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Argentina em quarentena atinge 1.000 mortes por covid-19

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Na Argentina, há uma quarentena severa que começou no fim de março e vai até 28 de junho

Argentina: número de casos de coronavírus no país é baixo na comparação com a América do Sul (Anton Petrus/Reuters Business)

As mortes por coronavírus na Argentina chegaram a 1.000 nesse domingo (21), de um total de 41.204 casos confirmados. O país mantém isolamento obrigatório para combater os efeitos da pandemia que afeta a população mundial.

O governo argentino disse que 12.728 pessoas se recuperaram do vírus. “Quanto aos casos confirmados, 1.046 são importados, 15.528 são contatos próximos de casos confirmados, 17.095 são casos de circulação comunitária e o restante está sob investigação epidemiológica”, mostrou relatório do Ministério da Saúde.

Na Argentina, há uma quarentena severa que começou no fim de março e vai até 28 de junho, mais grave na capital e em grandes regiões urbanas, a fim de impedir a propagação do novo coronavírus.

Os números de contágio na Argentina registram níveis muito mais baixos do que no Brasil, onde se estima que estejam concentradas mais da metade das infecções na América Latina.

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Em primeira viagem ao exterior, presidente do México encontrará Trump

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Apesar das críticas do republicano aos latinos, López Obrador optou pelo pragmatismo para lidar com o imprevisível Trump

Andres Manuel Lopez Obrador: objetivo da visita será celebrar a entrada em vigor do novo acordo de livre-comércio norte-americano T-MEC (ou USMCA, na sigla em inglês) (Hector Vivas/Getty Images)

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, visita nesta quarta-feira (8) seu colega americano, Donald Trump, conhecido por sua dura retórica antimexicana, em um ponto crítico da pandemia e no calor da campanha presidencial de novembro nos EUA.

É a primeira viagem de López Obrador ao exterior em 18 meses de governo, na qual ele optou pelo pragmatismo para lidar com o imprevisível Trump. Na campanha eleitoral de 2016, o então candidato americano chamou os mexicanos de “estupradores” e “criminosos” e insistiu na construção de um muro na fronteira.

Segundo AMLO, amanhã, o objetivo será celebrar a entrada em vigor do novo acordo de livre-comércio norte-americano T-MEC (ou USMCA, na sigla em inglês) e agradecer a Trump por facilitar a compra de equipamentos para enfrentar a COVID-19.

Com mais de 30.000 mortos, o México é o segundo país com mais vítimas fatais pela doença na América Latina.

“Não é surpreendente que AMLO faça sua primeira viagem para fora do país, como presidente, à Casa Branca. Sua política para os Estados Unidos sob Trump tem sido (…) evitar qualquer conflito”, e ele conseguiu, disse à AFP o diretor do “think tank” Inter-American Dialogue, Michael Shifter, com sede em Washington.

O presidente mexicano, que embarca hoje e retorna na quinta-feira, concentra no T-MEC suas esperanças de recuperação da economia mexicana, que poderá cair até 8,8% este ano, devido à crise da saúde.

Para além do acordo comercial, que também envolve o Canadá, a visita de López Obrador ocorre a quatro meses da eleição presidencial.

Críticas à visita

Os congressistas democratas hispânicos pediram a Trump que cancele o encontro, alegando que “politiza” a relação bilateral.

Em nota divulgada ontem, porém, a Casa Branca disse que o presidente receberá López Obrador “como parte de sua aliança contínua sobre comércio, saúde e outros assuntos fundamentais para a prosperidade e a segurança da região”.

Diante da insistência dos comentários de que Trump poderá usar a reunião para fins eleitorais, López Obrador alega que não viaja para “fazer política partidária”, mas para uma “reunião de trabalho”.

Ele afirma, porém, que “a política é como andar na corda bamba, é preciso correr riscos”.

Hoje, vivem nos EUA cerca de 12 milhões de pessoas nascidas no México e 26 milhões de segunda, ou terceira, gerações. Em 2019, suas remessas para sua terra natal somaram US$ 36,045 bilhões.

Superado nas pesquisas de opinião por seu concorrente democrata Joe Biden, o presidente dos EUA lida com os efeitos devastadores da COVID-19, que fez dos Estados Unidos o país com mais mortes (130.000) e infectados (2,8 milhões).

O presidente mexicano descartou uma reunião com Biden, argumentando que “não seria correto (…) falar com candidatos”.

Na opinião do ex-ministro das Relações Exteriores Jorge Castañeda (2000-2003), a visita de López Obrador é “desnecessária”, apresenta “muitos riscos e nenhuma vantagem para o México” – além de não agregar nada ao T-MEC.

Castañeda questiona que o presidente possa acabar dando um impulso eleitoral a Trump, sem sequer poder abordar temas urgentes para o país, como o envio dos Estados Unidos para o México de demandantes de refúgio, enquanto aguardam uma resposta dos órgãos competentes, uma medida imposta por Washington.

Também não está na pauta a crescente deportação de mexicanos que vivem há anos nos Estados Unidos, ou o cancelamento de vistos de trabalho sob o pretexto da crise deflagrada pela pandemia.

