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domingo, 31/08/2025

Enviado dos EUA visita centro de ajuda em Gaza após mortes por fome

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O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, visitou nesta sexta-feira (1º/8) o centro de distribuição de ajuda da Fundação Humanitária de Gaza (GHF), apoiado pelos governos norte-americano e israelense.

A visita do representante dos EUA a Gaza ocorre em meio a denúncias globais sobre mortes causadas pela fome entre os palestinos. O Ministério da Saúde da Palestina informou que mais de 100 pessoas morreram de fome desde o início do conflito em outubro de 2023.

Imagens compartilhadas pelo embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, mostram ambos visitando o ponto de distribuição em Gaza. O grupo Hamas critica a GHF, alegando que esta não entrega alimentos suficientes na Faixa de Gaza.

Contexto do conflito

As operações militares israelenses em Gaza têm como alvo o grupo Hamas. Notícias sobre a fome na região têm aumentado, gerando pressão internacional para o envio de mais ajuda humanitária.

Segundo o Ministério da Saúde da Palestina, 111 palestinos morreram nas últimas 24 horas devido a ataques israelenses, com 91 buscando auxílio humanitário quando foram atingidos. A desnutrição na Faixa de Gaza atingiu níveis críticos, e a ONU alerta sobre as severas limitações na entrada de ajuda humanitária no território.

Nas redes sociais, o embaixador Mike Huckabee afirmou que visitou Gaza junto com Witkoff para verificar a situação dos locais de ajuda. Ele destacou que a GHF distribui mais de um milhão de refeições diariamente, ressaltando esse feito como impressionante.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ainda não divulgou detalhes sobre a reunião realizada com o enviado especial dos EUA em Jerusalém.

Negociações e declarações

Na quinta-feira (31/7), Steve Witkoff se reuniu com Benjamin Netanyahu com o objetivo de mediar um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, após tentativas anteriores não terem sucesso.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou na rede Truth Social que a solução mais rápida para a crise humanitária em Gaza seria a rendição do Hamas e a libertação dos reféns mantidos pelo grupo.

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