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Economia

Copom estima aceleração da economia nos próximos meses

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O crescimento econômico é reforçado pela liberação do FGTS. A ata do BC estimou que as projeções de inflação estão em “níveis confortáveis”, dentro do regime de metas

(foto: Pedro Ladeira/AFP)

Conforme avalia o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter apresentado crescimento no terceiro trimestre e, nos próximos meses, deve registrar “alguma aceleração”, reforçada pela liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A ata do Comitê, responsável por fixar os juros básicos da economia foi divulgada nesta terça-feira (5/11).

A Selic, taxa básica de juros da economia, foi reduzida de 5,5% para 5% ao ano, seguindo decisão do Copom da semana passada. O parecer acarretou no menor percentual da Selic desde 1999, data de início do regime de metas para a inflação.
A ata do BC estimou que as projeções de inflação estão em “níveis confortáveis” dentro do regime de metas. Essa estimativa inclui as medidas subjacentes, aquelas que procuram captar a tendência dos preços. “As estimativas e projeções de curto prazo indicam que a inflação acumulada em 12 meses ainda deve ter recuado em outubro, para níveis ao redor das mínimas observadas durante o regime de metas para a inflação, voltando a se elevar ao longo dos últimos meses do ano”, conforme registrado na ata.

A trajetória de curto prazo, de acordo com avaliação do Copom, reflete uma inflação abaixo do esperado pelo colegiado em setembro e revisão, também para baixo, da projeção referente ao mês de outubro.

Taxa de juros

A inflação é controlada pelo BC, principal compromisso da entidade, seguindo o sistema de metas. Em 2019, a meta central de inflação é de 4,25%, podendo oscilar de 2,75% a 5,75%. Em relação ao ano seguinte, o objetivo central é de 4%, com oscilação de 2,5% a 5,5%.
Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros. Quando superam a trajetória esperada, a taxa básica de juros da economia é elevada. A definição da Selic é feita de acordo com as previsões de inflação do ano que vem. O BC permanece atento às mudanças porque as decisões levam meses para ter impacto pleno na economia. A previsão do mercado para este ano é que a inflação fique em 3,29% e, em 2020, em 3,6%.
No cenário com juros e câmbio estimados pelo mercado financeiro, a ata prevê que a inflação ficará em torno de 3,4% para este ano, de 3,6% para 2020 e de 3,5% em 2021, em semelhança com as metas de inflação. O BC pontuou, na ata, que “no horizonte relevante para a política monetária, o cenário com taxa Selic extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio constante produz inflação abaixo da meta para 2020 e ligeiramente abaixo da meta para 2021”.
O Copom já indicou que pretende realizar um novo corte de juros, em dezembro, para 4,5% ao ano, conforme o cenário projetado para a inflação. O atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela para as decisões de 2020, em eventuais novos ajustes no grau de estímulo. “O Copom reitera que a comunicação dessa avaliação não restringe as próximas decisões e enfatiza que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, informa.
Em relação ao mercado financeiro, a estimativa é que o Banco Central reduza novamente os juros em fevereiro, para 4,25% ao ano. Logo, a taxa permanecerá neste patamar até setembro do ano que vem, quando avançaria para 4,5% ao ano até o final de 2020.

Reformas econômicas

A ata do Comitê reitera a perspectiva de que a “continuidade do processo de reformas e a perseverança nos ajustes necessários na economia brasileira são essenciais para permitir a consolidação da queda da taxa de juros estrutural, para o funcionamento pleno da política monetária e para a recuperação sustentável da economia”. Além disso, acrescentou que a percepção de continuidade da agenda de reformas influencia as expectativas e projeções macroeconômicas vigentes.
Em relação à relevância da aprovação da Reforma da Previdência pelo Congresso Nacional, os integrantes do Copom reforçaram a importância da continuidade do processo de reformas e ajustes que gerem sustentabilidade da trajetória das contas públicas. “Ao reduzirem incertezas fundamentais sobre a economia brasileira, essas reformas tendem a trabalhar no mesmo sentido da política monetária e, portanto, estimular o investimento privado. Esse potencial efeito expansionista deve contrabalançar impactos de ajustes fiscais correntes sobre a atividade econômica, além de mitigar os riscos de episódios de forte elevação de prêmios de risco”, avaliou o Copom.
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Economia

Criação de vagas de emprego cresce 1% no estado de São Paulo

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Percentual é idêntico ao verificado em nível nacional

Entre setembro e outubro, o número de vagas de emprego formal cresceu 1% no estado de São Paulo. Segundo atualização divulgada hoje (4) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o crescimento foi o mesmo verificado em âmbito nacional.

No período, foram registradas no estado 513 mil admissões e 394 mil desligamentos. Os 119 mil postos de trabalho criados representam 30% do total gerado no país.

No balanço, a Fundação Seade informa que, apesar do saldo positivo, o estado perdeu 92 mil vagas de emprego com carteira assinada de janeiro a outubro, o que corresponde a 53,8% do total de postos de trabalho pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no Brasil, que são 171 mil.

