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Carregamento com meia tonelada de maconha é apreendido pela PCDF e PRF

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Entorpecente vinha do Mato Grosso do Sul com destino ao Distrito Federal. Dois homens foram presos por tráfico de drogas e um terceiro envolvido está sendo procurado

A Polícia Civil estima um prejuízo de R$ 1 milhão aos traficantes do Distrito Federal – (crédito: PCDF).

Na noite desta quinta-feita (15/7), os policiais da 19ª Delegacia de Polícia (Setor P Norte-Ceilândia) em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam cerca de meia tonelada de maconha que vinha do Mato Grosso do Sul com destino ao Distrito Federal. O entorpecente estava sendo transportado em dois veículos que foram identificados durante a investigação policial.

A apreensão da droga e a prisão dos dois motoristas envolvidos ocorreu na rodovia próximo à cidade de Anápolis (GO) durante a operação Green Line (linha verde). Além da maconha, foram apreendidos seis quilos de haxixe (droga derivada da maconha, mais forte que a planta originária), e também os veículos utilizados pelos acusados.

Um homem, 25 anos, e outro, 28 anos foram presos em flagrante e responderão pelos crimes de tráfico de drogas, podendo ter aumento na pena por se tratar de atividade interestadual e de associação para fins de tráfico.

Outro envolvido na prática criminosa, apontado por quem iria receber os entorpecentes, foi identificado pelos policiais. No entanto, durante a perseguição ele conseguiu fugir para a cidade de Santa Maria. As investigações seguem para encontrar o terceiro suspeito. Estima-se um prejuízo de R$ 1 milhão aos traficantes do Distrito Federal.

 

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Estelionatária que aplicava golpe do falso PIX foi presa na manhã desta sexta

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Mulher comprava produtos na internet com falso depósito, desistia da compra e pedia um reembolso. Ela aplicou golpes em diversos pontos do DF

(crédito: PCDF/Divulgação)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, na manhã desta sexta-feira (22/10), uma mulher que aplicava golpes de pagamento usando o PIX. A investigada aplicou golpes em diversos pontos do DF e utilizava sites de relacionamento do Facebook para procurar objetos de uso pessoal disponíveis para a venda.

Segundo apurado pelos agentes da 35ª Delegacia de Polícia (DP), o golpe funcionava da seguinte forma: a estelionatária escolhia o produto pela internet, pedia a entrega e simulava o pagamento pelo PIX. Ela enviava um comprovante falso da transferência de dinheiro e depois desistia da compra e pedia a devolução do valor pago.

A suspeita foi presa em flagrante e responderá por estelionato, podendo pegar até cinco anos de prisão.

Fique atento:

Mesmo com o envio do comprovante de transferência bancária, a recomendação é verificar, pelo aplicativo do banco ou extrato bancário, se realmente o valor listado entrou na conta do titular.

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Bebê de seis meses morre em creche irregular em Planaltina, no DF; proprietária é presa

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Caso ocorreu na quarta-feira (20). Segundo polícia, mulher colocou bebê de bruços, em saco, para ficar imobilizada; ela deve responder por homicídio por omissão imprópria.

Creche onde criança morreu em Planaltina, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Um menina de seis meses de idade morreu após passar mal em uma creche irregular no Setor Residencial Leste, em Planaltina, no Distrito Federal. O caso ocorreu na quarta-feira (20). Uma das proprietárias da creche, que também atuava como cuidadora no local, foi presa na noite desta quinta (21) e deve responder por homicídio por omissão imprópria.

A criança chegou a ser levada ao Hospital Regional de Planaltina, mas já estava sem vida. A equipe da unidade de saúde fez manobras de ressuscitação por cerca de 20 minutos e intubou a criança, sem sucesso.

Aos pais, funcionárias da creche disseram à família que a criança se engasgou. No entanto, as investigações apontaram que a menina chorava muito e que a investigada se irritou, entrou no quarto onde a bebê estava, e a colocou em um saco, para que ficasse imobilizada.

A instituição não é cadastrada junto à Secretaria de Educação, nem tem alvará de funcionamento expedido pela Administração Regional de Planaltina. A escola chegou a iniciar o processo de obtenção da licença, mas não concluiu por falta de documentos (veja mais abaixo).

