16.3 C
Brasília
sábado, 20/06/2026

Câncer de rim tem diagnóstico difícil no DF

Brasília
céu pouco nublado
16.3 ° C
16.3 °
16.3 °
78 %
1.6kmh
24 %
sáb
27 °
dom
27 °
seg
28 °
ter
29 °
qua
28 °

Em Brasília

O câncer de rim é um grande desafio para ser detectado cedo no Distrito Federal, conforme aponta a Secretaria de Saúde local. O problema é que, no começo, essa doença não costuma apresentar sinais que possam ser facilmente percebidos. Gustavo Ribas, que é chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da SES-DF, explica que mais da metade dos casos são descobertos por acaso, durante exames feitos por outros motivos, como ultrassonografias ou tomografias do abdômen.

A falta de sintomas no início e a ausência de um programa específico para fazer o rastreamento da população contribuem para que muitos casos passem anos sem serem notados. No DF, são registrados cerca de 45 casos de câncer renal por ano.

Os sintomas mais frequentes incluem sangue na urina, dor constante na região das costas, caroço na barriga ou nas costas, perda de peso sem motivo, cansaço excessivo, febre que não passa e anemia. Para identificar a doença, são usados exames como ultrassonografia abdominal, tomografia com contraste, ressonância magnética em casos especiais, exames de sangue e urina e, às vezes, a biópsia.

A SES-DF destaca que descobrir a doença logo no começo é fundamental para o tratamento funcionar bem. Quando o tumor está apenas no rim, as chances de cura são altas e o tratamento geralmente envolve cirurgia.

Na rede pública de saúde, a porta de entrada para quem precisa de investigação é a unidade básica de saúde. Já na primeira consulta, são pedidos exames iniciais e, dependendo do resultado, o paciente é encaminhado para especialistas. No DF, existem hospitais regionais que fazem cirurgia de câncer em Sobradinho, Ceilândia, Gama e Asa Norte, e unidades de alta complexidade para oncologia no Hospital de Base, no Hospital Universitário de Brasília e no Hospital Regional de Taguatinga.

Veja Também