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Centenas de autoridades do governo republicano Bush rejeitam voto em Trump

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Essa é a mais recente de uma série de ações do partido a se opor à reeleição de Trump, mais um sinal de que ele alienou parte de seus correligionários

Joe Biden usa máscara de proteção após discursar em Wilmington, Delaware 30/06/2020 (Kevin Lamarque/Reuters)

Centenas de autoridades que trabalharam para o ex-presidente republicano norte-americano George W. Bush devem declarar seu apoio ao candidato presidencial democrata Joe Biden, disseram pessoas envolvidas na iniciativa –mais um grupo de liderança republicana a se opor à reeleição de Donald Trump.

Os funcionários, que incluem secretários de gabinete e outros membros do alto escalão do governo Bush, formaram um comitê de ação política, o 43 Alumni for Biden, para apoiar o ex-vice-presidente na disputa do dia 3 de novembro, disseram três organizadores do grupo à Reuters. Bush foi o 43º presidente do país.

O Super PAC lançará nesta quarta-feira um site e uma página de Facebook, planeja publicar “depoimentos em vídeo” de republicanos destacados elogiando Biden e realizará esforços para incentivar o voto nos Estados mais competitivos, disseram.

O grupo é o mais recente de uma série de organizações do partido governista a se opor à reeleição de Trump, mais um sinal de que ele alienou parte de seus próprios correligionários, ultimamente por causa de sua reação à pandemia de coronavírus e dos protestos nacionais contra a injustiça racial e a brutalidade policial contra os negros norte-americanos.

“Sabemos o que é normal e o que é anormal, o que estamos vendo é altamente anormal. O presidente é um perigo”, disse Jennifer Millikin, uma dos organizadores do 43 Alumni que trabalhou na campanha de reeleição de Bush em 2004 e mais tarde na Administração de Serviços Gerais.

Os outros dois membros que conversaram com a Reuters são Karen Kirksey e Kristopher Purcell. Purcell atuou como autoridade de comunicação na Casa Branca de Bush, e Kirksey participou da campanha de Bush em 2000 e mais tarde trabalhou nos departamentos da Agricultura e do Trabalho.

Millikin disse que o grupo ainda não está pronto para identificar todos seus membros e doadores, mas terá que fornecer uma lista de doadores iniciais à Comissão Eleitoral Federal até outubro.

O escritório de Bush foi informado sobre o grupo, mas o ex-presidente não está envolvido e não indicou se aprova suas metas, disse ela.

Freddy Ford, porta-voz de Bush, disse que ele se aposentou e “não se meterá nesta eleição”.

Bush, que ainda é admirado por republicanos moderados, foi elogiado por dizer que a morte de George Floyd, um homem negro desarmado, sob custódia da polícia de Mineápolis no dia 25 de maio refletiu um “fracasso chocante” e pediu que se dê ouvidos aos manifestantes.

Apesar das diferenças políticas, “centenas” de ex-funcionários de Bush acreditam que Biden tem integridade para enfrentar os desafios da América, disseram membros do 43 Alumni.

(Texto de Tim Reid)

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Explosões deixam Beirute, no Líbano, com cenas de guerra; veja vídeos

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Em vídeos publicados em redes sociais, é possível ouvir um forte barulho, seguido por uma nuvem de fumaça que lembra o formato de cogumelo

Explosão em Beirute: ainda não há informações oficiais sobre mortes e feridos. (Anwar AMRO/AFP)

Uma grande explosão foi vista nesta terça-feira, 4, em Beirute, capital do Líbano. De acordo com o diretor geral da Segurança Geral Abbas Ibrahim, as violentas explosões podem estar ligadas a “materiais explosivos” confiscados e mantidos em um armazém “por anos”.

“Parece que há um armazém contendo materiais confiscados há anos, e parece que eram materiais muito explosivos”, disse. “Os serviços responsáveis estão realizando a investigação, e dirão qual é a natureza do incidente”, acrescentou.

