O governo dos EUA emitiu um alerta importante para que seus cidadãos deixem o Irã imediatamente, devido à intensificação dos protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei e ao aumento da repressão no país.
Segundo o comunicado oficial da Embaixada dos EUA no Irã, a situação está se agravando, com manifestações que têm se tornado cada vez mais violentas. Houve relatos de prisões, feridos e até mortes nas ruas iranianas.
As autoridades iranianas reforçaram medidas de segurança em todo o país, bloqueando estradas, suspendendo o transporte público e interrompendo o acesso à internet e às redes móveis. Diversas companhias aéreas limitaram ou cancelaram voos para o Irã, dificultando a saída aérea.
O governo dos EUA recomenda que os cidadãos americanos deixem o país, se possível, por via terrestre, principalmente pelas fronteiras com a Turquia ou a Armênia. É importante destacar que o apoio do governo americano para evacuação pode ser limitado, sendo essencial que cada pessoa tenha um plano próprio para deixar o Irã com segurança.
Essa recomendação surge em meio ao aumento da tensão política, com o presidente Donald Trump prometendo ações severas caso o governo iraniano realize execuções de manifestantes presos.
O Departamento de Estado americano também revelou que estão planejadas execuções de manifestantes, incluindo o jovem Erfan Soltani, de 26 anos, o que eleva a preocupação internacional sobre a repressão no Iraque.
Desde o início dos protestos, estima-se que cerca de 2.000 pessoas tenham perdido a vida no Irã. Essa crise profunda torna a segurança dos cidadãos estrangeiros uma prioridade para o governo dos EUA.
