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Este aplicativo permite que você assista a filmes e séries de graça

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A NetMovies afirma que todo o conteúdo é original, completo, licenciado e tem alta qualidade de imagem e áudio

NetMovies: plataforma permite assistir a mais de 2 mil títulos de graça (The Good Brigade/Getty Images)

 

Procurar por opções de entretenimento relacionadas a filmes e séries durante a pandemia virou algo comum para o lazer em todo o mundo — e especialmente no Brasil. Especialistas calculam que o mercado de streaming de vídeo pode alcançar US$ 1,25 bilhão no país em 2025, com uma disputa que ganha novos concorrentes frequentemente. Em um mundo no qual Netflix, Amazon Prime, Disney e HBO batalham pela atenção do consumidor, plataformas gratuitas podem ser uma opção para quem está com o orçamento apertado durante o mês. Pensando nisso, a NetMovies libera, diariamente, filmes de graça tanto em seu site quanto no canal do Youtube.

Ao todo, a plataforma tem 2,5 mil títulos em seu site, que pode ser acessado tanto pelo PC quanto pelo celular. Todo o conteúdo é original, completo, licenciado e tem alta qualidade de imagem e áudio, segundo a empresa. Os filmes têm um estilo “Sessão da Tarde”, como o drama Laços de Família, com Michelle Monaghan, e Vivendo no Limite, com Milla Jovovich.

O canal no YouTube tem mais de 2 milhões de inscritos e é possível encontrar filmes separados por gênero. Também é possível encontrar uma espécie de “mais assistidos” com os destaques em visualizações.

O foco nos consumidores que procuram por opções gratuitas de streaming não é um foco exclusivo da NetMovies. A plataforma PlutoTV também opera no país sob o mesmo modo e e conta com conteúdos dos estúdios Comedy Central, Nickelodeon, MTV, Paramount e outros canais para acesso pela TV ou smartphone. Seguindo os clássicos canais brasileiros de TV, todo o conteúdo possui áudio em português, não sendo possível assistir com legenda e áudio original.

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E-commerce: Decisões radicais incentivam o desenvolvimento tecnológico

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Novas tendências passam por decisões disruptivas, mas que podem auxiliar no cotidiano e no seu negócio

#E-commerce Novas tendências passam por decisões disruptivas, mas que podem auxiliar no cotidiano e no seu negócio, escreve Andrea Fernandes em coluna de hoje na Bússola (foto/Thinkstock)

Por Andrea Fernandes*

Existe um motivo para a Apple ter tirado o conector de fone de ouvido dos iPhones. É o mesmo motivo que levou a companhia, anos antes, a tirar todos os drives de CD/DVD dos computadores, e lá atrás, extinguir os disquetes.

Esse motivo não é porque o Tim Cook cansou do buraquinho para enfiar o fone no celular, nem porque o Steve Jobs achava o design do disquete feio. Todas essas decisões, que nos parecem radicais no momento que acontecem, foram para incentivar o desenvolvimento de específicas tecnologias.

Os airpods não seriam os fones de ouvido mais vendidos do mundo se os conectores analógicos ainda existissem nos telefones, e o iCloud não seria uma das maiores fontes de receita da Apple se os Macbooks ainda viessem com as antigas portas USB ou lugar para CD. E isso movimentou todo o segmento. Difícil é encontrar um telefone que aceite fones de ouvido com fio.

Nem cheguei ainda no tema principal da coluna de hoje, mas vamos lá.

A Apple é um ótimo exemplo de como esse primeiro passo é, talvez, o mais importante para alcançarmos a tecnologia de ponta.

Pense na seguinte situação: você recebe uma enxurrada de notificações todos os dias. São e-mails, push no app de delivery, Pix efetuado, amigos mandando referências no Instagram, algumas solicitações de amizade no LinkedIn, sua nova série que acabou de divulgar uma nova temporada. O telefone vibra O DIA INTEIRO. Como se não bastasse, designers de produtos americanos sugerem que você amarre um dispositivo no pulso que também vai vibrar em cada uma dessas notificações.

