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segunda-feira, 23/02/2026

CEO da Azul avalia novas rotas com cautela

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Azul está considerando abrir novas rotas após sair do Chapter 11, que é uma recuperação judicial nos EUA, informou o CEO John Rodgerson. Ele ressaltou a importância de agir de forma responsável.

Rodgerson comentou que, diferentemente do que muitos esperavam, a Azul não reduziu suas operações durante a recuperação judicial. Agora, com finanças mais saudáveis, a empresa tem mais liberdade para crescer.

Durante o processo de recuperação, ajustes na frota facilitaram negociações com credores. Olhando para o futuro, a empresa pretende usar seus recursos com cuidado.

O CEO explicou que, em anos anteriores, a Azul chegou a receber mais de 20 aeronaves por ano, o que pode resultar em erros de mercado. Agora, com previsão de receber entre 5 a 10 aviões, a companhia poderá escolher melhor onde investir para focar em rotas mais lucrativas.

Expansão internacional

Rodgerson foi questionado sobre a expansão internacional após a American Airlines e United se tornarem acionistas importantes da Azul. Ele destacou que as rotas da Azul são diferentes das dessas empresas e que elas valorizam a conectividade doméstica da aérea.

Enquanto a concorrente Gol tem focado em mercados externos após sair do Chapter 11, a Azul também planeja crescer internacionalmente, embora com mais cautela em 2026, período de transição para a empresa.

A reestruturação da Azul incluiu devolução de aeronaves, renegociação de contratos e realocação da frota. Além dos novos aviões, a empresa pretende reativar cerca de 13 aeronaves que estão paradas por motivos técnicos.

Estadão Conteúdo.

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