Pete Hegseth, secretário de Guerra dos Estados Unidos, afirmou que esta terça-feira foi marcada pelo dia mais intenso de ataques no Irã. Segundo ele, houve o maior número de caças, bombardeiros e ataques coordenados, combinados com uma inteligência mais precisa e eficiente.
Hegseth destacou que o Irã está isolado, tendo perdido o apoio de seus vizinhos e antigos aliados na região do Golfo. Além disso, os grupos militantes que o apoiavam, como Hezbollah no Líbano, Houthis no Iêmen e Hamas em Gaza, encontram-se desarticulados e à margem da ação.
O secretário também fez uma comparação com a guerra do Iraque em 2003, ressaltando que a atual guerra não é semelhante. Ele enfatizou que a geração atual de soldados e o presidente dos EUA não permitirão que missões intermináveis e indefinidas aconteçam novamente.
O conflito teve início em 28 de fevereiro, após ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel que resultaram na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei. Segundo autoridades iranianas, mais de 1.200 pessoas morreram até o momento.
Em retaliação, o Irã atacou países aliados dos EUA na região, ampliando o conflito para uma escala regional que envolve mais de dez nações diretamente afetadas, com milhares de vítimas.
Na última semana, Israel e Estados Unidos anunciaram uma nova fase da guerra, com foco na intensificação dos ataques, que vêm se expandindo para países como Líbano, Bahrein, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita, que recentemente interceptou mísseis em seu espaço aéreo.