Depoimentos à polícia

Aos investigadores, o pai do bebê disse que foi à creche no fim da tarde, para buscar a filha. No local, foi impedido de entrar no prédio por uma funcionária, que disse que ele teria de esperar a chegada da esposa, para que pudessem falar sobre a filha juntos.

O homem disse que estranhou a situação e, em seguida, recebeu ligação de uma outra funcionária da creche. Ela contou que a criança tinha sido levada ao hospital e o pai se dirigiu ao local, onde encontrou a esposa e uma das donas da creche onde o fato ocorreu.

Nesta quinta, três funcionárias da instituição foram ouvidas. Uma delas disse que ouviu a criança chorando muito no berçário e viu o momento em que uma das proprietárias se irritou, entrou no quarto e fechou a porta. Segundo a mulher, o choro aumentou e, em seguida, parou.

Ainda segundo a funcionária, a dona da creche saiu sozinha do quarto. A monitora disse que entrou no local e encontrou a menina desfalecida. A proprietária então voltou e disse que levaria a criança para o hospital, porque ela tinha engasgado com catarro.

‘Situação precária’

Segundo o delegado Veluziano de Castro, da 31ª Delegacia de Polícia, enquanto esteve no quarto, a mulher colocou a menina no saco, para que desse menos trabalho. Para ele, não há dúvidas de que a morte da criança foi causada pelo comportamento da proprietária.

“Essa morte com certeza está ligada à omissão dessa responsável.”

Ele afirma que a creche é administrada por duas mulheres. A que foi presa atuava diariamente nos cuidados com as crianças e a outra, não.

Segundo o investigador, o estabelecimento atuava de forma precária, atendendo mais de 40 crianças, mas com apenas dois funcionários por turno. “A creche não tem a mínima estrutura de funcionamento, pela demanda”, diz.

O delegado informou que acionou o Conselho Tutelar para apurar se há indícios de maus-tratos contra as outras crianças da creche.

Creche irregular

Em nota, o governo do DF informou que o processo de licenciamento da creche não foi finalizado porque faltavam as autorizações da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Educação.

Após o caso, a Secretaria de Proteção à Ordem Urbanística do DF (DF Legal) informou que vai enviar “uma equipe ao local para averiguar as medidas que podem ser tomadas, uma vez que a mesma [creche] não deveria ter iniciado suas atividades sem todas as licenças válidas”.

Confira o posicionamento do GDF sobre a instituição:

“A instituição não é cadastrada na Secretaria de Educação do Distrito Federal.

A Administração Regional de Planaltina informa que a empresa deu entrada ao pedido de licença de funcionamento em 2020, mas não finalizou a documentação solicitada e, por isso, não obteve a licença.

Em consulta a Rede Sim DF, foi constatado que a mesma havia entrado com pedido de licenciamento, faltando as autorizações por parte da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Educação.

A Secretaria DF Legal informa que não consta em seu banco de dados nenhuma reclamação ou denúncia sobre a creche […], em Planaltina. A pasta diz que enviará uma equipe ao local para averiguar as medidas que podem ser tomadas, uma vez que a mesma não deveria ter iniciado suas atividades sem todas as licenças válidas.

A recomendação da Secretaria de Educação é que os pais ou responsáveis, antes de efetivarem a matrícula, sempre verifiquem se a unidade educacional está em situação regular junto à Secretaria, o que pode ser feito no próprio site da pasta, pelo endereço eletrônico https://www.educacao.df.gov.br/rede-particular-escolas-credenciadas/.”

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Muro desaba sobre funcionário de obra em Vicente Pires

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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para socorrer a vítima por volta das 10h50 desta quinta-feira (21/10). Mesmo ferido, homem estava consciente e orientado

O homem ficou com ferimentos nos membros inferiores e escoriações pelo corpo – (crédito: Reprodução/CBMDF)

Parte do muro de uma obra desabou e acertou um funcionário que trabalhava na região de Vicente Pires, na manhã desta quinta-feira (21/10). O local fica próximo ao supermercado Super Bom, na Rua 4-B. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para socorrer a vítima por volta das 10h50.

