O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) para 2026 estima que os gastos com benefícios de previdência vão somar R$ 1,11 trilhão. Esse aumento está ligado à nova política que valoriza o salário mínimo e à redução das filas para receber os benefícios, o que fez o governo subestimar os custos previstos.
Além disso, o orçamento prevê R$ 83 bilhões para investimentos no próximo ano, garantidos por um novo marco fiscal que exige que sejam ao menos 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026.
Os custos com pessoal devem chegar a R$ 427,2 bilhões, enquanto a previsão para sentenças judiciais e precatórios é de R$ 68,6 bilhões. Também estão reservados R$ 40,8 bilhões para emendas impositivas no orçamento.
Para a saúde, estão previstos R$ 245,5 bilhões, o que corresponde a 15% da Receita Corrente Líquida (RCL). Na educação, o orçamento destina R$ 133,7 bilhões, equivalente a 18% da Receita Líquida de Impostos (RLI).
Estadão Conteúdo