Manoel de Andrade iniciou sua jornada profissional como garçom e, aos poucos, construiu uma trajetória notável até se tornar presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Seu foco principal tem sido transformar o tribunal em uma instituição próxima à população, voltada para a prevenção de problemas e a orientação dos gestores públicos.
Chegando a Brasília em 1973, iniciou a vida trabalhando em diferentes funções, como copeiro, garçom e taxista. Posteriormente, ingressou na política, sendo eleito deputado distrital por vários mandatos antes de assumir uma cadeira no TCDF em 2000.
Durante sua gestão, Manoel de Andrade enfatiza a importância da comunicação entre o tribunal, os gestores públicos e a sociedade, promovendo uma administração pública mais eficiente e transparente. Ele destaca que muitos gestores desejam fazer o certo, mas carecem de orientação, e o tribunal atua para facilitar esse processo, prevenindo desperdícios e promovendo uma gestão responsável dos recursos públicos.
A saúde é uma área prioritária em sua administração, reconhecendo as dificuldades enfrentadas pelo sistema, mas buscando melhorias contínuas por meio de visitas e avaliações.
O presidente ressalta ainda que o TCDF possui um quadro de servidores altamente qualificados e motivados, o que contribui para a qualidade das fiscalizações e orientações. Porém, acredita ser fundamental ampliar o contato do tribunal com a população, tornando-o mais acessível e colaborativo.
Em relação ao controle dos gastos públicos, especialmente em anos eleitorais, Manoel de Andrade defende um rigoroso acompanhamento das despesas, priorizando investimentos essenciais em saúde, educação e segurança, e cortando gastos supérfluos para manter as contas públicas equilibradas.
O presidente também destaca a importância do acompanhamento rigoroso das emendas parlamentares, garantindo que os recursos sejam aplicados corretamente e com total transparência.
Ao final de sua trajetória, Manoel de Andrade expressa seu compromisso com a ética e a transparência, reforçando seu papel como servidor público fiel às causas que defende. Seu legado é um tribunal aberto, democrático e acessível, onde a sociedade pode dialogar diretamente com seus representantes e participar ativamente da fiscalização pública.
