Nossa rede

Mundo

EI destruiu mosteiro cristão mais antigo do Iraque

Publicado

dia

Fotos comprovaram que o complexo de 1.400 anos foi reduzido a escombros pelos jihadistas

Novas fotos tiradas por satélite confirmaram nesta quinta-feira que o mais antigo mosteiro cristão do Iraque foi destruído pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI). O mosteiro de São Elias, construído há 1.400 anos, ficava no alto de uma colina perto de Mossul, cidade tomada pelos jihadistas no norte do país.

Ao longo dos seus mais de mil anos, o complexo sobreviveu a diversos ataques e a fenômenos da natureza. Atualmente, o edifício servia como um centro da comunidade cristã regional, atraindo fieis de toda a região para orar. O mosteiro já foi usado inclusive como lugar de culto por soldados americanos.

A agência de notícias Associated Press encarregou uma empresa de imagens por satélite, a DigitalGlobe, de tirar fotografias de alta resolução do lugar. As imagens foram posteriormente comparadas com fotos antigas do mosteiro e confirmaram os temores das autoridades, que já haviam denunciado a destruição do local histórico. Os especialistas concluíram que o mosteiro foi demolido no fim de 2014, pouco depois que o Estado Islâmico tomou a cidade.

O mosteiro de Santo Elias agora se soma à longa lista de monumentos e sítios arqueológicos destruídos pelo Estado Islâmico. No ano passado, os jihadistas destruíram grande parte da cidade histórica de Palmira, na Síria.

Clique para comentar

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Mundo

Johnson escolhe consultor de negócios como novo chefe de gabinete

Publicado

dia

Por

Dan Rosenfield foi indicado em meio a reformulação da equipe de conselheiros de alto escalão de Boris Johnson

Primeiro-ministro britânico Boris Johnson (WPA Pool / Equipe/Getty Images)

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, indicou Dan Rosenfield, consultor de negócios e ex-autoridade do Tesouro, como novo chefe de gabinete nesta quinta-feira.

Johnson está reformulando sua equipe de conselheiros de alto escalão na esteira da partida dramática de Dominic Cummings no início deste mês. Cummings era visto como a mola propulsora da estratégia de Johnson para o Brexit e muitas outras diretrizes, e sua saída foi vista como uma chance para um recomeço para o líder britânico.

“O primeiro-ministro indicou hoje Dan Rosenfield como seu chefe de gabinete”, informou um comunicado do gabinete do premiê. Ele começará a trabalhar em Downing Street no dia 7 de dezembro e assumirá o novo cargo oficialmente em 1º de janeiro de 2021.

Rosenfield deixa a Hakluyt, consultoria estratégica de empresas e investidores onde foi chefe global de clientes corporativos e chefe dos negócios britânicos a partir de 2016, disse o governo.

Ele trabalhou antes no Bank of America como diretor-gerente de negócios de bancos de investimento, e passou mais de uma década trabalhando no Ministério das Finanças, onde serviu como assessor sênior dos ex-ministros Alistair Darling e George Osborne.

 

 

Ver mais

Mundo

EUA está desenvolvendo tecnologia para “ler” a mente de soldados

Publicado

dia

Por

Um dos objetivos é conseguir interpretar os sinais cerebrais para desenvolver uma forma de comunicação silenciosa entre os soldados

Exército dos EUA quer criar uma tecnologia para interpretar sinais cerebrais do soldados (DanielBendjy/Getty Images)

O governo dos Estados Unidos está financiando uma nova pesquisa para decodificar sinais cerebrais. Em termos práticos, isso significa que o exército americano estuda uma nova forma de conseguir “ler” a mente de seus próprios soldados e, desta forma, criar uma maneira para que estes possam se comunicar silenciosamente durante as operações.

A pesquisa científica está sendo comandada pelo Escritório de Pesquisa do Exército dos EUA e conta com a participação de diferentes universidades americanas e do Reino Unido. Até agora, através da criação de um algoritmo matemático complexo, os cientistas já conseguiram separar os sinais cerebrais que influenciam a ação de sinais que não têm esta influência.