Identificado como Adeilson, 41 anos, o homem apresentava ferimentos nos membros inferiores e escoriações pelo corpo. Apesar de estar consciente e orientado, o senhor foi avaliado e transportado para a rede hospitalar.

Segundo relatos de populares, uma máquina que trabalhava na obra atingiu acidentalmente o muro, que veio a desabar e acertou o homem. O CBMDF atendeu a ocorrência empregando três viaturas e doze militares.

Acidente de trabalho

No mês de setembro, especificamente terça-feira (14/9), um trabalhador sofreu uma queda de andaime e foi transportado em estado grave ao Hospital Regional de Taguatinga. O acidente ocorreu na QN 502, na avenida Central em Samambaia Sul, na obra em frente ao Fórum. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o homem, identificado como Ananias Alvino, 63 anos, apresentava ferimento grave no lado direito do abdômen e estava desorientado.

Os trabalhadores do local informaram que a vítima ficou presa pelo abdômen em uma estaca de madeira, que foi retirada antes da chegada das equipes. No local, as equipes encontraram o homem próximo ao tapume de proteção da obra. O Resgate Aéreo chegou a ser acionado, mas o médico do SAMU, que atendeu a vítima, decidiu levá-lo para o Hospital Regional de Taguatinga devido à gravidade dos ferimentos.

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Homem que revendia abortivos em todo o Brasil é preso durante operação

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Segundo as investigações, o suspeito atuava como revendedor para integrantes do grupo criminoso, que abordava mulheres em redes de apoio na internet

Prisão ocorreu em Salvador, na Bahia – (crédito: Divulgação/PCDF)

A polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (21/10), um homem acusado de integrar uma organização criminosa especializada na revenda de remédios abortivos em todo o país por meio da internet. A ação, coordenada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), ocorreu em Salvador (BA) e é a segunda fase da operação Sexto Dia.

Na primeira fase da operação, os investigadores prenderam uma estudante de medicina veterinária, 24 anos, também na Bahia, pela venda de medicamentos ilegais. “À época, cumprimos dois mandados de busca e apreensão nas residências de suspeitos. A principal suspeita informou que realiza a venda dos medicamentos para todo o território nacional por meio da rede social, onde os interessados preenchiam um formulário e citavam a possibilidade de aborto de até 12 semanas”, afirmou o delegado à frente do caso, Dário Freitas.

Operação da PCDF prende homem que revendia abortivos em todo o Brasil

Operação da PCDF prende homem que revendia abortivos em todo o Brasil (foto: Divulgação/PCDF)

As investigações revelaram que a associação criminosa tem como modus operandi a disponibilização de perfis em redes sociais de apoio à mulher. Por lá, o grupo informava a possibilidade de aborto seguro com o uso do medicamento Cytotec. “A venda desse medicamento é restrita a estabelecimentos hospitalares devidamente cadastrados e credenciados junto à autoridade sanitária competente”, completou o delegado.

Segunda fase

Nesta quinta-feira (21/10), os policiais civis cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Salvador. Um homem suspeito de operar a organização criminosa foi preso temporariamente. O Correio apurou que o rapaz, que é motorista, era responsável por revender o abortivo para o grupo. Ele foi ouvido formalmente e poderá ser indiciado pelo crime de venda e exposição à venda de produtos destinados a fins medicinais, de procedência ignorada, com pena de até 15 anos de reclusão.

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Loja da Zara que barrou delegada negra tem código sobre clientes “suspeitos”

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Gerente da Zara de Fortaleza foi indiciada por racismo em caso de delegada negra barrada em loja

(crédito: PCCE/Divulgação)

O gerente da loja Zara de Fortaleza, no Ceará, foi indiciado pela Polícia Civil nesta terça-feira (19/10) pelo crime de racismo. A investigação se deu depois que uma delegada de polícia negra foi barrada ao tentar entrar na unidade em 14 de setembro. A PCCE apresentou detalhes do trabalho em coletiva de imprensa nesta terça.

A delegada estava tomando um sorvete quando foi entrar na loja. De acordo com o estabelecimento, este foi o motivo pelo qual ela foi impedida de entrar na unidade devido à protocolos da covid-19. Porém, minutos antes uma outra pessoa entrou na loja sem utilizar a máscara de forma correta, foi atendida pelo mesmo funcionário, e não foi impedida de entrar na unidade e nem requerido que ela utilizasse o equipamento de proteção de forma correta.

