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Brasília

DF inicia melhorias no Complexo de Reciclagem da Estrutural

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Celina Leão, governadora em exercício do Distrito Federal, autorizou o começo das obras para modernizar o Complexo Integrado de Reciclagem do DF, localizado na Cidade Estrutural. O investimento é de R$ 5,268 milhões e inclui melhorias na infraestrutura da Central das Cooperativas de Materiais Recicláveis (Centcoop), entrega de novos equipamentos e formalização de parcerias.

Celina Leão ressaltou a importância desses investimentos para valorizar os catadores e pediu que a população participe mais da coleta seletiva, fundamental para aumentar os índices de reaproveitamento dos materiais recicláveis.

Parte dos recursos, R$ 2,268 milhões, será usada para modernizar a Centcoop, com reforço estrutural e melhorias nos locais de triagem. O Serviço de Limpeza Urbana investirá R$ 3 milhões na compra de máquinas, como pás-carregadeiras e empilhadeiras, para melhorar a operação e reduzir o esforço físico dos trabalhadores.

Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente, destacou que a obra é essencial para a política ambiental do DF, transformando um antigo lixão em uma estrutura moderna e eficiente, reforçando a economia circular e a gestão correta dos resíduos.

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O presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso, afirmou que os novos equipamentos vão facilitar o trabalho das cooperativas, aumentando a eficiência e melhorando as condições para os catadores.

Além das obras, foi firmado um acordo entre várias instituições para capacitar e apoiar os trabalhadores, focando em inovação e geração de emprego ao longo de 2026.

Lúcia Fernandes do Nascimento, presidente da Centcoop, disse que a nova fase deve melhorar a produtividade dos cerca de 450 catadores que atuam no complexo diariamente, com equipamentos que estavam parados sendo colocados em uso.

O CIR-DF ocupa 80 mil metros quadrados e é o principal equipamento público para resíduos sólidos no DF. Ele processa até 5 mil toneladas de recicláveis por mês e já beneficiou milhares de famílias e dezenas de cooperativas.

Gutemberg Gomes lembrou que o complexo é resultado de uma parceria de 15 anos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que permitiu o fechamento do lixão e a implantação de uma gestão eficiente dos resíduos.

Catadora há oito anos, Marcionília Pereira afirmou que as novas máquinas vão evitar paralisações por quebras e aumentar o ritmo de trabalho, resultando em mais renda e reconhecimento para a categoria, além de beneficiar o meio ambiente.

Com informações oficiais do Distrito Federal

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