O impacto foi maior nos segmentos de serviços, comércio e indústria, que fecharam 87 mil, 91 mil e 3 mil vagas, respectivamente. A construção civil e a agropecuária tiveram melhor desempenho, com resultado positivo de 63 mil e 26 mil postos.

O relatório também faz observações em termos de localidade. Os municípios paulistas que mais contribuíram para o índice positivo foram Bauru, São José do Rio Preto, Marília e Araçatuba.

A capital perdeu 55 mil vagas de trabalho formal. No mesmo grupo de municípios que puxam o índice para baixo, estão São José dos Campos, com menos 22 mil postos, e Santos, que perdeu 14 mil.

Ainda segundo a Seade, de abril a outubro, foram celebrados 6,1 milhões de acordos entre empregadores e funcionários, que abrangeram 3,2 milhões de trabalhadores, dos quais 27% eram celetistas, isto é, amparados pela CLT.

Ao todo, 2,5 milhões dos acordos (41%) envolveram a suspensão do contrato de trabalho, autorizada pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, mediante a edição da Medida Provisória (MP) 936/20. A MP prevê que a suspensão de contrato pode durar até 60 dias.

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Economia

Captação da poupança cai pela primeira vez desde janeiro

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Depósitos superaram saques em R$ 1,48 bilhão em novembro

Agência Brasil.

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a primeira queda na captação líquida (depósitos menos saques), depois de nove meses consecutivos de melhora. Em novembro, os investidores depositaram R$ 1,48 bilhão a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta sexta-feira (4) o Banco Central (BC).

A captação líquida é 39% inferior ao registrado em novembro do ano passado, quando os brasileiros depositaram R$ 2,43 bilhões a mais do que tinham sacado. Nos últimos meses, a caderneta tinha quebrado uma sequência de recordes desde o início da série histórica, em 1995.

Apesar do recuo no mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 145,71 bilhões de janeiro a novembro. Esse é o melhor desempenho para o período registrado pela aplicação financeira.

A aplicação começou o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques. A turbulência no Tesouro Direto nos dois primeiros meses da pandemia fez parte dos investidores preferirem a segurança da poupança, mesmo com rendimento menor.

O interesse dos brasileiros na poupança manteve-se apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses. No entanto, com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, menor nível da história, e o aumento da inflação decorrente do preço dos alimentos reduziram a demanda pela caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), rendeu 2,29% nos 12 meses terminados em novembro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 3,52%. O IPCA cheio de novembro será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 8.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,54% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano estivesse em vigor desde o início do ano. Como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior, mas insuficiente para repor as perdas com a inflação.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. No ano de 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Agência Brasil

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Economia

Secretaria de Economia e PMDF atingem 100% de transparência

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Segundo a Controladoria-Geral do DF, as duas instituições conseguiram alcançar a transparência total pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, aSecretaria de Economia do Distrito Federal atingiu 100% de transparência ativa em 2020. A Polícia Militar do DF (PMDF) alcançou o mesmo feito neste ano.

A transparência da Economia e da PMDF foi registrada na 5ª edição do Prêmio Índice de Transparência Ativa (ITA), promovido pela Controladoria-Geral do DF (CGDF).

Criada em 2015, a iniciativa reconhece as ações dos órgãos públicos para assegurar a transparência para as informações de interesse público, respeitando as diretrizes da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Em 2020, a Economia participou da divulgação de informações no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Neste caso, a secretaria contribuiu com esclarecimentos sobre a legislação específica do combate à Covid-19,

A pasta disponibiliza todos os seus serviços de forma digital. O portal da Receita, que concentra a maior parcela deles, oferta on-line, aproximadamente, 430.

Missão diária

Segundo a PMDF, a instituição busca, diariamente, aprimorar as ferramentas de transparência para a população. “Como a Polícia Militar é uma instituição que está sempre pronta para cumprir missões e alcançar altos índices de satisfação, este prêmio reflete um esforço em conjunto de toda a corporação”, pontuou o chefe da Ouvidoria da PMDF, major Teixeira.

Devido às restrições sanitárias impostas pela pandemia, a entrega dos troféus será realizada no Anexo do Buriti, em 7 e 8 de dezembro, com agendamento de cada órgão.

 Com informações da Secretaria de Economia e a PMDF.

 

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Economia

Presidente da Caixa diz que não sabia que brasileiros moram em lixões

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“Quando nós viajamos pelo Brasil, há três semanas, nós visitamos alguns lixões. E o que a gente viu é algo que eu nunca tinha pensado que existisse. Pessoas morando nos lixões, e vivendo no chorume”, apontou

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que não sabia da existência de pessoas vivendo em lixões. Ele comentou a surpresa no final da tarde de ontem, durante solenidade do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

“Quando nós viajamos pelo Brasil, há três semanas, nós visitamos alguns lixões. E o que a gente viu é algo que eu nunca tinha pensado que existisse. Pessoas morando nos lixões, e vivendo no chorume”, apontou.

