O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou nesta quarta-feira (14) um novo ponto para descarte de entulho no Riacho Fundo II, aumentando para 24 os locais disponíveis para o descarte correto de resíduos na cidade. O espaço está localizado na QN 20, Conjunto 1, Lote 1, e sua construção contou com um investimento de R$ 465 mil, financiados pelo Banco do Brasil, ocupando uma área de mil metros quadrados.
O local, gerenciado pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), foi entregue com a presença da governadora em exercício, Celina Leão. Esse ponto recebe resíduos de pequenas obras, móveis antigos, restos de podas, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado, ajudando na preservação do meio ambiente e evitando descartes irregulares nas ruas e áreas verdes.
Celina Leão afirmou durante a cerimônia: “Essa política nunca parou, nós vamos ampliar ainda mais e criar mais pontos para descarte pelo Distrito Federal. Queremos uma cidade cada vez mais limpa.”
Com essa inauguração, o Distrito Federal passa a contar com 24 pontos de descarte de entulho em funcionamento. Entre 2019 e 2025, o GDF instalou 689 pontos para descarte de lixo comum e 15 para entulho em várias regiões administrativas. Em 2025, os pontos anteriores receberam mais de 49 mil toneladas de resíduos, incluindo 38 mil toneladas de entulho da construção civil.
O presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso, anunciou planos para quase dobrar o número de pontos de descarte de entulho ainda este ano. Cada pessoa pode descartar até um metro cúbico de material por visita; para quantidades maiores, é necessário fracionar o descarte ou realizar através de empresas cadastradas.
Os pontos para descarte de lixo comum e de entulho têm objetivos diferentes: os primeiros são para lixo que não pode ser reciclado e ficam em áreas de difícil acesso, enquanto os segundos são voltados para resíduos de obras pequenas, móveis velhos, podas e recicláveis, não recebendo lixo orgânico ou eletrônicos.
Moradores comemoraram a criação desse novo serviço. A aposentada Marilda Alves, 61 anos, comentou sobre a importância para a saúde pública: “O lixo jogado em qualquer lugar traz problemas de saúde. Ter um lugar adequado é fundamental para a comunidade.”
O professor Edilson Abreu, 59 anos, considerou a iniciativa um avanço significativo: “Isso proporciona melhor qualidade de vida, mais saúde e mais limpeza para a população que precisava desse tipo de equipamento.”
Além das ações na limpeza urbana, o Riacho Fundo II tem recebido investimentos em mobilidade, saúde e educação, como a duplicação da Avenida N3 em 2023 (R$ 2,8 milhões), a construção do viaduto ligando ao Recanto das Emas (R$ 30,9 milhões), a implantação de UPA e UBS em 2021 (R$ 14,6 milhões), e centros educacionais como o CIL e CEI Parque do Riacho (R$ 9,5 milhões). Esses projetos melhoram a infraestrutura e a qualidade de vida da região.