“Não estamos apenas medindo os sinais, mas os interpretando”, disse Hamid Krim, gerente de programa do Gabinete de Pesquisa do Exército, conforme reportado pelo site C4isrnet.

Os estudos, que já custaram pelo menos 6 milhões de dólares para o governo americano, ainda estão no começo e os primeiros experimentos foram realizados apenas com animais, ao monitorar sinais de um macaco tentando agarrar uma bola.

Quando (e se) a pesquisa avançar, há pelo menos duas possibilidades de uso desta tecnologia. Uma é permitir que os centros de comando possam identificar sinais de estresse e fadiga captados nos cérebros dos soldados antes que eles realmente percebam os sintomas.

A outra possibilidade é utilizar estes sinais para criar uma forma de comunicação silenciosa, em que um soldado pode reportar apenas forçando seu pensamento. Um dispositivo eletrônico, como um celular, poderia captar essas ondas cerebrais e enviá-las para uma base, que faria o estudo dos sinais para decodificar uma determinada mensagem.

 

Ver mais

Mundo

Animais mortos com mutação da covid emergem da tumba na Dinamarca

Publicado

dia

Por

Visons foram exterminados por carregar coronavírus mutante transmissível a humanos; liberação de gases fez animais se mexerem na cova

Dinamarca sacrificou milhões de visons com mutação da covid; liberação de gases fez animais se moverem na tumba (Ole Jensen/Getty Images)

Nas últimas semanas, a Dinamarca precisou sacrificar 15 milhões de visons, usados para a fabricação de casacos de pele, porque as sanitárias descobriram que os animais carregavam uma mutação da covid transmissível aos seres humanos. A população, que já estava alarmada com a notícia do vírus mutante, ficou ainda mais assustada nos últimos dias — os animais pareciam estar levantando da tumba.Os moradores da região de Jutland, conhecida pelas criações de visons, relataram ter visto os pequenos mamíferos se mexendo nas covas onde foram colocados depois de mortos. Segundo relatos, alguns pareciam estar se erguendo dos locais onde foram enterrados.

A situação provocou um frenesi na região. Muitos moradores pediram para o governo cremar as carcaças.

O porta-voz da polícia dinamarquesa, Thomas Kristensen, precisou ir a uma rede de TV local para explicar o que estava acontecendo com os visons que foram mortos. Gases são liberados pelos corpos enquanto eles se decompõem embaixo da terra, esclareceu Kristensen. “Algumas vezes, eles podem ser empurrados para fora do chão, mas não são zumbis“, disse.

Segundo o governo dinarmaquês, os visons transmitiram a doença a pelo menos 12 pessoas. Até agora, é o único caso conhecido de transmissão para humanos.

A Dinamarca é a maior produtora mundial de peles de visons. Nos últimos meses, houve aumento da propagação do coronavírus nas fazendas onde esses animais são criados. Com humanos sendo infectados pela mutação do vírus observado nos visons, o governo tomou a decisão de exterminar os animais.

O vírus mutante gerou preocupações também em relação à eficácia das vacinas em desenvolvimento. Pesquisadores dinamarqueses concluíram que essa mutação do coronavírus é menos sensível aos anticorpos de pacientes que tiveram covid-19.

Foram encontradas quatro alterações diferentes na espícula de proteína spike, usada para o vírus se prender a células humanas e causar a infecção. Uma das mutações é a chamada “Cluster 5”, que é mais resistente aos anticorpos de pessoas que tiveram a covid-19 (Sars-CoV-2).

Entre as 12 pessoas infectadas com a variante do vírus, 11  eram da região da Jutlândia do Norte, no noroeste do país, e uma na Zelândia. “A melhor maneira de se livrar dessa variante é geralmente desacelerar a propagação da infecção”, alertaram os pesquisadores.

