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Colômbia prorroga confinamento após superar 9 mil mortes por coronavírus

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A Colômbia, com cerca de 50 milhões de habitantes, se tornou o quinto país mais atingido pela pandemia em números absolutos de falecidos e contaminações

A Colômbia registrou 297 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas (Guillermo Legaria/Getty Images)

A Colômbia, com cerca de 50 milhões de habitantes, se tornou o quinto país mais atingido pela pandemia em números absolutos de falecidos e contaminações.

Com população de 8 milhões de habitantes, a capital Bogotá é o epicentro da crise no país com 34% do total de casos.

Contudo, o governo de Duque acredita que a pandemia entrará logo em uma “tendência decrescente”.

 

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Revés para Macron e Le Pen em eleição com abstenção recorde na França

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Nem um único candidato do jovem partido presidencial República em Marcha (LREM), nem seus aliados centristas lideraram a votação em nenhuma das 13 regiões da França metropolitana

Presidente francês Emmanuel Macron. (Ian Langsdon/Reuters)

A derrota sofrida no domingo (20) pela extrema direita de Marine Le Pen e pela maioria presidencial centrista de Emmanuel Macron, no primeiro turno das eleições regionais francesas, parece lançar dúvidas sobre o anunciado duelo para a presidencial de 2022.

Nem um único candidato do jovem partido presidencial República em Marcha (LREM), nem seus aliados centristas lideraram a votação em nenhuma das 13 regiões da França metropolitana.

O fracasso da estratégia presidencial foi ainda mais severo na região Provença-Alpes-Costa Azul, para onde o chefe de Estado enviou nada menos que cinco de seus ministros para a batalha.

A derrota do partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN), de Marine Le Pen, também foi avassaladora, com um resultado bem inferior ao previsto pelas pesquisas.

O RN ficou em primeiro lugar em uma única região contra seis nas regionais de 2015.

“É claro que estamos nos questionando”, disse o vice-presidente do RN, Jordan Bardella, à rádio RMC.
“Há um segundo turno e os eleitores terão outra oportunidade de se expressar”, acrescentou, ao destacar que as eleições ainda não acabaram.

Em contrapartida, para surpresa de muitos, a direita tradicional prevaleceu em seis regiões, com o partido Os Republicanos (LR) sendo a força dominante em nível nacional, enquanto a esquerda tradicional, liderada pelos socialistas, ficou em primeiro em cinco regiões.

“Tal como nas eleições municipais (de 2020), o velho mundo mostra que ainda está de pé”, avaliou o cientista político Bruno Cautrès.

Trampolim para a direita tradicional?

Embora a participação historicamente baixa complique qualquer interpretação dos resultados, a boa posição no primeiro turno da direita e da esquerda tradicionais soa como um desafio ao cenário pré-traçado de um duelo Macron-Le Pen no segundo turno da eleição presidencial de 2022.

Duas figuras da direita, Xavier Bertrand e Valérie Pécresse, atuais presidentes de suas respectivas regiões e potenciais adversários da dupla Macron-Le Pen, têm uma clara vantagem em seus redutos.
E os resultados podem servir de trampolim para o próximo ano.

“É um tapa na cara de Emmanuel Macron e do Executivo”, analisa o cientista político Philippe Moreau-Chevrolet, para quem a estratégia de “destruir a direita tradicional para instalar um duelo Macron-Le Pen em 2022 é um fracasso”.

Depois de sua “viagem pela França” para se encontrar novamente com os franceses após a pandemia, o presidente planeja apresentar até meados de julho uma reorientação do seu mandato de cinco anos, para um projeto que vai além de 2022, segundo seu círculo próximo.

A taxa de abstenção (mais de 60%) – a mais elevada desde pelo menos 1958 – surpreendeu os observadores e levou a especulações sobre as causas.

A falta de campanha pública devido às restrições da covid-19 parece ter desempenhado um papel, assim como o clima quente de verão que afastou as pessoas das urnas após meses de confinamento.

