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segunda-feira, 26/01/2026

Constantino destaca força de Moraes após suspensão da Magnitsky: ‘Ele venceu’

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O jornalista e influenciador conservador Rodrigo Constantino declarou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, demonstra ser um “psicopata valente e resistente” depois que os Estados Unidos revogaram as sanções aplicadas pela Lei Magnitsky.

Constantino comentou nas redes sociais que Moraes enfrentou desafios como Elon Musk e Donald Trump, saindo vitorioso.

“Devemos reconhecer: esse psicopata é valente e forte. A tirania avança. Apaguem a luz quem sair por último”, afirmou o jornalista, que vive nos EUA.

Ele enfrentou Elon Musk, desafiou Donald Trump e saiu vencedor! Devemos aceitar: esse psicopata é valente e forte. A tirania cresce. Apaguem a luz quem sair por último…

As sanções foram retiradas na sexta-feira (12/12). O governo americano atendeu a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que solicitou a Donald Trump a remoção das restrições.

As sanções da Lei Magnitsky contra Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, foram impostas após ameaças do governo Trump devido ao papel do ministro do STF na investigação da trama golpista, que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

Moraes foi sancionado em julho, e Viviane, em setembro, juntamente com a empresa familiar. Apesar do pedido de Lula, a retirada das sanções não teve explicação oficial do governo norte-americano.

Compreenda a Lei Magnitsky

Instituída em 2012 durante a administração de Barack Obama, a Lei Magnitsky autoriza os Estados Unidos a punir pessoas estrangeiras envolvidas em corrupção ou graves violações dos direitos humanos. A norma surgiu após a morte do advogado russo Sergei Magnitsky, que denunciou um esquema de corrupção em seu país e faleceu em uma prisão de Moscou em 2009, aos 37 anos.

Originalmente criada para responsabilizar quem causou sua morte, a lei foi expandida em 2016 para incluir qualquer indivíduo ou autoridade estrangeira suspeita de corrupção ou abusos, sujeita a sanções.

A primeira vez que foi aplicada fora da Rússia ocorreu em 2017, ainda no governo Donald Trump, quando três líderes da América Latina — Roberto José Rivas Reyes da Nicarágua, Julio Antonio Juárez Ramírez da Guatemala e Ángela Rondón Rijo da República Dominicana — foram penalizados por corrupção e violações de direitos humanos.

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