“Na nossa opinião, é algo que a gente não pode aceitar”, declarou. Segundo ele, na semana seguinte será aberto o primeiro edital de financiamento aos lixões.

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Economia

Construção reage no terceiro trimestre e cresce 5,6% na comparação com o anterior

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No confronto com o mesmo trimestre de 2019, a Indústria, no geral, teve queda de 0,9% e a construção recuou 7,9%, corroborada pela queda da ocupação nessa atividade

(crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Entre as atividades industriais, no terceiro trimestre de 2020, em relação ao segundo trimestre do ano, um dos destaques foi o desempenho da construção, com alta de 5,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que anunciou alta de 7,7% no PIB brasileiro no terceiro trimestre do ano em relação ao período imediatamente anterior.

No confronto com o mesmo trimestre de 2019, a Indústria, no geral, contudo, teve queda de 0,9% e a construção recuou 7,9%, corroborada pela queda da ocupação nessa atividade.

“Olhando pela ótica produtiva, o destaque foi a Indústria de transformação, até pelo fato de ter caído bastante no segundo trimestre (-19,1%), com as restrições de funcionamento. A Indústria cresceu como um todo 14,8%; e a de transformação, 23,7%, mas voltamos ao patamar do primeiro trimestre”, analisa a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

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Economia

SPE: PIB indica que auxílio emergencial não será necessário em 2021

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Secretaria de Política Econômica acredita que a “forte recuperação da atividade” permite que a economia brasileira “continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia disse que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre mostra que a economia brasileira está se recuperando de forma vigorosa da crise causada pela pandemia de covid-19. E, por isso, não vai precisar de auxílios governamentais em 2021.

“A forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito, aliadas ao aumento da taxa de poupança, pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, avaliou a SPE, em nota técnica divulgada nesta quinta-feira (3/12).

A nota foi publicada logo após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que o PIB do Brasil cresceu 7,7% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O dado, contudo, veio abaixo do esperado pelo mercado, que projetava uma recuperação mais próxima de 9%. E, segundo os analistas, pode desacelerar após o fim do auxílio emergencial, pois foi influenciado pelo
consumo das famílias, favorecido pelo benefício.

A SPE, por sua vez, avaliou que “a retomada da atividade e do emprego, que ocorreu nos últimos meses, compensará a redução dos auxílios”. A pasta argumentou que a “vigorosa recuperação da atividade” foi “ampla e alcançou praticamente todos os setores e subsetores da oferta, assim como a maioria dos componentes da demanda”. E disse que “os indicadores coincidentes e o carregamento estatístico mostram que a atividade continuará crescendo a taxas elevadas no final do ano”.

“O bom resultado do PIB no segundo semestre de 2020, a retomada dos empregos e a continuidade da expansão do crédito sugerem que a economia continuará avançando em 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, reforçou.

A pasta, que é chefiada pelo secretário Adolso Sachsida, admitiu que a “retomada mais rápida da atividade econômica” é fruto das medidas emergenciais que foram implementadas com o intuito de atenuar os impactos negativos da pandemia sobre a economia. Porém, disse que não vê necessidade da manutenção dessas medidas em 2021 pois acredita que o setor de serviços, que vem se recuperando mais devagar da pandemia e representa quase 2/3 do PIB do Brasil, vai se recompor dos efeitos da pandemia, e também porque a poupança acumulada pelas famílias de classe média vai compensar a retirada do auxílio emergencial no consumo.

“Melhora das condições financeiras”

“A retomada da atividade e do emprego, que ocorreu nos últimos meses, compensará a redução dos auxílios. Outro fator positivo será a melhora das condições financeiras que continuarão impulsionando a atividade, principalmente com a retomada da agenda de reformas. Ademais, a forte elevação da taxa de poupança no 3T20 (17,3% do PIB), que alcançou o maior valor para o terceiro trimestre desde 2013,
sinaliza que a trajetória de consumo será suavizada no começo de 2021 sem a necessidade de novos auxílios governamentais”, destacou.

A SPE concluiu que “esses dados sinalizam que a economia brasileira vai ganhando tração para manter a retomada econômica em 2021”. E defendeu que “o escudo de políticas sociais criado para amenizar o sofrimento econômico e social causados pela pandemia deve ser desarmado, dando espaço para a agenda de reformas estruturais e consolidação fiscal — único meio para que a recuperação se mantenha pujante”. Para a pasta, “o único caminho que poderá gerar a elevação do bem-estar dos brasileiros serão medidas que consolidem o lado fiscal de nossa economia e corrijam a má alocação de recursos, aumentem a produtividade e incentivem a expansão do setor privado”.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também avaliou positivamente o resultado do PIB, dizendo que a economia está voltando em V. E alegou que o Brasil está cumprindo as orientações do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao fazer a retirada gradual dos auxílios.

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sábado, 5 de dezembro de 2020

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