E hoje, o Apple Watch, é um dos gadgets wearables mais vistos por aí.

Recentemente li que a Ray Ban, em parceria com o Facebook, está lançando o Ray-Ban Stories, óculos inteligentes com câmera, assistente de voz e fone de ouvido, tudo no design clássico do Wayfarer.

Depois, navegando por aí, li alguns comentários sobre o lançamento falando sobre a recente empreitada do Snapchat com os acessórios que não só gravavam, mas já postavam vídeos no aplicativo, e até do Google Glasses, que completam dez anos em 2022. Qual é a diferença entre todos eles? Eu te digo: nenhuma.

Mas já pensou o que isso pode fazer pelo e-commerce? Atualmente alguns sites, como Amazon e Alibaba, já oferecem o feature de câmera para identificação de um produto, seu preço e a facilidade de comprar através dele. Muitas vezes quando estou viajando, e vejo algo em uma loja física, uso este recurso para saber se o preço está bom ou até mesmo se é possível comprar o mesmo item on-line, mas entregue na minha casa.

Agora imagina a possibilidade de um dia estar caminhando, com meu Ray Ban Stories, e ao ver uma pessoa usando um vestido que eu gosto dar um comando para que meu “óculos inteligente” localize o modelo em alguma loja e comprá-lo!

Se queremos chegar em um futuro onde vamos conviver com as realidades aumentada e virtual, se vamos realmente criar um ambiente digital onde podemos interagir no dia a dia, essas iniciativas são básicas, mesmo que elas ainda não estejam perfeitas.

Lembra do QR Code? Ficou por anos no fundo do armário, ninguém lembrava dele, coitado. Tava todo empoeirado. Até que, um belo dia, uma pandemia fez com que os cardápios físicos em restaurantes fossem extintos. E quem diria, o maior defensor do QR Code foi Tiago Leifert no BBB, onde todos anúncios tinham um código de Call to Action.

E aqui na França, onde vim passar uns dias antes de ir para o Web Summit é fundamental ter o seu passe sanitário para entrar em qualquer restaurante, café ou museu. Este passe é um QR code, que prova que você foi vacinado.

Falando em França, a L’Oréal, uma gigante francesa do mundo da beleza tem usado de forma bem interessante a inteligência artificial, mostrando que todo desenvolvimento dos últimos anos já está sendo colocado em prática.

Através da Vichy, eles lançaram o Vichy SkinConsultAI. A ideia é que, em três passos e usando o celular, você faça um diagnóstico da sua pele sob medida.

Depois dos aplicativos de teste de maquiagem virtual, coloração capilar virtual, consultas de beleza online, o diagnóstico de cuidados com a pele autenticamente alimentado por IA e pela ciência é um baita salto de funcionalidade.

Desenvolvidos por dermatologistas, os resultados conseguiram alto nível de precisão na avaliação da pele, usando diferentes expressões faciais e condições de fotografia.

Eu, que já era fã e usuária da marca, acho tudo isso um máximo. O mesmo vale para Ray Ban.

Tenho absolutamente todas as funcionalidades no meu telefone e no meu Ray Ban aviador, mas acho genial e quero ter um. Vai mudar a minha vida? Não. Mas vou procurar. E se encontrar, posto o review aqui, junto com uma cobertura completa e trazer várias pessoas, com diferentes olhares, para comentarem os destaques do Web Summit e as novidades que for vendo por aqui!

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Microsoft vai fechar LinkedIn na China; entenda motivo

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O LinkedIn era a única grande rede social norte-americana que operava no país

LinkedIn (Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images)

A Microsoft está desativando as operações da rede social LinkedIn na China, quase sete anos depois de seu lançamento e vai substituí-la por uma versão simplificada da plataforma focada apenas em empregos.

O LinkedIn era a única grande rede social norte-americana que operava na China, onde o governo exige cumprimento de rígidas regras e determinações.

