTERS/Dado Ruvic/Illustration (Dado Ruvic/Illustration/Reuters)

A Apple está trabalhando no desenvolvimento de seu próprio buscador que poderia ser um concorrente do Google. E a justificativa para isso é que a empresa está sendo pressionada justamente pelos acordos que tem com a sua possível nova rival no mercado de serviços de pesquisa na internet.

Isso começou a ficar claro com a atualização do sistema operacional iOS para a versão 14 (veja o que mudou). Conforme lembrar o Financial Times, uma das novidades é que a Apple passou a exibir seus próprios resultados de pesquisa e realizar o redirecionamento direto quando usuários fazem consultas na tela inicial.

Parece pouco, mas este já é um grande avanço para a Apple que em 2018 contratou John Giannandrea, ex-chefe de pesquisa do Google. Com isso, a companhia ganhou um grande reforço para a construção de um mecanismo de busca próprio e que pudesse se tornar um rival do antigo empregador de Giannandrea.

Google e Apple estão na mira de órgãos antitruste nos Estados Unidos por práticas anticompetitivas no mercado e que enfraquecem a concorrência. Uma dessas práticas investigadas é o uso do Google como buscador padrão dos dispositivos da Apple no navegador Safari, presente no iPhone. A empresa da maçã teria ganhado pelo menos 1,5 bilhão de dólares para isso.

A estratégia do Google, que recentemente foi processado, é aumentar ainda mais o uso de seu buscador, que garante bilhões de dólares em receita com resultados patrocinados na busca. Do faturamento de 41,1 bilhões de dólares no primeiro trimestre deste ano, uma fatia de 82% veio das receitas com publicidade. O percentual equivale a 33,7 bilhões de dólares.

Isso acontece com certo hábito. A Bloomberg já noticiou que o Google pagou 1 bilhão de dólares para a Apple com este objetivo ainda em 2014. Uma estimativa feita por analistas ao The Verge aponta que a fabricante do iPhone já recebeu pelo menos 9 bilhões de dólares da gigante de Mountain View com estes acordos.

Seria um movimento interessante para uma empresa que cada vez mais quer expandir sua marca para além (e ao interior) do iPhone. A Apple já tem o seu próprio carregador, o seu próprio fone de ouvido, o seu próprio processador, o seu próprio sistema operacional. Talvez esteja na hora da companhia ter também o seu próprio buscador.

A Apple não comenta o projeto. É justificável. De qualquer forma, a construção de um rival para o Google poderia levar anos para acontecer, sem contar o investimento que teria que ser empenhado – algo que pode não ser um problema para uma empresa que já vale algo próximo de 2 trilhões de dólares.

 

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Instagram passa a permitir lives com até 4 horas de duração

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Até então, a rede social só permitia a transmissão de conteúdo ao vivo durante com até 1 hora de duração

nstagram: empresa atualizou seu aplicativo para permitir lives mais longas (NurPhoto/Getty Images)

Há quem diga que o mundo virou uma grande live durante a quarentena. O Instagram talvez aposte nisso. Nesta semana, a rede social decidiu aumentar o limite de tempo de transmissões ao vivo e agora permite que os usuários realizem lives com até 4 horas de duração.

O anúncio foi feito no Twitter da companhia, que ainda informa que a atualização do aplicativo inclui também a possibilidade de salvar as transmissões por um período de até 30 dias antes que elas desapareçam da plataforma.

Até então, o Instagram permitia a transmissão de lives com até 60 minutos de duração. Por este motivo, era comum que usuários procurassem outras plataformas para transmitir seus vídeos ao vivo, tal como o Twitch e o Facebook, por exemplo.

Outra novidade é que os perfis do Instagram agora ganham o recurso “Live Now”. Por meio da ferramenta, é possível explorar quais transmissões ao vivo estão acontecendo naquele momento.

O recurso de transmitir algum conteúdo ao vivo foi adicionado ao Instagram ainda em 2018. Durante a pandemia do novo coronavírus, a rede social viu o número de transmissões explodir na plataforma. Somente em março, durante os primeiros meses de quarentena, a companhia reportou um aumento de 70% no uso da ferramenta.

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Facebook, Google e Twitter depõem no Senado, dias antes da eleição nos EUA

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Redes sociais e YouTube fazem parte da democracia e estão sob intenso escrutínio dos legisladores às vésperas do pleito.

Varanda do Senado: gigantes de tecnologia devem falar sobre liberdade de expressão e poder de divulgação de informações em audiência (Tim Sloan/AFP/AFP)

O debate entre as gigantes de tecnologia e os legisladores americanos pode esquentar nesta quarta-feira (28). Os presidentes de Google, Facebook e Twitter — Sundar Pichai, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey, respectivamente — vão comparecer a uma audiência virtual diante do Comitê de Comércio do Senado, para falar sobre a Seção 230 da lei de Telecomunicações, e também sobre privacidade e dominância de mídia.

Essa lei é bastante conhecida no país e antecede à criação de todas essas empresas. Algumas em mais de uma década. Estabelecida na década de 1990, ela define que plataformas de conteúdo e serviços online não podem ser processados pelo conteúdo que seus usuários compartilham ou publicam. Essa garantia jurídica permitiu que redes sociais, como o Facebook e o Twitter, ou que os canais de vídeo do YouTube, pudessem crescer livremente sem riscos.