Ver mais

Mundo

Brexit sem acordo ainda é possível apesar de negociações, diz chefe da UE

Publicado

dia

Por

O Reino Unido e a UE estão em um último esforço para chegar a um acordo para manter o comércio fluindo sem tarifas ou cotas a partir do início de 2021

Ursula von der Leyen: “Precisamos estabelecer mecanismos robustos, garantindo que a concorrência seja, e permaneça, livre e justa ao longo do tempo” (Olivier Hoslet/Reuters)

A chefe do Executivo da União Europeia citou nesta quarta-feira “progresso genuíno” nas negociações do Brexit, mas disse que o risco de o Reino Unido deixar a UE sem um novo acordo comercial em 31 de dezembro permanece, um resultado para o qual o bloco está preparado.

O Reino Unido e a UE estão em um último esforço para chegar a um acordo para manter o comércio fluindo sem tarifas ou cotas a partir do início de 2021, após o término da atual transição de Londres em sua saída do bloco de 27 países.

“Os próximos dias serão decisivos”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. “A União Europeia está bem preparada para um cenário sem acordo, mas é claro que preferimos chegar a um pacto.”

“Com muito pouco tempo pela frente, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para chegar a um acordo. Estamos prontos para ser criativos. Mas não estamos prontos para colocar em dúvida a integridade do nosso mercado único”, acrescentou.

Os negociadores concordaram com o esboço de um novo tratado de parceria sobre bens e serviços, bem como sobre transporte, disse ela, acrescentando que “progressos genuínos” foram feitos em questões que vão da cooperação judiciária à coordenação de benefícios sociais.

Uma autoridade da UE envolvida nas negociações disse que um acordo é possível, mas provavelmente não antes do fim de semana.

Os três principais obstáculos a um acordo são a divisão das cotas de pesca e o acordo de acesso às águas, maneiras de resolver disputas futuras e a garantia de um jogo econômico justo para as empresas, inclusive no que diz respeito aos auxílios estatais.

“Precisamos estabelecer mecanismos robustos, garantindo que a concorrência seja — e permaneça — livre e justa ao longo do tempo. Nas discussões sobre os auxílios estatais, ainda temos problemas sérios, por exemplo, quando se trata de fiscalização”, disse von der Leyen.

A conservadora alemã disse que a UE precisa ser capaz de retaliar no comércio se o Reino Unido reduzir os padrões trabalhistas ou ambientais, e deseja previsibilidade de longo prazo para sua indústria pesqueira.

 

Ver mais

Mundo

Xi Jinping parabeniza Biden pela vitória na eleição dos EUA

Publicado

dia

Por

A declaração chinesa ocorre semanas após a confirmação da vitória, contestada sem evidências pelo presidente Donald Trump

China: o país era um dos poucos que ainda não tinha entrado em contato, por meio da presidência, para parabenizar Joe Biden (Lintao Zhang/Getty Images)

O presidente da China, Xi Jinping, enviou uma declaração formal parabenizando o presidente eleito nos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quarta-feira, 25. A declaração chinesa ocorre semanas após a confirmação da vitória, contestada sem evidências pelo presidente Donald Trump e que estava dificultando o trabalho da equipe de transição do democrata.

A reação inicial da China à eleição presidencial dos EUA foi muito cautelosa. Pequim se limitou a enfatizar em 13 de novembro que os resultados deveriam ser confirmados “de acordo com a lei dos Estados Unidos”.

Xi Jinping expressou esperança de que os dois países possam promover o desenvolvimento saudável e estável das relações, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua.

Em sua mensagem a Biden, Xi Jinping disse que “o desenvolvimento saudável e estável das relações EUA-China é consistente com os interesses fundamentais de ambos os povos”.

O vice-presidente chinês Wang Qishan parabenizou a companheira de chapa de Biden, Kamala Harris, por ter sido eleita vice-presidente.

A China era um dos poucos países que ainda não tinha entrado em contato, por meio da presidência, para parabenizar Joe Biden. Pelo país asiático, o Ministério das Relações Exteriores já havia se pronunciado, na semana passada, sobre a vitória de Biden e de sua vice.