“São eleições marcadas pela saída da pandemia e pela indiferença dos franceses em relação ao que está em jogo nessas eleições”, comentou Brice Teinturier, diretor do departamento eleitoral da Ipsos, à rádio France Inter.

“Para os franceses, o evento importante será a eleição presidencial”, disse ele, contrastando o humor do país com as últimas eleições regionais de 2015, quando o país estava no auge da tensão dos ataques terroristas.

No entanto, a tendência de aumento da abstenção é evidente há anos, mesmo nas últimas eleições parlamentares e presidenciais de 2017.

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Variante Delta circula em 92 países e é fonte de preocupação, diz OMS

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Epidemiologista americana reforçou que as medidas de distanciamento e saúde pública funcionam na prevenção contra a cepa

(Tauseef Mustafa/AFP)

A variante Delta do coronavírus circula atualmente em 92 países. A informação foi dada pela líder técnica da resposta da Organização Mundial de Saúde (OMS) à pandemia de covid-19, Maria Van Kerkhove, em entrevista coletiva da entidade. “Essa cepa tem demonstrado uma maior taxa de contaminação […], mas ainda não temos conhecimento de que sua taxa de mortalidade seja mais elevada”, afirmou.

A epidemiologista americana reforçou que as medidas de distanciamento e saúde pública funcionam na prevenção contra a cepa. “Ainda estamos aprendendo, mas estamos preocupados, uma vez que a variante Delta tem continuamente se espalhado de maneira rápida pelos países.”

Kerkhove ressaltou que estudos demonstram que as vacinas já existentes são eficazes contra a cepa Delta, ainda que ocorra redução da neutralização do vírus. Mas pontuou que é possível que, em algum momento, “haja uma constelação de variantes e que as vacinas percam sua eficácia”.

O diretor executivo, Michael Ryan, insistiu na necessidade de que todos os indivíduos suscetíveis a condições mais severas da doença, como pessoas com comorbidade e idosos, sejam vacinados ao redor do mundo. “Esse vírus tem potencial de ser mais letal por ser mais facilmente transmissível entre humanos e encontrará essas pessoas mais vulneráveis”, afirmou.

O comando da OMS disse que já enviou vacinas a “mais de 131 países”, no âmbito da Iniciativa Covax.

No total, já foram despachadas mais de 90 milhões de doses, informou a entidade.

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China reforça munição na batalha de semicondutores com os EUA

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Xi Jinping escolheu um de seus homens fortes no governo para conduzir uma grande iniciativa para ajudar fabricantes a superar as sanções impostas pelos EUA

(Kevin Lamarqu/Reuters)

O presidente chinês, Xi Jinping, está retomando um esforço de anos para alcançar a autossuficiência em tecnologia. Ele escolheu um de seus homens fortes no governo para conduzir uma grande iniciativa para ajudar fabricantes de semicondutores do país a superar as sanções impostas pelos EUA.

Liu He é o czar econômico de Xi que cuida de uma ampla variedade de segmentos — do comércio exterior a finanças e tecnologia. Foi ele o convocado para comandar o chamado desenvolvimento de chips de terceira geração, além de uma série de medidas de apoio público e financeiro para essa tecnologia, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto e pediram anonimato para falar com a imprensa.

Trata-se de um ramo nascente que depende de novos equipamentos e materiais que vão além do silício tradicional. É uma arena que nenhuma empresa ou nação domina ainda, proporcionando a Pequim uma grande chance de contornar os obstáculos colocados a suas fabricantes de chips pelos EUA e seus aliados. As sanções, que vieram durante a presidência de Donald Trump, já sufocaram a operação de smartphones da Huawei Technologies e impedem fabricantes de semicondutores — incluindo a HiSilicon, da Huawei, e a Semiconductor Manufacturing International — de avançar na direção de tecnologias mais avançadas de fabricação de wafers, ameaçando as ambições tecnológicas da China.