Castañeda sustenta que outras questões deveriam estar sobre a mesa, como os danos sofridos pelas comunidades fronteiriças mexicanas pelas restrições de trânsito, devido à COVID-19, assim como o tráfico de drogas e armas que causa milhares de mortes no país latino-americano.

“Mas agora Trump se dedica exclusivamente à sua reeleição, à pandemia e à economia … Não parece um momento muito favorável”, acrescenta.

Para o internacionalista Hernán Gómez, o encontro ajuda Trump a “reforçar sua narrativa de que alcançou sucesso nas promessas de campanha”, ao substituir o NAFTA (na sigla em inglês) pelo T-MEC.

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Bolsonaro, Boris Johnson e Trudeau: quais líderes já pegaram coronavírus?

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Líderes mundiais, como o presidente canadense e o primeiro-ministro do Reino Unido, que chegou a ficar internado, também tiveram coronavírus

Jair Bolsonaro: presidente fez o exame após apresentar sintomas da covid-19, como febre de 38º C, cansaço e dor muscular (Isac Nobrega/Flickr)

Além do presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que afirmou nesta terça-feira ter sido contaminado pela covid-19, outros líderes mundiais também tiveram diagnósticos positivos. O primeiro-ministro inglês, Boris Johnson, foi um desses nomes. No Reino Unido, outra figura importante também teve covid-19: o herdeiro do trono e futuro chefe de Estado do país, Príncipe Charles.

No Irã, um dos países que viveram momentos dramáticos com a alta da infecções, o vice-presidente Eshaq Jahangiri também foi infectado. Já na América Central, o presidente de Honduras precisou ficar internado por 16 dias. Veja abaixo a lista de líderes mundiais que contraíram o vírus.

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil

BOLSONARO: ao se unir ao centrão, o presidente está apenas fazendo jus à sua própria trajetória política.

O presidente do Brasil Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira que contraiu o novo coronavírus. O presidente fez o exame após apresentar sintomas da covid-19, como febre de 38º C, cansaço e dor muscular. Bolsonaro tem histórico de minimizar o impacto da doença, que oficialmente já contaminou pelo menos 1,6 milhão de brasileiros e matou mais de 65.000.

Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, e esposa

Justin Trudeau Sophie Trudeau

A esposa do primeiro-ministro canadense Justin Trudeau teve a covid-19 no mês de março, quando a pandemia ainda estava no ínicio, e precisou ficar em isolamento. O político também ficou em isolamento com a esposa, mas não apresentou sintomas.

Príncipe Charles do Reino Unido

príncipe charles

Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles foi diagosticado com a covid-19, causada pelo novo coronavírus também em março. Charles tem 71 anos e é o filho mais velho da rainha Elizabeth II.

Eshaq Jahangiri, vice-presidente do Irã

De acordo com a rede de TV Al Jazeera, o vice-presidente do Irã foi outro líder mundial que também contraiu a covid-19, assim como dois ministros do país também no mês de março.

Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson foi diagnosticado com a covid-19 no final de março, teve complicações e precisou ser internado poucos dias depois. O primeiro-ministro chegou a passar alguns dias na unidade de tratamento intensivo.

Príncipe Albert II de Mônaco

O chefe de Estado do principado de Mônaco também teve a covid-19. Com 62 anos, Albert II não teve complicações da saúde.

Juan Orlando Hernández, presidente de Honduras

Na América Central, o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, foi outro líder mundial diagnosticado com a covid-19 e precisou ficar internado por 16 dias em junho.

Francis Suárez, prefeito de Miami

Após encontro com a comitiva brasileira do presidente Jair Bolsonaro, que teve diversos casos de confirmados de covid-19, o prefeito de Miami foi outro líder diagnosticado com o novo coronavírus.

 

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Reino Unido deve abrir mão da Huawei para seu 5G; China reage

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Embaixador chinês no Reino Unido disse que o país terá de suportar as consequências se não permitir que a Huawei se envolva nas redes de telecomunicações

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Austrália fecha fronteira estadual pela 1ª vez em 100 anos por covid-19

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Número de casos de covid-19 de Melbourne aumentou nos últimos dias, o que levou autoridades a adotarem medidas rígidas de distanciamento social

Austrália: o estado de Vitória relatou 127 infecções novas por covid-19 de domingo para segunda-feira (James Ross/Reuters)

A fronteira entre os dois Estados mais populosos da Austrália fechará a partir de terça-feira por tempo indeterminado, disse o premiê do Estado de Vitória, Daniel Andrews, nesta segunda-feira, devido a um surto local de coronavírus.

A decisão marca a primeira vez em que a divisa com a vizinha Nova Gales do Sul foi fechada em 100 anos – autoridades impediram a circulação entre os dois Estados em 1919, durante a pandemia de gripe espanhola.

O número de casos de Covid-19 de Melbourne, a capital de Vitória, aumentou nos últimos dias, o que levou as autoridades a imporem ordens rígidas de distanciamento social em 30 subúrbios e a colocar nove torres de moradias públicas em isolamento total.