O ministro da Saúde do Líbano disse que mais de 50 pessoas morreram e mais de 2.750 ficaram feridas.

Em vídeos publicados nas redes sociais, é possível ouvir um forte barulho, seguido por uma nuvem de fumaça que lembra o formato de cogumelo — comum em situações em que há explosão de bombas. A explosão mais forte parece ter acontecido depois de uma outra, mais fraca, que já chamava a atenção das pessoas, que começaram a filmá-la.

Há relatos também de danos causados em prédios vizinhos ao local que fica localizado na zona portuária da cidade e de caos nas ruas da região central. Segundo a rede televisiva libanesa LBCI, foi registrado danos na residência do ex-primeiro-ministro Saad Hariri, que fica no centro de Beirute.

Veja os vídeos da explosão registrada em Beirute, no Líbano:

 

 

A tragédia acontece num momento em que o país passa por uma crise econômica sem precedentes. Com uma dívida que chega a 170% do PIB, o governo não tem mais recursos nem para pagar as suas próprias contas de energia, telefone e internet.

Como resultado, as operadoras de celular reduziram a velocidade de conexão em vários lugares onde há repartições públicas. Também acabou o dinheiro para importar o combustível que gera a eletricidade. Resultado: boa parte das cidades está às escuras.

 

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Tempestade Isaias deve recuperar força de furacão ao avançar pelos EUA

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A tempestade tropical Isaias já passou pela Flórida e deve “recuperar a força de um furacão” na fronteira entre a Carolina do Sul e a Carolina do Norte

Isaias: tempestade tropical, que já foi um furacão de categoria 1 ao atravessar o Caribe, deixou um morto em Porto Rico (afp/AFP)

A tempestade tropical Isaias, que se encontrava nesta segunda-feira na costa da Flórida, dirige-se para os estados da Carolina do Sul e Carolina do Norte, onde chegará como um furacão, de acordo com as previsões meteorológicas.

A velocidade máxima dos ventos da tempestade atinge 110 km/h, de acordo com o último boletim das 08H00 (19H00 de Brasília) emitido pelo Centro Nacional de Furacões (NHC), com sede em Miami.

Os serviços meteorológicos preveem que a tempestade “se fortalecerá durante o dia”, de modo que Isaías, depois de passar a manhã desta segunda-feira pela costa da Geórgia, deve “recuperar a força de um furacão” quando chegar  perto da fronteira entre a Carolina do Sul e a Carolina do Norte, na costa leste dos Estados Unidos.

Uma tempestade se enquadra na categoria 1 da escala Saffir-Simpson, composta por cinco níveis, quando a velocidade dos ventos sustentados excede 119 km/h.

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Na guerra do voto por correio nos EUA, Facebook vai contra Trump

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Resultados vão demorar a sair e eleitores precisam se acostumar, disse o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg. Trump já criticou o método de votação

Votação pelo correio: tema de polêmica nos EUA após declarações do presidente Donald Trump (Brian Snyder/Illustration/Reuters)

O voto por correio nos Estados Unidos deve seguir dando o que falar. Após o presidente americano Donald Trump afirmar na semana passada que era a favor de adiar as eleições para evitar que votos fossem feitos pelo correio — o que é permitido nos Estados Unidos em alguns casos —, o Facebook deve entrar na discussão.

Em entrevista ao jornal The New York Times publicada neste fim de semana, o presidente e fundador da companhia, Mark Zuckerberg, afirmou que pretende educar seus usuários acerca desse tipo de votação e da demora natural em contabilizar os votos.

Zuckerberg disse que planeja ter conteúdos informativos com o objetivo de “preparar as pessoas para o fato de que há uma grande probabilidade de que se demore dias ou semanas para contar isso [os votos] — e que não há nada de errado ou ilegítimo nisso.”

O Facebook também está considerando, ainda segundo Zuckerberg, novas regras contra políticos que aleguem vitória de forma prematura, antes do resultado oficial da eleição.

