Segundo informações divulgadas, os Estados Unidos utilizaram um avião disfarçado de civil para lançar o primeiro ataque contra embarcações inimigas. Esta tática não convencional foi adotada para surpreender o adversário e causar o máximo de impacto sem revelar a verdadeira origem do ataque.
A estratégia envolveu modificar a aparência do avião, tornando-o semelhante a aeronaves civis, garantindo assim que não fosse identificado imediatamente como uma ferramenta militar. O uso deste método levantou debates sobre a transparência e as regras de engajamento em conflitos militares.
Especialistas em defesa apontam que essas ações refletem uma nova fase nas estratégias de combate, onde a camuflagem e a dissimulação ganham importância significativa. A manobra pode influenciar futuros confrontos, alterando as expectativas sobre o uso de equipamentos militares em operações discretas.
