Durante uma palestra na Universidade de Brasília, realizada para celebrar os 64 anos da instituição, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, enfatizou a importância de proteger a democracia, alertando que ela não pode ser silenciada.
Cármen Lúcia relembrou o período da ditadura brasileira, que durou de 1964 a 1985, e destacou que a população deve permanecer vigilante para evitar o retorno de regimes autoritários.
A ministra afirmou que a vida e a democracia são construídas diariamente e que ambas são frágeis. Segundo ela, sem esforço constante para defendê-las, corremos o risco de perdê-las, seja fisicamente ou em termos de seu verdadeiro significado.
Cármen Lúcia presidiu o STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre 2016 e 2018 e também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além de sua atuação na magistratura, ela é professora titular de direito constitucional na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).
A palestra, além de homenagear os 64 anos da Universidade de Brasília, reforçou o compromisso da comunidade acadêmica com a defesa da democracia no Brasil.
