Há um ditado popular que afirma: “quem dança, seus males espanta”. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, confirmam essa ideia. A dança é uma atividade excelente para manter a saúde física e mental em equilíbrio.
Além de melhorar o condicionamento cardiovascular e fortalecer os músculos, os movimentos ritmados beneficiam áreas do cérebro ligadas à memória, cognição e bem-estar emocional.
De acordo com o portal da instituição Harvard Health, os ganhos da dança vão além da estética. Por ser um exercício aeróbico, ela melhora a circulação sanguínea, ajuda a regular a pressão arterial e aumenta a disposição.
Ao mesmo tempo, a necessidade de acompanhar ritmos e passos estimula o cérebro, aumentando a atenção, agilidade mental e promovendo um estado de espírito positivo.
A dança não exige equipamentos especiais nem espaços grandes, podendo ser praticada em casa por iniciantes com o auxílio de vídeos online, escolhendo estilos como salsa, zumba, funk ou dança livre, conforme preferências e capacidade física.
Pesquisadores da Universidade de Columbia explicam que a música e o movimento juntos criam um “duplo prazer”. A música ativa os centros de recompensa no cérebro, enquanto a dança estimula as áreas sensoriais e motoras.
Estudos com imagens PET mostram que a dança envolve o córtex motor, córtex somatossensorial, gânglios da base e cerebelo — todas regiões importantes para o planejamento, coordenação e execução dos movimentos.
Assim, a dança é uma atividade acessível e completa para fortalecer o corpo, revitalizar a mente e melhorar o humor, que pode ser iniciada com poucos passos e no conforto do lar.