O Instituto Brasília Ambiental, por meio de sua Unidade de Educação Ambiental, aprovou quatro propostas na Câmara de Compensação Ambiental/Florestal, destinando mais de R$ 1 milhão para ações de educação ambiental em 2025.
Entre as iniciativas, destaca-se a campanha de Prevenção a Incêndios Florestais do Programa de Prevenção (Ppcif) para 2025 e 2026. Pela primeira vez, a campanha contará com uma comunicação integrada, incluindo a criação de uma mascote chamada Tatá, material para vários públicos e alinhamento entre instituições parceiras.
Outra ação é o projeto político-pedagógico do programa Parque Educador, que reunirá conhecimentos, metodologias e processos de gestão, servindo como guia para o programa. Também será feita a compra de materiais e equipamentos para o programa, que após sete anos de funcionamento, precisa renovar móveis, instrumentos e suprimentos.
Além disso, serão produzidos e impressos materiais ecopedagógicos para o programa Eu Amo o Cerrado e o Mapa Ambiental, permitindo a reposição de estoques e a criação de novas publicações sobre a biodiversidade do Cerrado, fortalecendo a presença em eventos educativos.
A governadora em exercício, Celina Leão, ressaltou a importância das políticas de educação ambiental para capacitar cidadãos e servidores, promovendo sustentabilidade e benefícios econômicos, sociais e ambientais. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou os servidores pelo empenho, destacando o grande número de atendimentos nos programas.
Em 2025, o programa Parque Educador atendeu quase quatro mil crianças, alcançando cerca de 24 mil estudantes desde 2018. O Eu Amo o Cerrado distribuiu mais de 30 mil publicações, e o Centro de Práticas Sustentáveis atingiu mais de 20 mil pessoas. Projetos ligados ao licenciamento analisaram mais de 100 processos, impactando milhares de moradores do Distrito Federal.
Para 2026, a expectativa é fortalecer as iniciativas e melhorar os processos de gestão, buscando maximizar os resultados dos investimentos e diminuir problemas ambientais futuros, conforme o gestor Luiz Felipe Blanco de Alencar.
Com informações do Brasília Ambiental
