A escola Porto Rico, situada em Santa Maria, no Distrito Federal, completou cinco anos desde a conclusão das obras de melhoria. Atualmente, oferece ensino de qualidade para mais de 500 crianças dos primeiros anos do ensino fundamental. A escola recebe alunos a partir dos 6 anos e funciona em horário integral, oferecendo quatro refeições diárias em um ambiente focado no conforto e aprendizado dos estudantes.
As obras começaram em 2014, enfrentaram interrupções devido a questões burocráticas e foram retomadas em março de 2020 pelo Governo do Distrito Federal, concluindo em abril de 2021. Com investimento de R$ 1,6 milhão, a reforma foi feita pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e renovou a escola, que agora possui 20 salas de aula amplas, quadra esportiva coberta, parquinho, pátio, estacionamento, biblioteca, salas de artes, informática e recursos, além de cozinha, refeitório e sala dos professores. A área construída é de 1,3 mil metros quadrados, dividida em seis blocos.
Segundo a diretora Zeneide Araújo, a ampliação da estrutura atendeu um pedido antigo da comunidade, melhorando o dia a dia escolar. Ela destacou que o ambiente está limpo e organizado, o que favorece o estudo e o trabalho dos professores. O chefe da secretaria da escola, Henrique Albuquerque, que acompanhou a obra, comentou as dificuldades anteriores, incluindo a suspensão do ensino em tempo integral por causa das máquinas, mas ressaltou que, após a conclusão, a procura por vagas aumentou.
Os recursos vieram da Secretaria de Educação do Distrito Federal e de emendas parlamentares das deputadas Jaqueline Silva e Érika Kokay. Fundada em 2009 inicialmente como provisória, a escola já atendeu milhares de alunos e segue recebendo melhorias com verba do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira. Desde 2022, foram aplicados mais de R$ 92,5 mil em serviços como pintura, instalação de proteções nos muros e manutenção das janelas e corredores.
Pais como Regis Cardoso, líder comunitário de 49 anos, celebram as melhorias. Seus filhos, David Gabriel e Maria Clara, com 8 anos, já estudaram ou estudam na escola. Ele comentou que antes o colégio estava em abandono, mas agora está bem cuidado pelo governo, e as crianças podem brincar sem se preocupar com a chuva, além de notar o progresso no aprendizado da filha caçula.
