Léo Prates, relator da proposta que estabelece a jornada semanal de trabalho em 40 horas distribuídas em cinco dias com dois dias de folga, celebrou a aprovação da medida que encerra a escala 6×1.
Segundo ele, essa mudança representa uma grande vitória para os trabalhadores e suas famílias, promovendo uma melhora significativa na qualidade de vida dos brasileiros e refletindo nos valores que serão transmitidos às futuras gerações.
Para Reginaldo Lopes, autor da proposta, a emenda constitucional que altera a jornada é a maior mudança trabalhista desde a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele destaca que essa evolução demonstra a maturidade do país e da economia, reconhecendo a importância do descanso remunerado para os trabalhadores.
Erika Hilton, deputada e uma das autoras da proposta vinculada, classificou a escala 6×1 como desumana, ressaltando que ela compromete a dignidade e as esperanças das pessoas. Ela compartilhou sua experiência pessoal sobre os desafios enfrentados por sua mãe ao trabalhar em horários extenuantes.
O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana, enfatizou que a economia só prospera graças à força e consciência dos trabalhadores brasileiros, qualificando a aprovação da proposta como um marco histórico e um avanço significativo para o país.
