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“Doutor Bumbum” é preso no Rio

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Ele é acusado da morte da bancária Lilian Calixto, de Cuiabá (MT), ocorrida no último domingo, depois de submetê-la a procedimento estético irregular

Rio de Janeiro – Policiais do 31º BPM (Barra da Tijuca) prenderam na tarde desta quinta-feira, 19, o médico Denis Furtado, conhecido como Dr. Bumbum.

Ele é acusado da morte da bancária Lilian Calixto, de Cuiabá (MT), ocorrida no último domingo, depois de submetê-la a procedimento estético irregular, realizado em sua cobertura, no mesmo bairro.

Denis foi detido em um centro empresarial na zona oeste e foi encaminhado para a 16ª DP (Barra da Tijuca).

médico foi indiciado por homicídio doloso e associação criminosa e teve a prisão decretada pela Justiça.

Defesa

Em uma entrevista coletiva que durou menos de quinze minutos, a advogada Naiara Baldanza deixou de responder pontos importantes do caso, como se o médico operava em sua residência ou quando ele deve se entregar à polícia. Ela afirmou que o julgamento em relação ao médico é precoce e que ele tem episódios de síndrome do pânico, por isso a dificuldade em se entregar à polícia.

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ONU critica Bolsonaro por defender política de mineração na Amazônia

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Relatório do Conselho de Direitos Humanos aponta ainda a restrição a demarcar terras indígenas e o enfraquecimento das proteções e agências ambientais

Protesto: faixa de protesto exposta pelo Greenpeace em Jerusalém diz “Bolsonaro, pare com a destruição da Amazônia” (Greenpeace/Divulgação)

São Paulo — Relatório do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) citou o Brasil como exemplo de nação que tem tomado medidas no sentido oposto ao necessário para enfrentar as mudanças climáticas. A promessa do governo Jair Bolsonaro de liberar partes da Amazônia para mineração, a restrição a demarcar terras indígenas e o enfraquecimento das proteções e agências ambientais são alvo de críticas.

O documento, assinado pelo relator sobre pobreza extrema do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Philip Alston, tem foco nos efeitos do aquecimento global principalmente sobre a parcela da população que já é mais vulnerável. O mundo está caminhando para um “apartheid climático”, onde os ricos compram saídas para os piores efeitos do aquecimento global enquanto os pobres têm de suportar o peso, diz o relatório.

Ainda em 2018, o Brasil anunciou ter desistido de ser sede da Conferência do Clima da ONU neste ano. A justificativa oficial foi a falta de verba para receber o evento, mas Bolsonaro sempre foi crítico de discussões sobre o aquecimento global.

O documento diz que as empresas têm papel vital nas questões da mudança climática, mas não podem ser confiadas a observar as condições dos mais pobres. “Uma dependência excessiva do setor privado poderia levar a um cenário de apartheid climático em que os ricos pagam para escapar de superaquecimento, fome e conflitos, enquanto o resto do mundo é deixado a sofrer”, escreveu.

O relatório criticou governos – incluindo Estados Unidos e China – por fazer pouco mais que enviar representantes para conferências para discursar, apesar de cientistas e ativistas estarem realizando alertas desde os anos 1970. Só os Estados Unidos sofreram, desde a década de 1980, 241 desastres climáticos, o que custou mais de US$ 1 bilhão.

Governo

Procurada pelo Estado, a Presidência da República disse que não iria se manifestar sobre o relatório. Já o Ministério do Meio Ambiente não se posicionou até as 22h45 desta terça. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Rio espera tirar 3 bilhões de sacolas plásticas de circulação por ano

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Com a proibição, mercados passarão a oferecer novas sacolas, produzidas com pelo menos 51% de fontes renováveis

Segundo a Associação de Supermercados fluminense, o consumo atual das sacolas convencionais, produzidas 100% com petróleo, é de 4 bilhões por ano (LUHUANFENG/Getty Images)

Rio — O Rio espera reduzir em nada menos que 3 bilhões por ano o número de sacolas plásticas em circulação no Estado. Entra em vigor nesta quarta-feira, 26, uma lei que proíbe a distribuição e a venda de sacolas descartáveis em estabelecimentos comerciais. Segundo a Associação de Supermercados fluminense, o consumo atual das sacolas convencionais, produzidas 100% com petróleo, é de 4 bilhões por ano.

