Dois dias após o presidente americano Donald Trump surpreender o mundo ao mostrar apoio para a liberação dos documentos confidenciais relacionados ao caso Epstein, a Câmara dos EUA aprovou o projeto que exige que o Departamento de Justiça publique esses arquivos.
Assim como no Brasil, o texto segue agora para análise no Senado americano, porém ainda existem dúvidas sobre sua aprovação. Trump afirmou que sancionará o projeto caso ele receba a aprovação do Congresso.
Recentemente, o Comitê de Supervisão da Câmara revelou uma série de e-mails que foram solicitados no início deste ano. Esses e-mails consistem em correspondências trocadas pelo bilionário ao longo de 15 anos.
Em várias mensagens, Epstein faz menção a Trump, comentando de forma irônica sobre seu estado mental, sugerindo a existência de segredos comprometedores e abordando acontecimentos que envolvem pessoas próximas ao republicano.
Outra mensagem relata que o então amigo de Epstein, Trump, passou horas em sua residência com uma menor que era vítima de sua rede de exploração sexual.
Em uma entrevista concedida em 2019, Epstein declarou que Trump foi seu “amigo mais próximo por uma década”. Jeffrey Epstein morreu por suicídio na prisão em agosto de 2019, antes do seu julgamento e após ser denunciado por tráfico sexual de menores e formação de quadrilha.