O Estado relatou 127 infecções novas por Covid-19 de domingo para segunda-feira, seu maior aumento de um dia desde que a pandemia começou, e também uma morte, a primeira do país em mais de duas semanas, o que elevou o total nacional a 105.

“É a decisão sensata, a decisão certa neste momento, dados os desafios significativos que enfrentamos para conter o vírus”, disse Andrews aos repórteres em Melbourne ao anunciar o fechamento da fronteira.

Mas a interdição provavelmente será um golpe na recuperação econômica da Austrália, que ruma para sua primeira recessão em quase três décadas.

Andrews disse que a decisão de fechar a fronteira, que entra em vigor às 23h59 de terça-feira, foi tomada juntamente com o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, e com a premiê de Nova Gales do Sul, Gladys Berejiklian. A única outra divisa interna de Vitória, com o Estado da Austrália do Sul, já está fechada.

A Austrália está se saindo melhor do que muitos países durante a pandemia de coronavírus, já que teve pouco menos de 8.500 casos até o momento, mas o surto de Melbourne causou alarme. O país relatou uma média de 109 casos diários na semana passada – na primeira semana de junho a média foi de somente 9 casos diários.

 

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Coronavírus deixa 73 países em risco de escassez de remédios para HIV

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Pesquisa indica que interrupção no acesso a esses medicamentos por seis meses poderia levar ao dobro nas mortes por Aids na África Subsaariana

Setenta e três países alertaram que estão em risco de ficar sem medicamentos antirretrovirais (ARV) em razão da pandemia de covid-19, de acordo com pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizada antes da conferência bianual da Sociedade Internacional de Aids. Vinte e quatro países relataram que estão com baixo estoque de ARVs ou sofrem com interrupções no fornecimento desses medicamentos que salvam vidas.

A pesquisa se deu após uma previsão, em maio, de que uma interrupção de seis meses no acesso a esses medicamentos poderia levar ao dobro nas mortes por Aids na África Subsaariana – apenas em 2020.

Em 2019, aproximadamente 8,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelos antirretrovirais nos 24 países que estão enfrentando a escassez no fornecimento.

O número representa cerca de um terço de todas as pessoas no mundo que estão em tratamento contra o HIV. Apesar de não haver cura, os antirretrovirais podem controlar o vírus.

A incapacidade dos fornecedores de entregarem os antirretrovirais dentro do prazo e a paralisação dos serviços de transportes terrestre e aéreo estão entre as causas das interrupções citadas na pesquisa. O acesso limitado aos serviços de saúde em decorrência da pandemia também é um fator preponderante.

“As descobertas dessa pesquisa são muito preocupantes. Países e seus parceiros precisam fazer tudo que puderem para garantir, a quem precisa, o acesso ao tratamento contra o HIV. Não podemos permitir que a pandemia de covid-19 desfaça todas as conquistas na resposta global a essa doença”, alertou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Procurada pela reportagem, a OMS ainda não divulgou a lista dos países que relataram risco de escassez dos medicamentos contra HIV.

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União Europeia autoriza venda do remdesivir contra o coronavírus

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Estudo mostra que os pacientes com covid-19 e tratados com remdesivir se recuperam em média quatro dias antes que os demais enfermos

Coronavírus: este é o torna o primeiro remédio autorizado na UE para o tratamento da covid-19 (Gilead Sciences Inc/Handout/Reuters)

A Comissão Europeia autorizou provisoriamente a venda do medicamento antiviral remdesivir para o tratamento de pacientes com coronavírus na União Europeia (UE), depois da aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

O Executivo comunitário concedeu “uma autorização de comercialização condicional para o medicamento remdesivir, que se torna o primeiro remédio autorizado a nível da UE para o tratamento da COVID-19”, afirma um comunicado.

“Concedemos esta autorização menos de um mês depois da apresentação do pedido”, afirmou a comissária da Saúde, Stella Kyriakides, para quem isto demonstra “a determinação da UE de responder rapidamente” aos novos tratamentos.

A autorização de comercialização condicional na UE é reservada aos fármacos cujos benefícios são considerados maiores que os riscos, apesar de não contar ainda com dados completos. A duração é de um ano, com possibilidade de renovação.

A molécula do laboratório americano Gilead Sciences foi desenvolvida para tratar os pacientes com febre hemorrágica ebola, sem sucesso, mas durante um teste nos Estados Unidos o remédio mostrou certa eficácia contra a COVID-19.

De acordo com o estudo, os pacientes com esta doença e tratados com remdesivir se recuperam em média quatro dias antes que os demais enfermos. Seu uso já foi autorizado em casos de emergência nos Estados Unidos e Japão.

Em sua recomendação, prévia à autorização da Comissão com a aprovação dos 27 países europeus, a EMA propõe seu uso para adultos e adolescentes a partir dos 12 anos que sofrem de pneumonia e precisam de oxigênio.

O novo coronavírus provocou mais de 500.000 mortes no mundo desde que foi detectado em dezembro, de acordo com um balanço da AFP com base em fontes oficiais. A Europa é a região do mundo com mais mortes, quase 200.000.

De modo paralelo, cientista de todo o mundo lutam contra o tempo para desenvolver uma vacina contra o coronavírus.

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