Com a proibição, os mercados passarão a oferecer novas sacolas, produzidas com pelo menos 51% de fontes renováveis, como milho e cana, que poderão ser reutilizadas por até 50 vezes. “Atualmente, são 20 bilhões de sacolas em apenas cinco anos”, frisou o deputado estadual Carlos Minc (PSB), autor da lei. “É claro que o meio ambiente não aguenta.”

Até dezembro, os mercados vão distribuir gratuitamente duas sacolinhas recicláveis para cada cliente. Quem quiser usar mais terá de pagar R$ 0,08 por unidade. A partir de janeiro, todas serão cobradas. E mesmo essas sacolas deverão ter seu uso gradualmente reduzido já a partir do próximo ano.

A meta é melhorar situações como a da Baía de Guanabara, como destaca o diretor do AquaRio, o biólogo marinho Marcelo Szpilmann. “Hoje, o maior problema é o lixo descartado de forma incorreta nos rios que desembocam na baía, onde temos verdadeiras ilhas de plástico”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Defesa quer anulação da confissão do filho de Flordelis na morte de pastor

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O advogado Anderson Rollemberg, que defende o filho biológico da deputada, Flávio dos Santos, disse que seu cliente contou não ter confessado o crime

A defesa dos dois filhos da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) deve pedir a transferência de seus clientes, Flávio dos Santos, 38 anos, e Lucas dos Santos, 18 anos, para um presídio e pode solicitar a anulação dos depoimentos prestados à polícia.
Os dois estão com a prisão temporária decretada por 30 dias pela Justiça, mas permanecem detidos na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo desde o dia seguinte ao assassinato do pastor Anderson do Carmo, 41 anos, registrado na madrugada do último dia 16.
O advogado Anderson Rollemberg, que defende o filho biológico de Flordelis, Flávio dos Santos, disse que seu cliente contou não ter confessado o crime. Questionado pela imprensa se poderia pedir a anulação do depoimento, o advogado respondeu: “Não tenha dúvida”.
“Ele falou pra mim que não confessou. Não existe confissão. A autoridade diz que houve confissão, mas [ele] disse pra mim que não confessou [o crime]”, justificou. Rollemberg também contesta o vídeo que a polícia diz ter gravado com a confissão de Flávio sobre o assassinato. “Vocês viram o vídeo? Eu não vi o vídeo”.
“Se ela [a confissão] existe, eu estou dizendo desde já que ela não é idônea. Quem nos garante que ele [Flávio] assinou [o depoimento] de livre e espontânea vontade”, questionou. Ele afirma também que Flávio não prestou depoimento formal à polícia.
Já Flávio Creller, advogado do filho adotivo de Flordelis, garantiu que, até agora, não teve acesso ao inquérito policial e que o documento só será disponibilizado à defesa depois que todos os filhos de Flordelis prestarem depoimento.
Creller informou que também vai pedir a transferência de seu cliente, em conjunto com o advogado de Flávio, para a Cadeia Pública de Benfica, na zona norte do Rio.
Segundo ele, os dois acusados estão “abalados, consternados, não têm informação do que está acontecendo com eles, que ficam isolados na delegacia”.

Depoimentos

Além de Flordelis, que presta depoimento à polícia na condição de testemunha, cerca de 25 pessoas, entre filhos e parentes, estão sendo ouvidas em salas separadas na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.
A tomada de depoimentos não tem hora para encerrar. Flordelis já confirmou que falará, nesta terça-feira (25/6), com jornalistas sobre o assassinato de Anderson.
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