“A China é quem mais usa chips no mundo, então a segurança da cadeia de abastecimento é alta prioridade”, disse Gu Wenjun, analista-chefe da firma de pesquisas ICwise. “Não é possível para nenhum país controlar toda a cadeia de abastecimento, mas o esforço de um país é definitivamente mais forte do que o de uma única empresa.”

O envolvimento de um dos indivíduos de maior confiança de Xi destaca a importância que Pequim atribui à iniciativa, que ganha urgência à medida que EUA, Japão e Coréia do Sul agem para apoiar seus fabricantes domésticos. O presidente chinês há muito tempo pede apoio de seu conselheiro formado em Harvard para lidar com questões de alta prioridade. Ele foi escolhido para ser o principal representante nas negociações comerciais com os EUA e presidente do Comitê de Desenvolvimento e Estabilidade Financeira, onde conduz o programa para reduzir os riscos no setor financeiro do país, que movimenta mais de US$ 5 trilhões.

Em maio, Liu comandou o encontro da força-tarefa de tecnologia que discutiu a expansão de tecnologias de semicondutores de última geração. Aos 69 anos, o vice-premiê, que encabeça a força-tarefa da renovação tecnológica do país desde 2018, também supervisiona projetos capazes de alavancar a fabricação tradicional de semicondutores, incluindo o desenvolvimento de software nacional de design de chips e máquinas de litografia ultravioleta extrema, segundo uma das fontes.

O Conselho de Estado e o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação não responderam às solicitações de comentário da reportagem.

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Com eficácia de 47%, vacina da CureVac contra covid-19 falha em teste

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Estudo foi feito com 40 mil voluntários na Europa e América Latina

CureVac’s© REUTERS/Yves Herman

A empresa de biotecnologia alemã CureVac NV informou nessa quarta-feira (16) que sua vacina contra covid-19 foi só 47% eficaz em um teste de estágio avançado, ficando aquém do objetivo principal do estudo e causando dúvidas sobre a possível entrega de centenas de milhões de doses à União Europeia (UE).

A baixa eficácia da vacina, conhecida como CVnCoV, foi mostrada em uma análise provisória baseada em 134 casos da doença, em estudo com cerca de 40 mil voluntários na Europa e na América Latina.

As apostas para a CureVac e para possíveis compradores europeus da vacina aumentaram depois que limites de idade foram impostos no uso dos imunizantes da Johnson & Johnson e da AstraZeneca, devido a problemas de coagulação extremamente raros, mas potencialmente fatais.

Também se esperava que a vacina da CureVac ajudasse países de renda baixa e média, que estão muito atrás de nações mais ricas no esforço global de imunização.

Firmando os únicos acordos grandes de suprimento com a CureVac, a UE garantiu em novembro até 450 milhões de doses da vacina, das quais 180 milhões são opcionais. O negócio veio após um memorando de entendimentos firmado com a Alemanha para a entrega de mais 20 milhões de doses.

Negociadas na bolsa dos Estados Unidos, as ações da CureVac caíram 50,6% e ficaram em US$ 46,81 após o pregão, na esteira da publicação dos dados.

A empresa disse que ao menos 13 variantes do vírus respondem pelas infecções na população estudada. Agência Brasil

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Pandemia teve impacto na deterioração da paz mundial, diz relatório

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Levantamento é do Instituto de Economia e Paz, divulgado hoje

Policiais atuam na instável região de Jawzjan, no Afeganistão© Radio France Internationale – Reuters

A pandemia covid-19 teve “impacto significativo” nos níveis de conflito e violência no mundo, resultando em mais agitação civil e instabilidade política, diz a organização não governamental (ONG) Instituto de Economia e Paz (IEP) em relatório publicado hoje (17)

Segundo a edição de 2021, com dados relativos a 2020, o “Índice Global de Paz” caiu 0,07% comparado ao ano anterior, com melhorias identificadas em 87 países e deteriorações em 73.

“A pandemia de covid-19 teve impacto significativo no nível de paz em todo o mundo em 2020”, diz o relatório, acrescentando que os confinamentos e outras restrições ajudaram a diminuir crimes violentos e homicídios no início, mas os níveis voltaram ao normal.

