O Equador está enfrentando uma situação delicada devido à presença militar em sua sede oficial durante as manifestações promovidas por grupos ligados ao governo. Essa movimentação das forças armadas tem gerado críticas e preocupações sobre a influência militar em assuntos civis.
As marchas organizadas pretendem demonstrar apoio às políticas do governo, mas a militarização da sede levanta questões sobre a liberdade de expressão e o papel garantido às instituições democráticas no país. Especialistas e parte da população têm exigido que as autoridades respeitem o espaço civil e mantenham a separação entre os poderes.
Essa situação no Equador repercute internacionalmente e reforça o debate acerca do uso da força militar em contextos políticos e sociais. O governo, por sua vez, defende que a presença dos militares visa preservar a ordem e a segurança durante os eventos.