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domingo, 31/08/2025

Eduardo Bolsonaro apoia Zambelli: ‘Alvo de perseguição política’

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) expressou solidariedade à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) em seu perfil na rede social X, nesta quarta-feira (30/7). A parlamentar foi detida em Roma (Itália) na terça-feira (29/7) e enfrenta a possibilidade de extradição para o Brasil pelas autoridades italianas.

No texto, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também critica o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Minha solidariedade à Deputada Federal Carla Zambelli, alvo da perseguição política no Brasil. É surpreendente que um país democrático ainda atenda às ordens de Alexandre de Moraes, magistrado da suprema corte brasileira sancionado pelos EUA devido a violações de direitos humanos”, declarou Eduardo.

A prisão de Zambelli decorreu de uma sentença da Primeira Turma do STF, em 17 de maio deste ano, que a condenou a dez anos de prisão por falsidade ideológica e invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O crime foi cometido com o auxílio do hacker Walter Delgatti Neto, igualmente condenado, com pena de oito anos.

Eduardo Bolsonaro apelou às autoridades italianas para que não extraditem a parlamentar. “Peço que as autoridades italianas não enviem a deputada brasileira de volta ao Brasil, atendendo o pedido de um notório violador de direitos humanos”, referindo-se a Alexandre de Moraes.

Carla Zambelli foi presa no bairro Aurelio, em Roma, graças à colaboração do deputado italiano Angelo Bonelli. Ela havia deixado o Brasil após a condenação, tornando-se foragida.

Além disso, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde fevereiro deste ano, mencionou o caso do italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália, para destacar uma suposta contradição da Suprema Corte.

Cesare Battisti foi capturado no Brasil em 2004. A extradição foi aprovada pelo STF, mas o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou a transferência no último dia de seu mandato em 2010, decisão confirmada pelo tribunal superior.

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