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sexta-feira, 29/08/2025

Diarista morta com tiro na testa após carro ficar sem gasolina

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Após sete anos, a investigação sobre a morte violenta da diarista Aparecida Pereira da Silva, que foi fatalmente baleada na testa durante um assalto em dezembro de 2018, foi concluída. O último suspeito foi capturado pelos Policiais da Seção de Polícia Comunitária (SPCOM) da 6ª Delegacia de Polícia do Paranoá nesta terça-feira (5/8). O acusado, identificado como Henrique Ferreira de Sousa, estava escondido na Bahia.

Na noite do ocorrido, Aparecida estava com seu namorado em um bar no bairro Itapoã. Ao saírem do local, eles tiveram que parar o carro no meio do caminho porque o combustível acabou.

Enquanto o companheiro dela foi até um posto próximo para buscar gasolina, três assaltantes — incluindo dois adolescentes — se aproximaram e anunciaram o roubo, exigindo os pertences do casal. Ao tentar resistir ao assalto, Aparecida foi atingida por um tiro na testa. Ela foi rapidamente socorrida e levada ao Hospital Regional do Paranoá, mas não sobreviveu aos ferimentos.

Na época, o delegado responsável relatou que a vítima fez um movimento brusco ao entregar seu celular, o que resultou no disparo fatal. Um dos adolescentes de 16 anos admitiu ter efetuado o tiro.

Os três assaltantes fugiram a pé. O menor foi apreendido algumas horas depois, e outro envolvido foi detido dias após o crime.

O responsável pelo disparo foi encontrado e preso na residência de sua mãe, situada no Itapoã, e o celular roubado foi recuperado. Os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) por ato infracional similar a latrocínio, que é roubo seguido de morte.

O último suspeito que estava foragido foi preso somente sete anos após o crime, encerrando assim o caso que comoveu a comunidade.

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