Zuckerberg não mencionou Trump diretamente. Mas o presidente americano vem dando sucessivas declarações contra o voto por correio e questionando sua legitimidade.

Esse tipo de votação, que já era autorizada em parte dos Estados Unidos, vem sendo ampliada em diversos estados americanos em meio à pandemia do novo coronavírus. As eleições presidenciais americanas estão marcadas para 3 de novembro, quando Trump disputará a reeleição contra o democrata Joe Biden.

A declaração mais forte contra a votação à distância veio na semana passada, quando Trump defendeu que as eleições americanas fossem adiadas porque o pleito poderia ser inseguro ao ter parte dos votos pelo correio.

Com a votação pelo correio, escreveu Trump, “2020 será a eleição mais imprecisa e fraudulenta da história. Será uma grande vergonha para os Estados Unidos. Adiem a eleição até que as pessoas possam votar de forma apropriada e segura.”

Na postagem, o presidente americano não deu mais detalhes sobre se fez algum pedido formal para adiamento das eleições e como isso seria feito. Na prática, um presidente não tem poder para adiar o pleito sem que haja aval do Congresso. Não há no momento nenhum tipo de proposta de adiamento das eleições em discussão no Legislativo.

Eleições nas redes sociais

Em outro questionamento de Trump sobre voto pelo correio neste ano, sua postagem terminou sendo marcada pelo Twitter como um aviso de checagem de fatos — o que desencadeou um avanço do governo americano liderado por Trump contra as redes sociais, acusando-as de censura.

O Facebook, por sua vez, vem sendo pressionado a conter o avanço de notícias falsas ou questionamento da legitimidade de instituições em suas redes. Nas eleições de 2016, nas quais Trump foi eleito pela primeira vez, já circularam na internet questionamentos sobre a contagem de votos e a legalidade das eleições.

Na ocasião, a democrata Hillary Clinton venceu em votos absolutos, mas Trump foi eleito porque teve mais delegados no colégio eleitoral. O maior número de votos de Clinton foi questionado por apoiadores de Trump.

Na outra ponta, as redes sociais também vêm sendo questionadas em eleições mundo afora por, segundo críticos, fazerem pouco para combater a circulação de acusações sem fundamento contra candidatos. O Facebook, historicamente, se posiciona dizendo que o que circula em suas redes não será contido, em nome da liberdade de expressão.

Com as pressões constantes, Zuckerberg já admite fazer algumas adaptações. A educação sobre voto pelo correio pode ser uma delas — e novas discussões devem aparecer até a eleição americana em novembro.

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Rússia termina teste de vacina de covid-19 e prevê vacinação em outubro

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A vacina da Rússia não está presente no relatório da OMS e acende dúvidas na comunidade científica

Vacina: Rússia diz que testará proteção em massa em outubro (Kenny Katombe/Reuters)

O governo da Rússia anunciou neste sábado, 1, que irá fazer uma vacinação em massa contra o novo coronavírus já em outubro deste ano. Além deste anúncio, o país, que vem gerando controvérsia sobre a sua vacina, também informou ter finalizado todos os testes de sua proteção e que ela foi capaz de induzir uma resposta imune em todos os voluntários, sem efeitos colaterais ou complicações mais graves.

A informação foi dada pela agência de notícias estatal da Rússia, a RIA. De acordo com a agência, o Instituto Gamaleya está tentando conseguir uma aprovação regulatória para a vacina — um requerimento necessário antes da distribuição.

Os pesquisadores do instituto, antes de tudo, teriam testado as vacinas neles mesmos para avaliar a efetividade do projeto para desenvolver uma resposta imune no organismo humano. Vale notar que todas as vacinas que estão na fase três de testes geraram resposta imune, mas é preciso que a imunidade criada pela vacina no organismo humano seja protetora para evitar os sintomas do contágio pelo novo coronavírus.

Em entrevista a outra agência de notícias russa, a TASS, Denis Manturov, ministro da indústria do país, afirmou que a expectativa é de que “milhões de doses sejam produzidas por mês até 2021”.

