O Ministério do Trabalho e Emprego liberou nesta quinta-feira (5) a consulta ao Abono Salarial 2026, referente ao ano-base 2024. No primeiro dia, até as 15h, o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital teve mais de 7,3 milhões de acessos de trabalhadores que queriam saber se têm direito ao benefício.
Este ano, o ministério identificou 25,4 milhões de trabalhadores que podem receber o abono, totalizando R$ 31,5 bilhões em recursos. O pagamento começa em 16 de fevereiro de 2026 e vai até 30 de dezembro de 2026.
Na plataforma, os trabalhadores podem ver o valor do benefício, o banco que fará o pagamento e a data de recebimento. O valor do abono varia entre R$ 136,00 e R$ 1.621,00, dependendo de quantos meses a pessoa trabalhou no ano-base de 2024.
O primeiro pagamento, que será de R$ 2,5 bilhões, começa em 16 de fevereiro de 2026 e atenderá cerca de 1,8 milhão de trabalhadores da iniciativa privada inscritos no PIS. Deste total, R$ 2,29 bilhões serão pagos pela Caixa Econômica Federal. Além disso, 217,2 mil servidores públicos com inscrição no PASEP receberão o pagamento pelo Banco do Brasil, totalizando R$ 301,9 milhões.
Para receber o Abono Salarial, é preciso cumprir alguns requisitos: estar cadastrado no PIS/PASEP por pelo menos cinco anos; ter recebido uma média mensal de até R$ 2.766,00 de empregadores que contribuem para o PIS ou PASEP; ter trabalhado pelo menos 30 dias no ano-base; e ter os dados corretos informados pelo empregador no sistema eSocial.
Na Caixa Econômica Federal, o pagamento será feito preferencialmente por depósito em conta corrente, poupança ou conta digital. Também será possível receber pelo aplicativo CAIXA Tem, que abre automaticamente uma conta poupança social digital. Quem não tem conta pode sacar o dinheiro em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento, CAIXA Aqui e outros pontos da instituição.
No Banco do Brasil, os valores serão pagos preferencialmente por depósito em conta, transferência via TED ou PIX. Trabalhadores sem conta e sem chave PIX poderão sacar o dinheiro diretamente nas agências.
Para mais informações, os interessados podem ligar para o número 158 do Ministério do Trabalho e Emprego ou buscar as unidades das Superintendências Regionais do Trabalho.