A violência doméstica também aumentou em todo o mundo, mas conflitos e crimes de ódio parecem ter caído.

“No início da pandemia covid-19, houve uma série de indicadores que melhoraram, como os crimes, homicídios e a instabilidade social, mas voltaram a aumentar, incluindo 5 mil manifestações violentas relacionadas com a pandemia entre janeiro de 2020 e abril de 2021 por todo o mundo”, afirmou hoje o fundador e diretor do IEP, Steve Killelea, em apresentação à imprensa.

O empresário australiano disse que a pandemia “exacerbou tensões em alguns países” e que, “se a situação económica difícil persistir, é provável que agitação social e instabilidade política aumentem”.

Portugal desceu uma posição no índice, para quarto lugar, atrás da Islândia, Nova Zelândia e Dinamarca, que usa vários indicadores sobre conflitos em nível nacional e internacional, segurança da sociedade e militarização.

O Timor-Leste, na 56ª posição da tabela, a Guiné Equatorial (62ª), Angola (80ª), Guiné-Bissau (99ª), Moçambique (103ª) são os outros países lusófonos incluídos na 15ª edição do Índice, que cobre 163 países e territórios independentes, equivalentes a 99,7% da população.

Cabo Verde e São Tomé e Príncipe não estão incluídos..

O Afeganistão é o país menos pacífico pelo quarto ano consecutivo, seguido pelo Iêmen, a Síria, o Sudão do Sul e Iraque.

A Europa é a região mais pacífica, enquanto a América do Norte registrou a pior deterioração regional devido à agitação civil e manifestações violentas nos Estados Unidos relacionadas com a conjuntura política, como as eleições presidenciais e protestos antirracismo.

O relatório identifica ainda a Guiné Equatorial, o Timor Leste e Angola entre os dez países com maior risco de aumento da violência nos próximos cinco anos devido ao elevado “déficit de paz positiva”.

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Biden e Putin se reúnem nesta quarta em busca de “reaproximação estratégica”

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Primeira cúpula entre os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia tem como objetivo uma “reaproximação estratégica”, após retórica inflamada dos dois lados. Direitos humanos, Ucrânia e ataques cribernéticos devem dominar a agenda

Joe Biden se diz “preparado” para conversa com Putin – (crédito: Nicholas Kamm/AFB).

A ausência de um banquete de Estado e de uma entrevista coletiva dão o tom nervoso da cúpula entre os presidentes Joe Biden (EUA) e Vladimir Putin (Rússia). Os dois líderes debaterão temas espinhosos na Villa La Grange, uma edificação do século XVIII situada às margens do Lago Genebra, na capital da Suíça. Nos últimos dias, as relações entre Washington e Moscou se tensionaram, e Biden prometeu “avisar” a Putin quais são as “linhas vermelhas” que ele não poderá cruzar. Entre os assuntos mais sensíveis, estão a perseguição ao opositor russo Alexey Navalny, a ofensiva russa na Ucrânia, o apoio do Kremlin ao regime da Bielorrússia e os ataques cibernéticos que ameaçaram as eleições de 2016 nos Estados Unidos. “Sempre estou preparado”, respondeu Biden a jornalistas, quando perguntado se estava pronto para a reunião. “Não procuro um conflito com a Rússia, mas responderemos se a Rússia continuar com suas atividades prejudiciais”, acrescentou.

Por sua vez, Putin afirmou à emissora NBC esperar que Biden se mostre menos impulsovo do que o ex-presidente norte-americano Donald Trump e chegou a chamar o republicano de “homem talentoso”. A cúpula em Genebra deve durar apenas cinco horas, com início às 13h (8h em Brasília). As sessões de trabalho contarão com as presenças de Anthony Blinken e de Serguei Lavrov, respectivamente os chefes da diplomacia dos EUA e da Rússia.