As relações entre os Estados Unidos e a China estão em um ponto historicamente baixo devido à enérgica agenda diplomática e comercial do presidente Donald Trump, que impôs tarifas, sanções às empresas do gigante asiático e manteve uma retórica inflamada contra a China.

No início da crise do coronavírus na cidade chinesa de Wuhan, Trump acusou Pequim de falta de transparência e de ter recebido o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ver mais

Mundo

Da Itália às Malvinas: quando os gols de Maradona reverberaram na política

Publicado

dia

Por

Estrela do Napoli e da seleção Argentina, Maradona liderou vitórias que são lembradas mesmo fora de campo. O ídolo morreu hoje aos 60 anos

Maradona em gol contra a Inglaterra na Copa de 1986: considerado o “gol do século” (Juha Tamminen/Reuters)

Ao longo da carreira, Maradona liderou seus times a títulos memoráveis — que incluíram uma Copa do Mundo com a Argentina e os títulos italianos com o Napoli. A morte do craque faz o esporte relembrar suas maiores vitórias, e algumas delas que reverberaram, também, para fora do campo e refletiram o mundo de sua época.

Um dos mais lembrados é o bicampeonato argentino na Copa do Mundo de 1986. Naquela Copa sediada no México, liderada por atuações brilhantes de Maradona, a seleção da Argentina terminou vencendo a Alemanha Ocidental na final.

Mas um dos jogos mais marcantes aconteceu nas quartas-de-final, quando a Argentina bateu a Inglaterra por 2×1, partida que viria a ter dois dos gols mais famosos da história das Copas.

O jogo aconteceu quatro anos depois da Guerra das Malvinas entre Argentina e Reino Unido (chamada de Falklands War entre os britânicos). O conflito foi rápido, entre abril e junho de 1982, e terminou com vitória acachapante do Reino Unido — morreram 649 soldados argentinos e três civis, mais que o dobro de britânicos.

“Em um país marcado por tantas divisões políticas e polarizações, as Malvinas são uma das poucas causas verdadeiramente nacionais. A noção de que os ingleses usurpam um território argentino, que o país tem seus direitos soberanos violados por uma potência estrangeira, é profundamente arraigada na sociedade até hoje, e certamente o era com muito mais força na década de 1970/80”, explica o internacionalista e especialista em Argentina e América Latina Matheus de Oliveira Pereira, do programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas, da Unesp.

“O que é curioso é que mesmo havendo um amplo reconhecimento de que a decisão de ir à guerra foi um equívoco [por parte do governo militar argentino], uma missão suicida, a derrota militar não esmoreceu o apelo popular da causa — daí a magnitude política do famoso 2×1 contra os ingleses na Copa do México”, diz o pesquisador.

É nesse contexto que Inglaterra e Argentina se enfrentaram nos gramados em 1986. Primeiro, o 1×0 veio com o gol conhecido como “A mão de Deus”, em que Maradona empurra a bola para as redes com a mão. Em entrevista anos mais tarde, o craque diz “eu estava esperando que meus colegas fossem me abraçar, e ninguém veio… Eu disse ‘venham me abraçar, ou o árbitro vai anular o gol’”, brincou.

Depois, veio o antológico gol em que o argentino sai driblando todo o time inglês. O feito, já no segundo tempo, praticamente confirma a vitória da Argentina e leva à euforia o Estádio Azteca, repleto de argentinos no México. Anos depois, esse gol seria escolhido como “o gol do século” e o mais bonito da história das Copas em votação da FIFA pela internet.

Uma das narrações mais famosas do tento, de Victor Hugo Morales, pergunta aos gritos: “De que planeta você veio? Para deixar pelo caminho tantos ingleses…”. O britânico Gary Lineker ainda marcou o gol de honra inglês aos 81 minutos, mas não havia mais tempo para uma virada.

