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Dólar abre em queda monitorando reunião ministerial

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Às 9:05, o dólar recuava 0,25%, a 4,0947 reais na venda

Dólar: dólar futuro perdia cerca de 0,3% neste pregão (Thomas Trutschel/Getty Images)

SÃO PAULO, 21 Mai (Reuters) – O dólar recuava ante o real no início do pregão desta terça-feira, com investidores monitorando reunião ministerial do governo nesta manhã em meio a temores envolvendo a reforma da Previdência, e com algum alívio no exterior na disputa entre Estados Unidos e China.

Às 9:05, o dólar recuava 0,25%, a 4,0947 reais na venda.

Na véspera, a moeda norte-americana encerrou com variação positiva de 0,07%, a 4m1048 reais, em dia que a cotação bateu uma nova máxima em oito meses.

O dólar futuro perdia cerca de 0,3% neste pregão.

O BC anunciou na sexta-feira leilões de rolagem de linha de dólares com compromisso de recompra para esta semana, em operação que pode evitar o enxugamento de liquidez do sistema e, assim, abrandar a valorização do dólar.

Na segunda-feira, a autoridade monetária negociou todo o lote de 1,25 bilhão de dólares em rolagem de linhas de dólares.

Neste pregão, o BC também realiza leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de 10,089 bilhões de dólares.

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Trump critica BCE por querer cortar juros — mas o Fed pode, claro

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Presidente dos EUA costuma pressionar publicamente o banco central americano por cortes de juros, mas não tem a mesma postura quando o assunto são os outros

Trump: presidente americano pressiona o Fed por cortes de juros (Shawn Thew/Bloomberg)

O Banco Central Europeu considera recorrer a um corte da taxa de juros como primeira medida de estímulo caso precise agir novamente para elevar a inflação, segundo três autoridades do BCE.

Reduzir o custo dos empréstimos para um nível ainda mais negativo seria o primeiro passo mais provável em vez de retomar as compras de ativos, disseram as autoridades, alarmadas com a queda das expectativas de inflação do mercado para um recorde de baixa, o que pressiona o BCE a entrar em ação.

As pessoas não quiseram ser identificadas devido à confidencialidade das discussões. Um porta-voz do BCE não quis dar entrevista.

Na terça-feira, o presidente do BCE, Mario Draghi, pareceu indicar que não precisaria de um motivo drástico para agir, quando disse que serão necessários estímulos adicionais “na ausência de qualquer melhora” das perspectivas de crescimento e inflação. Ele citou especificamente as reduções das taxas como opção.

Depois da informação divulgada pela Bloomberg, investidores anteciparam um corte das taxas para setembro. O Commerzbank agora projeta uma redução em julho.

“Draghi vai terminar seu mandato com um corte”, disse Claus Vistesen, economista-chefe para a zona do euro da Pantheon Macroeconomics. “A porta agora está aberta e não vejo como não passariam por ela.”

Uma redução dos juros pelo BCE poderia aumentar as tensões comerciais com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O presidente americano tuitou na terça-feira que tal medida do BCE, que enfraqueceria o euro, é injusta.

 

Draghi, que falou no fórum anual do BCE em Sintra, Portugal, também disse que a instituição poderia retomar a flexibilização quantitativa, mesmo que precise aumentar seus próprios limites para adotar tal medida.

Embora essas regras tenham sido colocadas em prática para evitar pressionar os mercados e cruzar a linha entre as políticas monetária e fiscal, Draghi disse que são “específicas para as contingências que enfrentamos”.

O BCE enfrenta uma desaceleração econômica e inflação que permanece abaixo da meta. Draghi disse que os riscos de fatores geopolíticos, protecionismo e vulnerabilidades nos mercados emergentes não se dissiparam e estão pesando especialmente sobre o setor de manufatura.

Draghi também fez referência à possível necessidade de “medidas de mitigação” para suavizar o efeito da taxa do BCE, atualmente negativa em 0,4%.

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Economia

Exoneração de diretor do Banco Central é publicada

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Saída de Tiago Couto Berriel após três anos no cargo ocorre “por razões pessoais”, segundo informou o BC no início do mês passado

Para ocupar a vaga de Berriel, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou a economista Fernanda Feitosa Nechio (Gustavo Gomes/Bloomberg)

Brasília — O Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 21, publica a exoneração, a pedido, de Tiago Couto Berriel do cargo de diretor do Banco Central do Brasil. Berriel estava à frente da Diretoria de Assuntos Internacionais e Riscos Corporativos do BC. A saída do diretor após três anos no cargo ocorre “por razões pessoais”, segundo informou o BC no início do mês passado.

Para ocupar a vaga de Berriel, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou a economista Fernanda Feitosa Nechio. Fernanda trabalha há dez anos no Federal Reserve Bank de São Francisco (EUA), onde atua como “research advisor”, e é mestre em Economia pela PUC-Rio e PhD em Economia pela Universidade de Princeton. A indicação da economista está em tramitação no Senado Federal.

 

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Dólar recua repercutindo decisão do Copom e exterior

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Às 9:05, o dólar recuava 0,39%, a 3,8351 reais na venda

Macro full frame American one dollar bill (Adrienne Bresnahan/Getty Images)

O dólar caía ante o real na abertura dos negócios desta sexta-feira, com volume reduzido em função do feriado de Corpus Christi na véspera, observando decisão do Copom, de quarta-feira, e de olho no movimento externo de maior apetite a risco.

Às 9:05, o dólar recuava 0,39%, a 3,8351 reais na venda

Na quarta-feira, o dólar caiu 0,25%, a 3,8501 reais, menor patamar em mais de dois meses.

Neste pregão, o dólar futuro tinha variação negativa de 0,1%.

O BC realiza nesta sessão leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de 10,089 bilhões de dólares.

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