No entanto, se a vacina der certo, a Rússia ganhará a nova guerra fria em busca de uma proteção contra a covid-19. Além de aliviar a crise de saúde mundial, que já matou mais de 680 mil pessoas, seria um golpe nos Estados Unidos e no Reino Unido, que recentemente acusaram o país de hackear seus sistemas para derrubar pesquisas sobre vacinas contra a covid-19.

Nenhum estudo relacionado à vacina russa foi divulgado, o que acende dúvidas na comunidade científica em relação à efetividade da proteção. O país tem recebido acusações de que as notícias sobre uma vacina são, na verdade, parte de uma propaganda política.

A fase três de testes começará no início deste mês, segundo um oficial do fundo de investimento do país para uma vacina.

A vacina russa é baseada no adenovírus humano fundido com a espícula de proteína em formato de coroa que dá nome ao coronavírus. É por meio dessa espícula de proteína que o vírus se prende às células humanas e injeta seu material genético para se replicar até causar a apoptose, a morte celular, e, então, partir para a próxima vítima.

Especialistas em saúde pública seguem prevendo as vacinas para meados de 2021.

De acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) do dia 31 de julho, 26 vacinas estão em fase de testes e outras 139 estão em desenvolvimento. Das 26 em testes clínicos, 6 estão na última fase. A vacina da Rússia não está presente no relatório da OMS.

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Austrália adota medidas duras em Melbourne para conter avanço da covid-19

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Medidas foram anunciadas um dia depois do estado de Victoria registrar 429 casos e 13 mortes provocadas por coronavírus

O cidadão que não respeitar o toque de recolher pode ser multado em 1.652 dólares australianos (Darrian Traynor/Getty Images)

As lojas não essenciais de Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, devem fechar as portas a partir da próxima quinta-feira para frear a propagação do novo coronavírus, anunciou o governo do estado de Victoria. O primeiro-ministro de Victoria, Daniel Andrews, afirmou que a maioria dos negócios e empresas devem interromper as atividades a partir de meia-noite de quarta-feira. Supermercados, farmácias e lojas de bebidas permanecerão abertos.

“É de partir o coração ter que fechar os locais de trabalho, mas é o que precisamos fazer para frear o avanço deste vírus extremamente infeccioso”, afirmou Andrews em uma entrevista coletiva. “Este período de seis semanas é absolutamente crítico”, disse.

Alguns sectores, como o da produção de carne ou a construção civil, terão que reduzir as atividades a partir de sexta-feira. Os escritórios públicos também fecharão as portas.

O governo acredita que as medidas evitarão que um milhão de pessoas compareçam aos locais de trabalho.

O anúncio aconteceu um dia depois do estado de Victoria registrar 429 casos e 13 mortes provocadas pela covid-19. No domingo, as autoridades anunciaram um toque de recolher noturno em Melbourne, onde os moradores não podem fazer deslocamentos a mais de cinco quilômetros de suas casas.

Os habitantes de Melbourne devem permanecer em casa das 20h00 às 5h00 até 13 de setembro. Apenas as pessoas que exercem funções essenciais, os profissionais da saúde e aquelas que vão para os hospitais podem sair de suas residências durante a noite. O cidadão que não respeitar o toque de recolher pode ser multado em 1.652 dólares australianos (US$ 1.175).

As medidas drásticas isolam ainda mais Melbourne dentro da Austrália, que conseguiu conter a pandemia.

 

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Cargo de prestígio ou mero auxiliar? Como é ser vice-presidente dos EUA

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O pré-candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, disse que vai anunciar dentro de alguns dias quem o acompanhará na chapa às eleições de novembro

Joe Biden: o candidato, que se for eleito, terá 78 anos ao assumir o cargo, tem claro que se vê como uma figura de transição (Brendan McDermid/File Photo/Reuters)

O pré-candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, anunciará dentro de alguns dias quem o acompanhará na chapa às eleições de novembro. Mas o que realmente faz um vice-presidente nos Estados Unidos?

