O Ministério da Saúde iniciou uma campanha especial de vacinação destinada a crianças e jovens de até 15 anos, que acontecerá entre os dias 6 e 31 de outubro. O objetivo é garantir que a caderneta de vacinação dessas pessoas esteja atualizada.
Em 18 de outubro, um sábado, será realizado o “Dia D” da vacinação, quando os postos de saúde estarão abertos para atender a população. Embora a campanha tenha foco em crianças e adolescentes, os adultos responsáveis também poderão atualizar suas vacinas.
Tipos de vacinas disponíveis durante a campanha
- BCG – protege contra formas graves de tuberculose
- Hepatite B
- Penta (DTP/Hib/HB) – protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções por Haemophilus influenzae tipo b
- Poliomielite inativada
- Rotavírus
- Pneumocócica 10 valente (conjugada) – protege contra pneumonia e meningite causadas por pneumococos
- Meningocócica C (conjugada)/ Meningocócica ACWY (conjugada) – protege contra meningite
- Influenza – protege contra a gripe
- Covid-19
- Febre amarela
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
- Varicela – protege contra a catapora
- DTP – protege contra difteria, tétano e coqueluche
- Hepatite A
- HPV
Uma prioridade desta campanha é aumentar a vacinação contra o HPV, pois apenas 82% das meninas e 67% dos meninos entre 9 e 14 anos estão com essa vacina em dia. A vacina contra o HPV ajuda a prevenir cânceres relacionados ao vírus, como o câncer do colo do útero e o câncer de pênis.
Alexandre Padilha, ministro da Saúde, afirmou: “Eu sou pai de uma criança de 10 anos e sempre me certifico de que sua carteira de vacinação está completa. Eu vacinaria minha filha porque confio totalmente na segurança, qualidade e importância das vacinas”.
Além do HPV, o ministério quer reforçar a vacinação contra o sarampo, especialmente após o aumento dos casos na América do Norte. Todos entre 1 ano e 59 anos de idade podem receber essa vacina. Embora o Brasil tenha certificado de área livre do sarampo, em 2025 foram registrados 31 casos importados da doença no país.
Alexandre Padilha também destacou: “Quero lembrar às famílias que não houve paralisia infantil, meningite ou outras doenças graves porque nossos antepassados enfrentaram dificuldades para garantir a vacinação”.
Essas ações são essenciais para a saúde das crianças, adolescentes e toda a comunidade.
