Dispositivos de rastreamento eletrônico estão se tornando uma solução comum para encontrar objetos perdidos. Esses aparelhos, que funcionam com tecnologia Bluetooth, podem ser presos a itens como chaves, carteiras e outros pertences pessoais, ajudando a localizá-los facilmente quando necessário.
O funcionamento é simples: as etiquetas rastreadoras conectam-se ao celular do usuário e, quando algum item desaparece, é possível achá-lo usando um aplicativo específico, explica Adriano Ponte. Esses dispositivos também podem emitir sons para facilitar a busca e indicam a distância aproximada até o objeto.
Privacidade e segurança
Os rastreadores foram criados apenas para encontrar objetos perdidos e não para vigiar pessoas. Se uma etiqueta estiver seguindo alguém sem querer, o sistema envia avisos para alertar sobre o dispositivo, permitindo que ele seja localizado e desligado.
Existem vários modelos no mercado, incluindo as AirTags da Apple, SmartTags da Samsung e outras versões compatíveis com Android e iOS. Alguns acessórios, como fones de ouvido e carteiras especiais, já vêm com essa tecnologia integrada.
Os preços variam no Brasil, com modelos a partir de R$ 100. Alguns produtos da Apple podem custar até R$ 300 no mercado nacional, embora seja possível encontrar valores menores em importações.
Usos variados
Além de proteger objetos pessoais, os rastreadores também podem ajudar a monitorar idosos com doenças que afetam a memória, sempre com o consentimento da pessoa. Essa tecnologia permite que familiares acompanhem a localização dos entes queridos de forma segura e transparente.