A relação entre Biden e Putin apresenta desgastes desde 5 de fevereiro, quando o norte-americano declarou que “o tempo em que os EUA se sujeitavam aos atos agressivos da Rússia” acabou. Na ocasião, o norte-americano acusou o Kremlin de “envenenar cidadãos” — alusão a Navalny, que sobreviveu à ingestão do agente nervoso Novichok, em 20 de agosto de 2020. Em entrevista televisiva, Biden respondeu afirmativamente ao ser questionado se achava que Putin é um assassino. Em 15 de abril, depois que Biden impôs sanções a Moscou, ele defendeu o momento de uma “desescalada”. Hoje, em Genebra, ambos buscarão ensaiar uma aproximação estratégica. Especialistas consultados pelo Correio admitem que o encontro de hoje ocorrerá “sob baixa expectativa”.

Resultados

Um dos mais renomados estudiosos sobre a Rússia, Robert Legvold — professor de ciência política da Columbia University (em Nova York) — acredita que Biden e Putin se empenharão em fazer da cúpula um sucesso. “Eu prevejo passos, ainda que limitados, demonstrando que ambos compartilham os objetivos de transformar um relacionamento bastante danificado (e potencialmente perigoso) em uma base mais estável e previsível. Isso significa levar a sério o lançamento de um ‘diálogo de estabilidade estratégica’ projetado para reparar algumas das grades de proteção perdidas, como a necessidade do controle de armas nucleares, e a restauração das linhas de comunicação, possivelmente com mecanismos de gerenciamento de crise”.

Questionado sobre possíveis “resultados finais” da cúpula, ele cita o possível retorno de embaixadores, a reativação das missões diplomáticas, um acordo mútuo para a extradição recíproca de cibercriminosos, além de passos concretos de cooperação sobre o Ártico. Professor de política comparativa da Universidade de Kiev-Mohyla, Olexiy Haran descarta um grande avanço entre os EUA e a Rússia. “Os dois lados precisam dar passos realistas em alguns pontos, como mudanças climáticas, combate à pandemia, conflitos regionais e temas ligados ao Irã. Poderemos ver uma abordagem comum em relação a Teerã, pois Putin e Biden não têm interesse em que o regime tenha armas nucleares”, disse à reportagem.

Para Haran, Putin começa a cúpula como vitorioso, pois precisa se mostrar como um grande líder — uma percepção ampliada pelo fato de que Biden aceitou se encontrar com ele. No campo dos direitos humanos, o especialista ucraniano aposta que o norte-americano mecionará o caso de Navalny. “Mas, não penso que Putin fará qualquer concessão, pois teme a oposição e tentará esmagá-la. E a oposição, aqui, não é apenas Navalny, mas se refere a protestos em massa”, comentou, ao advertir que Putin é um especialista em barganha. Como efeito da cúpula, Haran vê a possibilidade de os EUA e o Ocidente aumentarem a ajuda à Ucrânia em diferentes esferas. “Em resposta, a Rússia pode começar uma agressão militar contra a Ucrânia, o que pode levar ao aumento drástico das sanções. Mas, Putin não tem recursos para confrontar o Ocidente.”

» Eu acho…

“A cúpula em Genebra envolverá a sensação de que tanto Biden quanto Putin levou o outro a sério e lidou com a contraparte de uma maneira direta. O encontro dará ao norte-americano e ao russo a confiança de que ambos compreendem os pontos de perigo no relacionamento, bem como as áreas de cooperação em potencial.” Robert Legvold, professor de ciência política da Columbia University (Nova York).

“Putin pode tentar usar ações de aliados em diferentes conflitos para complicar a vida dos Estados Unidos. Também deverá manter ataques cibernéticos contra os EUA e o o Ocidente. Pode haver um progresso limitado em alguns campos, mas não um grande avanço. O fato de os dois líderes não participarem de uma entrevista coletiva, ao fim do encontro, é algo simbólico.” Olexiy Haran, professor de política comparativa da Universidade de Kiev-Mohyla.

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