“Estamos enfrentando um ambiente de operação significativamente mais desafiador e maiores exigências regulatórias na China”, disse o LinkedIn nesta quinta-feira.

O LinkedIn afirmou que vai substituir o serviço na China, que restringe a publicação de conteúdos considerados sensíveis pelo governo, por um novo portal chamado InJobs.

O novo serviço, a ser lançado até o final do ano, não vai incluir um feed social ou capacidade dos usuários de compartilharem publicações.

 

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‘Em 15 minutos’: entrega ultrarrápida ganha nova marcha com a Daki

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Com os consumidores cada vez mais ansiosos pela chegada dos produtos, a startup paulistana de delivery de mercado aposta em dark stores para oferecer atendimento em tempo recorde e personalizado

Rafael Bastos, CEO na Daki (Gabriel Reis/Reprodução)

“Entrega no mesmo dia”, ou melhor, “entrega rápida”, são termos que para os consumidores mais imediatistas já soam ultrapassados. É possível dizer que agora é a vez da entrega ultrarrápida e, de preferência, fresca e gelada. É nesta esteira veloz de demanda por inovação que a startup paulistana Daki se apresenta como um novo player disposto a pelejar por espaço com as grandes do setor de delivery de mercado, anunciando entregar em até 15 minutos.

Em quase um ano de existência, a empresa criada pelos sócios Alex Bretzner, Rodrigo Maroja e o CEO Rafael Vasto tem cumprido a promessa de levar aos clientes itens básicos, que vão do pão fresco a vinhos, passando por petshops e farmácia, evitando a frustração do consumidor de ter de trocar o tipo do produto ou receber créditos caso algo esteja em falta.

A condição para o usuário desfrutar da comodidade é morar dentro da zona de atendimento entre um dos cerca de 50 bairros nas cidades de São Paulo, ABC, Campinas, Rio de Janeiro e Niterói. E a mágica ocorre pelo fato do app se valer de um sistema de dark stores estratégicas, e não por mercados intermediários com assistentes de compras, tendo seus próprios centros de armazenagem de produtos.

“O nosso diferencial é o controle que temos sobre todos os estágios da compra e entrega. Não ficamos dependentes do estoque de terceiros, shopper e entregadores que trabalham em diferentes serviços”, afirma o CEO Rafael Vasto.

No caso de São Paulo, são 10 minicentros de distribuição com até 1 mil produtos em cada, que atuam como mercados de bairro e funcionam de domingo a domingo, abrindo às 7h e operando até 1h da manhã. Mas isto é até o momento: a meta é criar 100 minicentros até o final de 2021, além de espalhar o negócio para fora do eixo sudeste. A companhia também considera oferecer serviço 24 horas.

Para tal, deve se valer do aporte de 170 milhões de dólares em rodada série A que recebeu das americanas Tiger Global e GGV Capital e pela britânica Balderton Capital, em junho. Além da experiência do grupo Jokr, com qual se fundiu, e por onde tem um canal de suporte para acelerar o crescimento.

Mas, ainda que esteja municiada, o embate já é duro com as veteranas. A mexicana Rappi tem testado entregas ultrarrápidas desde janeiro, em um sistema semelhante ao da Daki. Até o final do ano serão 100 dark stores, atendendo os mesmos segmentos de supermercados, bebidas e farmácias.

Sabendo o potencial do setor, outras concorrentes, incluindo as que apostam em tickets de venda mais alto e em compras familiares maiores, devem atualizar suas operações para suprir a demanda por velocidade. Sobre esse fato, Vasto afirma a Daki esta preparada: “Nosso usuários possuem uma experiência muito agradável no aplicativo. Dificilmente erramos, e os concorrentes não conseguem dizer o mesmo para os seus clientes”.

 

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Trabalhadores nascidos em agosto podem sacar auxílio emergencial

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O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de setembro

Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em agosto podem sacar, a partir de hoje (14), a sexta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de setembro.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

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TRENDS: A queda das redes sociais vale quanto em dinheiro?

