O ataque organizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que levou à captura de Nicolás Maduro, envolveu uma frota de mais de 150 aeronaves que decolaram de 20 diferentes bases militares americanas. A notícia foi anunciada neste sábado (3/1) pelo chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Razin Caine.
“A frota compreendia caças F-22, F-35, F-18, bombardeiros E-2 e uma aeronave de apoio para reabastecimento, além de drones controlados remotamente”, explicou o general Caine.
Segundo o oficial, a força aérea americana iniciou a desativação do sistema de defesa aérea venezuelano logo ao entrar no espaço aéreo do país. Em seguida, as aeronaves seguiram diretamente para a localização de Maduro.
“Quando os helicópteros alcançaram a altitude mais baixa, eles pousaram nas proximidades de Maduro e avançaram com precisão, rapidez e disciplina para cumprir sua missão. O local foi isolado para garantir a segurança das tropas terrestres, enquanto os suspeitos eram capturados”, detalhou o general Caine.
Após sua captura, o presidente venezuelano foi colocado em um helicóptero e transferido para o navio de guerra USS Iwo Jima, de onde está sendo levado aos Estados Unidos na companhia de sua esposa, Cilia Flores.
Nos EUA, o líder chavista foi formalmente acusado por uma corte em Nova York de envolvimento com tráfico de drogas e posse ilegal de armamentos. Todavia, até o momento, não foram apresentadas evidências públicas que corroborem essas acusações.
Com a deposição do presidente venezuelano, o então presidente americano anunciou que os Estados Unidos assumirão o controle da Venezuela durante um período de transição. O governo norte-americano também indicou que irá participar diretamente do setor petrolífero venezuelano, um interesse antigo que já havia sido manifestado no primeiro mandato do presidente dos EUA.
