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sábado, 30/08/2025

Diaba loira desafia a Polícia Militar e questiona foco no TCP

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Em Brasília

Após uma operação policial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro no Morro da Serrinha, a integrante conhecida como Diaba Loira — que deixou o Comando Vermelho para integrar o Terceiro Comando Puro — enviou uma mensagem direta à corporação.

Eweline Passos Rodrigues, 28 anos, respondeu nas redes sociais à ação policial: “Operação não, né? Uma ocupação. Está chegando o Choque e o Bope. Olha, acho que quem faz o mal para um deve também enfrentar o outro, certo? Então, quero ver ação contra o pessoal do TCP. E por que não no CV?”.

Ela prosseguiu: “Pelo que sei, quem matou um policial foi na área do CV. E aí? Nada vai acontecer? Vai ser só contra a gente mesmo?”.

Detalhes da Operação

A intervenção da polícia começou na segunda-feira, 14 de julho, e se estendeu até o dia seguinte.

A comunidade da Serrinha é dominada por Wallace Brito Trindade, conhecido como Lacoste.

Segundo a Polícia Militar, 21 ônibus — sendo 15 municipais e 6 intermunicipais — foram tomados por criminosos e usados como barricadas em Madureira, zona norte do Rio.

A ação tem como objetivo reduzir o crime naquela região.

Ameaças e Conflito

Recentemente, Diaba Loira foi alvo de ameaças de morte por antigos membros do CV, após um confronto violento que resultou em três mortos na comunidade do Bateau Mouche, na zona oeste do Rio.

O tiroteio ocorreu na madrugada do dia 10 de julho e causou temor entre os moradores.

Criminosos do TCP iniciaram um ataque visando retomar o controle da área, hoje dominada pelo CV. O ataque resultou na execução de três invasores do TCP pelos rivais.

Imagens mostram os corpos no chão, com sinais de extrema violência, exibidos em vídeos que circulam nas redes sociais, reafirmando o domínio da facção e enviando um aviso à facção rival.

Em um dos vídeos, um criminoso declara que o próximo alvo será Diaba Loira, apontada como membro do grupo rival.

Perfil de Diaba Loira

Eweline Passos está foragida da Polícia Civil do Rio de Janeiro, acusada de ligação com o tráfico e organização criminosa.

Ela é natural de Santa Catarina e teria ingressado no Comando Vermelho após sobreviver a uma tentativa de feminicídio pelo ex-companheiro, que perfurou seu pulmão.

Eweline é conhecida por exibir armas pesadas em suas redes sociais, como fuzis e pistolas, além de publicar mensagens desafiadoras, incluindo a frase: “Não me entrego viva, só saio no caixão”.

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