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Mark Zuckerberg tem prejuízo de US$ 6 bilhões e perde o posto de quarto homem mais rico do mundo

É preciso diversificar as formas de se conectar com clientes e não usar somente as redes sociais. (Chesnot / Colaborador/Getty Images)

Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

Usuários das redes sociais sabem que o Facebook, WhatsApp e Instagram ficaram fora do ar por, pelo menos, seis horas na semana passada.

O Facebook atribuiu a queda das redes à mudança de configuração dos roteadores que coordenam o tráfego de internet entre os centros de dados, mas a verdade é que ninguém sabe exatamente o que aconteceu.

O problema é que esse apagão impactou cerca de 2,8 bilhões de pessoas em apenas um dia.

Para Mark Zuckerberg, cofundador e principal acionista das empresas, o prejuízo foi de US$ 6 bilhões e, pessoalmente, a perda do posto de quarto homem mais rico do mundo.

Cá entre nós, vamos considerar que perder uma posição nesse ranking não muda muita coisa, mas para os usuários, o prejuízo foi significativo.

O Digital AdSpend 2021 da IAB apontou que a publicidade digital atingiu o patamar de R$23,7 bilhões no ano passado.

Neste contexto, usuários que utilizam as três ferramentas para impulsionarem seus negócios seja com postagens patrocinadas, links de parcerias, vendas, campanhas planejadas e até como ferramenta de comunicação, os danos foram consideráveis.

Para se ter uma ideia, o Facebook registrou perda de aproximadamente US$ 80 milhões em receitas de publicidade, estimativa feita pela revista Fortune e agência de checagens Snopes.

Isso mostra o quanto são influentes essas ferramentas de mídia digital sobre a economia online.

As pessoas dependem desses serviços para trabalhar e, em sua maioria, consideram o funcionamento das redes seguro, sem se importar muito com um plano B ou com a gestão de riscos.

Ainda não é possível calcular o prejuízo financeiro de cada empreendedor afetado, mas podemos examinar que essa queda representa, pelo menos, um dia a menos de vendas e negócios.

Isso significa um alerta: não é possível ser refém das redes sociais.

Diversificar plataformas, optar por construir um site, criar uma lista de e-mails para se conectar com clientes de uma maneira diferente, ter contatos atualizados para um possível envio de mensagens de texto de outras ferramentas, aumentar a presença do negócio e a confiança do consumidor é primordial.

Uma empresa, marca, influenciador e, assim por diante, tem que ter um esquema de conexão com seu público que funcione de diversas maneiras para que, em um momento de pane, possa acionar outras ferramentas que contornem um possível prejuízo.

Quanto vale depender de umas poucas ferramentas para trabalhar?

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Instagram fica fora do ar para usuários, quatro dias após pane global

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Plataforma apresentou um pico de instabilidade nesta sexta-feira, segundo o DownDetector

Ao todo, 1.652 notificações foram enviadas ao portal. Entre os comentários, estão “vai parar tudo de novo”, “Instagram bugou”, etc (Lorenzo Di Cola/NurPhoto/Getty Images)

O Instagram voltou a apresentar instabilidade nesta sexta-feira, quatro dias após a pane global que afetou também WhatsApp e Facebook — deixando todos os aplicativos fora do ar por seis horas. Segundo a plataforma DownDetector, o pico de instabilidade aconteceu por volta das 15h55.

Ao todo, 1.652 notificações foram enviadas ao portal. Entre os comentários, estão “vai parar tudo de novo”, “Instagram bugou”, etc.

Para ter uma ideia das perdas durante a pane geral, um levantamento da consultoria Netblocks indica que a empresa perdeu 24,7 milhões de dólares só no Brasil por causa do “apagão”. Completando a lista de países mais impactados na América Latina, estão México (13,8 milhões de dólares) e Argentina (7,7 milhões de dólares). No total, a empresa americana, baseada em Menlo Park, deixou de faturar 71,5 milhões de dólares.

Veja abaixo comentários no Twitter sobre a instabilidade do instagram:

 

 

 

 

 

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