Além disso, o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, disse que a loja utilizava de um código para informar aos funcionários quando alguém “suspeito” entrava no estabelecimento. Pelo  alto-falante, era dito “Zara zerou” quando pessoas negras de vestimenta simples entravam na loja. A informação foi dada, em depoimento, por uma ex-funcionária da Zara.

“Isso era um comando que era dado pra que todos os funcionários da loja ou pelo menos alguns a partir de então começassem a observar aquela pessoa não mais como consumidor, mas como ‘suspeito em potencial’ que precisava ser mantido sob vigilância da loja”, afirma Sérgio Pereira.

As delegadas da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza, que lideram a investigação, concluíram que houve racismo após analisar as imagens de segurança interna da loja e com base no depoimento de oito testemunhas, além da vítima e do suspeito.

O crime de racismo pode gerar reclusão de um a três anos e multa. Agora, o processo será encaminhado para o Ministério Público.  Em nota, A Zara disse que não tolera nenhum tipo de discriminação.

Leia a nota

A Zara Brasil, que não teve acesso ao relatório da autoridade policial até sua divulgação nos meios de comunicação, quer manifestar que colaborará com as autoridades para esclarecer que a atuação da loja durante a pandemia Covid-19 se fundamenta na aplicação dos protocolos de proteção à saúde, já que o decreto governamental em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos. Qualquer outra interpretação não somente se afasta da realidade como também não reflete a política da empresa. A Zara Brasil conta com mais de 1800 pessoas de diversas raças e etnias, identidades de gênero, orientação sexual, religião e cultura. Zara é uma empresa que não tolera nenhum tipo de discriminação e para a qual a diversidade, a multiculturalidade e o respeito são valores inerentes e inseparáveis da cultura corporativa. A Zara rechaça qualquer forma de racismo, que deve ser combatido com a máxima seriedade em todos os aspectos. 

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Homem se recusa a desocupar quarto e coloca fogo em casa da família

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Discussão começou quando o homem se revoltou com pedido para desocupar um quarto, uma vez que ele tem uma casa no terreno

Rua onde o crime ocorreu: havia idosos e crianças na casa – (crédito: Reprodução da internet/Google Maps)

Um homem de 49 anos foi preso na noite desta terça-feira (19/10) por tentativa de homicídio no Bairro Bela Vista, em Contagem, na Grande BH. Ele teria colocado fogo na casa em que mora com a família e ameaçado esfaquear os parentes.

Quando a Polícia Militar (PM) chegou ao local, encontrou uma das moradoras na entrada. A idosa disse que houve uma discussão familiar devido ao excesso de pessoas morando na casa.

O filho ficou inconformado quando foi pedido para desocupar o quarto que utiliza, já que ele tem uma casa no terreno. O homem teria discutido com os pais e com as irmãs e dito que se ele não ficasse na casa, ninguém ficaria. Em seguida o autor ateou fogo na residência.

Os militares entraram no imóvel e encontraram um idoso sentado no sofá da sala com dificuldades para conversar em função da grande quantidade de fumaça. O homem também não conseguia se locomover porque está se recuperando de uma fratura no fêmur. O idoso foi auxiliado pelos policiais para sair.

Ainda no interior da casa havia um bebê de 10 meses e duas crianças de 2 e 5 anos. Todos estavam assustados e tossindo muito por causa da fumaça.

Em um dos quartos os militares encontraram o autor. O homem estava muito nervoso e disse que não aceitava a decisão da família de que ele deveria sair da casa. Ele afirmou que decidiu colocar fogo no imóvel e se matar em seguida. Ainda disse que as os parentes deram sorte que alguém conseguiu apagar o fogo.

Com o suspeito foi encontrada uma faca. Ele contou aos policiais que usaria a arma para atacar quem tentasse impedir que a ação.

O homem foi detido e, quando era encaminhado para a viatura ainda ameaçou a família. “Estou indo preso, mas vou voltar e matar todo mundo. Podem me esperar”, teria dito.

 

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