“Quando Maradona faz aquele gol contra a Inglaterra, na verdade sintetiza toda a revanche que a Argentina esperava dar para a Inglaterra desde as Malvinas. E ele não tinha o menor pudor em esconder isso ou em dissimular esse tipo de conquista”, diz a professora Katia Rubio, da Faculdade de Educação da USP e que estuda a relação entre esporte, história e política.

“Para além de atleta, Maradona foi como poucos um grande porta-voz da Argentina. E não só da Argentina do futebol, da Argentina como um todo, do ponto de vista cultural. Não é à toa que o povo argentino tem pelo Maradona tamanho respeito e admiração.”

Katia Rubio, pesquisadora e professora sobre esporte na USP

O arquipélago das Malvinas, que fica na área oceânica argentina, estava desde o século 19 sob comando britânico, mas era reivindicado pelos argentinos como parte de seu território. No Reino Unido, a vitória na Guerra das Malvinas fortaleceu o governo conservador da premiê Margaret Thatcher, que venceria novamente as eleições no ano seguinte.

O confronto, aliás, recebeu outra dose extra de atenção neste mês de novembro, quando a Netflix divulgou a quarta temporada da série The Crown, que retrata justamente o período do confronto (no Google Trends, as buscas por “Guerra das Malvinas” mais que triplicaram na semana passada).

Na carreira de Maradona, outro feito lembrado para além dos gramados é o título italiano com o Napoli, time do sul da Itália. Um ano depois da vitória com a Argentina na Copa, Maradona levaria o Napoli a conquistar o Campeonato Italiano de 1987.

Há duas peculiaridades sobre o time do Napoli na época: o clube não era, nem de longe, visto como o favorito na Itália, e não estava entre as maiores forças da Europa. Mas, ainda assim, conseguiu bater nomes como a poderosa Juventus, então do craque Michael Platini.

Dentre os jogos que entraram para a história estão as vitórias lideradas por Maradona contra a Juventus. Naquele 1987, a Juventus termina o campeonato atrás do Napoli, em segundo, seguida pela Inter, em terceiro. Uma temporada antes, em 1985, Maradona seria ainda responsável por encerrar um jejum de sete anos sem vitória do Napoli sobre a Juve, com um gol de falta que ficou conhecido como “gol impossível”.

Fora de campo, a vitória do Napoli contra a Juventus teve ainda outro simbolismo político. Historicamente, há uma rivalidade na Itália entre o Norte “rico” e o Sul, visto como mais pobre e de economia mais agrícola e menos industrial. Como reflexo desse contexto econômico, os times do Norte, como Juventus, Milan e Inter de Milão, também dominam o futebol local e costumam ter maiores orçamentos. O abismo entre as duas regiões permanece até hoje na economia italiana.

Maradona, por sua vez, havia chegado ao Napoli anos antes, em 1984, tendo sido inclusive cortejado pela própria Juventus. Após o feito de 1987, o argentino venceria novamente o título italiano com o Napoli na temporada 1989/90, quando jogou ao lado dos brasileiros Alemão e Careca. Naquela conquista, outra vitória lembrada até hoje é contra o Milan por 2×0, na casa do adversário, e cujos pontos seriam decisivos na conquista do título rodadas depois. Com o Napoli, Maradona também foi campeão duas vezes da Supertaça da Itália, uma vez da Taça da Itália e uma vez da Liga Europa, e é tido como um dos maiores ídolos da história do clube.

As vitórias “do Sul sobre o Norte” contribuíram para o apelido de “Dios” de Maradona também no futebol italiano.

Não são raros os momentos em que o esporte ultrapassa as competições e reflete o contexto geopolítico de suas épocas, para o bem ou para o mal. Na história do esporte, há uma dezena desses episódios: do uso propagandista das Olimpíadas por Hitler na Alemanha nazista aos boicotes mútuos entre União Soviética e Estados Unidos durante a Guerra Fria.

Ver mais

Hoje é

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Publicidade

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade

Viu isso?