O problema agora é que essa regra específica está sendo questionada, principalmente por legisladores republicanos, que exigem respostas das gigantes de mídias sociais: eles acusam as empresas de cercear liberdade de expressão às vésperas das eleições, escolhendo quais publicações serão marcadas ou omitidas, por exemplo. Eles demandam uma reforma na Seção 230, alegando que as redes sociais suprimem opiniões conservadoras.

A audiência é singular por dois motivos. O primeiro deles é porque ela acontece a uma semana das eleições nos EUA, que serão na próxima terça-feira, 3 de novembro. O fato de envolver o poderio de comunicação e divulgação das redes sociais será um prato cheio para os legisladores. O segundo é que essa é a primeira aparição de Sundar Pichai, do Google, e de Mark Zuckerberg, do Facebook, desde que deporam em uma audiência sobre antitruste e livre competição em julho. O assunto esquentou com o processo aberto na última semana pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Google por monopólio no mercado de buscas online.A convocação dos executivos mostra como as redes sociais e o YouTube se tornaram parte integrante da democracia e da comunicação na vida americana. Em 2016, o Facebook foi pivô de um escândalo de manipulação de dados para mau uso eleitoral. Este ano, as empresas vieram preparadas e há meses tomam medidas, analisando conteúdo e estabelecendo políticas para lidar com o novo ciclo eleitoral. A resposta será hoje na audiência do Senado, e na próxima terça, nas urnas.

 

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Com foco cada vez maior na nuvem, Microsoft prepara resultados do 3º tri

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Estimativa é de que a gigante de Redmond tenha crescimento próximo de 8% na receita obtida entre os meses de julho e setembro

Satya Nadella: presidente da Microsoft vem aumentando cada vez mais a presença da empresa em serviços de computação em nuvem (ucas Jackson/Reuters)

A Microsoft vai divulgar seus resultados financeiros do terceiro trimestre nesta terça-feira (27). A expectativa é de que a empresa mantenha o ritmo de crescimento habitual em relação aos seus negócios, principalmente no setor de computação em nuvem.

Este será o primeiro trimestre fiscal de 2021 da Microsoft. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a companhia deve ter receita próxima de 35,7 bilhões de dólares neste trimestre. O valor é 8% mais alto do que o registrado no mesmo trimestre do ano passado, quando o faturamento foi de 33,1 bilhões de dólares.

A maior parte da receita da Microsoft neste trimestre deve vir do setor de computação em nuvem, que tem um ganho estimado de quase 12,8 bilhões de dólares. O setor de computação pessoal deve ter receita próxima de 11,3 bilhões de dólares, enquanto outros negócios devem movimentar 11,8 bilhões de dólares.

De acordo com a consultoria Gartner, a Microsoft terminou 2019 ocupando a segunda colocação do setor, com uma fatia de 17,9%. A grande rival é a Amazon, que tem 45% do mercado. Na sequência estão Alibaba (9,1%), Google (5,3%) e Tencent (2,8%).

Para os acionistas, a notícia é boa. O lucro por ação deve ficar em torno de 1,55 dólar (em uma faixa entre 1,49 e 1,69 dólar). Desde o começo do ano, as ações da Microsoft já aumentaram 33% em relação ao preço negociado em janeiro. No pregão desta segunda-feira, a companhia terminou o dia com queda de 2,84%, ficando avaliada em pouco menos de 1,6 trilhão de dólares.

Foi um trimestre movimentado para a gigante de Redmond. Somente no mercado de games, por exemplo, a empresa anunciou a compra do estúdio Bethesda por 7,5 bilhões de dólares, acirrou a disputa contra a Sony ao lançar um novo videogame no mercado. E ainda opinou em relação a uma disputa de outra big tech contra o jogo Fortnite.

Em outros negócios, a Microsoft anunciou que passaria a investir em 5G com a Azure, sua plataforma de computação em nuvem. A chegada da empresa no mercado de internet móvel de quinta geração pode ser um golpe duro para rivais do setor, principalmente para a Huawei, que enfrenta o litígio do governo americano. E isso pode impactar até o Brasil.

Houve também rumores de que a companhia poderia adquirir o controle do TikTok, aplicativo que é um fenômeno em 2020 e que ganhou antipatia do governo americano por ter sido desenvolvido por uma empresa chinesa. O serviço ficou nas mãos de uma rival da Microsoft, a Oracle em um plano que deve beneficiar a rede varejista Walmart.

 

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Samsung reconhece falha em Galaxy e prepara correção

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O smartphone Galaxy S20 FE foi lançado recentemente e rivaliza com o iPhone

Galaxy S20 FE: aparelho tem probe (Samsung/Divulgação)

A Samsung reconheceu o problema, que não se sabe ser de software ou de hardware, e lançará uma correção em uma atualização para o Galaxy S20 Fan Edition. A fabricante recomenda manter os dispositivos sempre atualizados com a versão mais recente do software.Segundo o site especializado em tecnologia 9To5Google, unidade de testes recebida pela redação apresentava o bug na tela. Outros casos foram relatados no Reddit e no fórum da Samsung.

O novo celular da sul-coreana foi lançado nos Estados Unidos com preço sugerido de 699 dólares — sendo mais acessível que os novos iPhones 12 –, mas ainda não há previsão de lançamento no mercado brasileiro, um dos mais importantes para a Samsung, onde a empresa lidera em vendas, segundo a consultoria IDC.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

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