Pular para o conteúdo
Dólar R$ 5,08 ▼ 0,57% Euro R$ 5,87 ▼ 0,00% Libra R$ 6,84 ▼ 0,18% Bitcoin R$ 333.134 ▲ 0,34%
Mundo

Brasileira morre após cair em vulcão na Indonésia

Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, registrou suas últimas imagens momentos antes de escorregar em uma vala em um vulcão na Indonésia. A família da publicitária confirmou seu falecimento nesta terça-feira (24/6) através das redes sociais. Juliana permaneceu quatro dias aguardando o resgate.

No vídeo, gravado pouco antes do acidente, Juliana aparece com uma amiga estrangeira elogiando a ilha turística de Lombok, localizada no Monte Rinjani, na Indonésia.

Enquanto percorriam a trilha na montanha, a colega inicia um vídeo mostrando a bela paisagem do local. Animadas, ambas comentam sobre a vista deslumbrante de um dos pontos mais altos da ilha. “Agora, estamos aqui. A vista é incrível”, disse a amiga em inglês. “Sim, tudo isso foi por essa vista”, foi a última fala de Juliana no vídeo, antes de continuar rindo e seguir pela trilha, sem imaginar o trágico destino que a aguardava.

De acordo com a família, era o segundo dia de Juliana na Indonésia, e o cansaço causado pela viagem contribuiu para o acidente. Ao escorregar durante o trajeto, ela parou a 300 metros do grupo de turistas e do guia.

Publicidade

Detalhes do acidente

Juliana Marins, de 26 anos, deslizou por uma vala enquanto percorria a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok. Ela estava fazendo um mochilão pela Ásia e acompanhada de outros turistas que contrataram uma empresa local para o passeio.

Depois de cair, Juliana ficou a cerca de 300 metros do grupo. A família usou as redes sociais para informar que o resgate foi interrompido na segunda-feira (23/6) devido às condições climáticas adversas na região.

Na terça-feira (24/6), foi confirmada a morte da jovem pelo resgate, conforme comunicado da família nas redes sociais.

Após o acidente, a irmã de Juliana cobrou as autoridades para acelerar a operação de resgate, buscando chamar atenção da imprensa e garantir que a jovem fosse socorrida o quanto antes.

Operação de resgate e dificuldades

Na segunda (às 6h30 no horário local), foi registrada a última imagem de Juliana imóvel, a 500 metros do penhasco segundo informações do Parque Nacional do Monte Rinjani.

A operação de busca e salvamento contou com um grupo de voluntários alpinistas e o suporte de um helicóptero, mas as condições climáticas dificultaram bastante o trabalho.

De acordo com a organização comunitária de resgate, os fortes nevoeiros no local impediram o sucesso total da assistência aérea pelo helicóptero. Sete socorristas conseguiram se aproximar da posição da jovem, porém precisaram interromper o resgate e montar um acampamento emergencial devido ao anoitecer.

Na tarde de terça-feira, a família de Juliana confirmou oficialmente sua morte pelas redes sociais, encerrando as buscas.

Boletim Imprensa Pública

Comece o dia bem informado

O essencial do DF, do Entorno e do Brasil, de graça, no seu e-mail.