1. Eles realmente importam?

É possível que a vice-presidência americana não seja tão frustrante e desconcertante quanto o papel de Julia Louis-Dreyfus na série “Veep”, da HBO.

Os vices americanos são um pouco como os músicos de apoio de um show. Percorrem o país, dizendo às pessoas o quanto seu chefe é genial. E embora trabalhem em um dos edifícios mais famosos do mundo, não haverá muitas ruas com seus nomes quando saírem de lá.

Mas mesmo assim, são muito importantes por uma simples razão: estão a um triz da Presidência.

John Tyler, Millard Fillmore, Andrew Johnson, Chester Arthur, Theodore Roosevelt, Calvin Coolidge, Harry Truman e Lyndon Johnson viraram presidentes após a morte do mandatário.

No caso de Johnson, foi depois do assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963. Ele prestou juramento duas horas e oito minutos depois, a bordo do Air Force One. E Gerald Ford o fez apenas meia hora depois de Richard Nixon assinar sua renúncia, em 1974.

2. O que Biden procura?

O vice-presidente de Donald Trump, Mike Pence, se encaixa na imagem tradicional de um segundo violino.

Pence tem funções importantes, inclusive a de coordenar a equipe de resposta do novo coronavírus na Casa Branca, mas sua tarefa principal parece ser elogiar o trabalho de Trump.

Biden, que foi vice nos dois mandatos de Barack Obama, diz estar em busca de algo diferente.

Ele fala com carinho de suas responsabilidades quando ocupava o cargo, enfatizando como dirigiu no governo o resgate maciço da economia em 2009. E diz que quer que seu próprio vice-presidente seja “simpático” como ele.

“Penso que Biden está procurando um parceiro político”, alguém que “realmente funcione como um de seus assessores mais próximos”, disse Joel Goldstein, professor de direito da Universidade de Saint Louis e especialista em vice-presidência.

Biden, que se for eleito, terá 78 anos ao assumir o cargo, tem claro que se vê como uma figura de transição. Seu (sua) adjunto(a), que provavelmente será alguém muito mais jovem, seria essencialmente o(a) próximo(a) candidato(a) democrata.

E visto que Biden declarou que escolherá uma mulher, ela faria História, independentemente de como for a sua gestão.

Só outras duas mulheres foram escolhidas até hoje candidatas à vice-presidência: Geraldine Ferraro em 1984 e Sarah Palin em 2008. Nenhuma delas chegou à Casa Branca.

E se a companheira de chapa de Biden chegar a sucedê-lo, ela se tornaria a primeira mulher a presidir os Estados Unidos.

3. São poderosos?

Formalmente, os vice-presidentes americanos têm a responsabilidade de emitir o voto decisivo quando são gerados becos sem saída no Senado.

Menos formalmente, alguns vice-presidentes, como Dick Cheney no governo de George W. Bush, ganharam fama de serem o verdadeiro poder por trás de um presidente inexperiente.

Mas a suposição de que a vice-presidência é um trampolim perfeito para o cargo mais alto não é tão certa. Apenas 14 vices chegaram à Presidência e deles, nove não foram eleitos, mas chegaram ao Salão Oval após a morte ou a renúncia do presidente.

O último vice-presidente a vencer eleições presidenciais foi George H. W. Bush, que governou entre 1989 e 1993.

4. Alguém se lembra deles?

Diferentemente dos presidentes, poucos vices são lembrados.

Quem ouviu falar de William Rufus King ou de William Wheeler? Mas é claro que há exceções, como Dick Cheney.

Ou Al Gore, que era quase inseparável de Bill Clinton na vice-presidência e, embora tenha perdido por uma margem apertadíssima as eleições presidenciais de 2000, conquistou fama internacional como ativista contra as mudanças climáticas.

Por fim, está o próprio ex-vice-presidente Biden. Se as pesquisas acertarem sobre suas chances de vencer Trump, ele terá um lugar de destaque nos livros de História.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

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