Seis países da América Latina e Europa declararam sua oposição firme a qualquer tipo de intervenção ou influência externa na administração da Venezuela. Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai enfatizaram a importância do respeito à soberania nacional e à autodeterminação do povo venezuelano.
Os governos dessas nações afirmaram que a estabilidade da Venezuela deve ser alcançada por meio do diálogo e do consenso interno, sem imposições externas. Eles alertaram contra qualquer ação que possa prejudicar o processo democrático e a paz na região.
Essa posição conjunta reflete a intenção de preservar a integridade territorial e garantir que decisões políticas sejam tomadas exclusivamente pelos cidadãos venezuelanos, respeitando as normas do direito internacional.
