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Apple Watch ganha loja de apps própria e mais independência do iPhone

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As questões de saúde, um dos focos da Apple ao desenvolver o relógio inteligente, também ganham novidades

APPLE WATCH: Gadget ganha novo sistema operacional e loja própria (Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images)

San José (EUA) — A Apple apresentou nesta segunda-feira o WatchOS 6, novo sistema operacional do Apple Watch, que trará ao relógio inteligente da empresa uma loja de aplicativos própria e mais independência em relação ao iPhone.

A versão atualizada do sistema operacional do Apple Watch também permitirá o uso de aplicativos desenvolvidos especificamente para o dispositivo e que não requerem que ele esteja vinculado a um iPhone. Além disso, os programas poderão ser comprados e instalados diretamente no relógio.

Outras novidades do WatchOS6 são a inclusão de três aplicativos nativos: um para audiolivros, um gravador de voz e uma calculadora, que traz vários recursos extras, como uma opção para dividir rapidamente uma conta com amigos em um restaurante.

As questões de saúde, um dos focos da Apple ao desenvolver o relógio inteligente, também ganham novidades. O WatchOS6 terá uma ferramenta para que as mulheres possam fazer um acompanhamento de seu ciclo menstrual. Será possível registrar ocorrências, conferir previsões e até receber notificação quando o período for começar.

No entanto, esse tipo de ferramenta tem causado polêmica no mercado. Empresas que já ofereciam serviços similares se envolveram em um grande escândalo após a revelação de que dados das usuárias estavam sendo compartilhadas com o Facebook e outros aplicativos.

“No WatchOS 6, o aplicativo de acompanhamento do ciclo (menstrual) dá (às mulheres) uma maneira simples e discreta de visualizar o ciclo diretamente no pulso”, explicou Sumbul Desai, médica da Califórnia convidada pela Apple para apresentar a novidade ao público na WWDC19.

Os anúncios foram feitos na abertura da WWDC19, a conferência anual de desenvolvedores da Apple, que acontece ao longo desta semana em San José, na Califórnia.

 

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Netflix pode ganhar plano de assinatura mais barato

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Exclusivo para a transmissão em smartphones e tablets, opção já foi testada na Índia e pode chegar em novos mercados

Netflix: serviço já oferece plano mais barato com transmissão exclusiva para celulares e tablets (Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images)

São Paulo – Em breve poderá ficar mais barato manter sua conta na Netflix. Após testes na Índia, a companhia de streaming está considerando ampliar a oferta de um plano de assinatura exclusivo para a transmissão de conteúdo em dispositivos móveis, como celulares e tablets. Se chegar ao Brasil, o pacote poderá custar pouco mais de 10 reais por mês.

Por 199 rúpias indianas mensais, o equivalente a 11,65 reais em conversão direta, o plano mobile ofertado na Índia é consideravelmente mais barato do que os oferecidos por aqui. A assinatura mais simples, que dá direito a transmissão em apenas uma tela e com qualidade HD, custa 21,90 reais por mês

A ideia de ampliar o serviço veio do chefe de produtos da companhia de Los Gatos, na Califórnia. Durante a reunião de apresentação dos resultados financeiros obtidos no terceiro trimestre deste ano, Gregory Peters afirmou que a opção mais em conta poderia chegar em outros mercados que tivessem “condições semelhantes” às indianas.

Apesar de incerta, a chegada do plano por aqui faria sentido. A alternativa mais barata foi lançada na Índia por conta da competição agressiva que a companhia vinha sofrendo no País. Serviços como Amazon Prime Video e Zee Entertainment já ofertavam pacotes por 129 e 99 rúpias por mês, enquanto a assinatura Netflix custava 499 rúpias.

No Brasil, a companhia comandada por Reed Hastings começa a perder o conforto conquistado nos últimos anos. A chegada de plataformas de streaming da Disney e da Warner, por exemplo, preocupa. Além disso, a Amazon recentemente reduziu o preço da assinatura do Prime Video para 14,90 reais por mês (durante os primeiros seis meses o preço é de 7,90 reais).

 

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Uber lança modo de viagem para levar animal de estimação

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Para levar o bichinho, o passageiro deverá selecionar a opção “Uber Pet” e pagar uma taxa extra sobre o valor da corrida

Uber Pet: passageiro deverá pagar taxa a mais para transportar animal de estimação (heatherwalker/Getty Images)

Um novo recurso do Uber permitirá que animais de estimação também peguem caronas no aplicativo de transporte, junto com seus donos. Chamada de Uber Pet, a função vai começar a ser liberada para cidades selecionadas a partir do dia 16 de outubro nos Estados Unidos.

Para levar os bichinhos, o passageiro pagará uma taxa de US$ 3 a US$ 5 sobre o valor da corrida. O Uber Pet será mais uma opção no app ao lado de Uber X, Uber Black e Uber Juntos. Até então, o aplicativo recomendava que o usuário entrasse em contato com o motorista para avisar que estava levando um animal. Como alguns motoristas têm alergias ou não querem sujeiras no carro, muitas vezes as corridas eram canceladas.

Com o Uber Pet, os motoristas que não quiserem animais no carro detalham essa condição no aplicativo, afirma a empresa. “Esse novo recurso permite que você comunique a um motorista que vai levar um amigo peludo (ou com escamas!) na corrida do Uber”, disse a empresa em postagem em seu blog.

“Construímos essa função para dar tranquilidade aos motoristas. “Ainda não há previsão para o Uber Pet chegar ao Brasil.

Nova modalidade

Semana passada, o Uber também anunciou o lançamento da categoria Comfort no Brasil. Mais cara que a UberX, a função terá carros mais espaçosos, motoristas mais experientes e permitirá que passageiro escolha a temperatura do carro e até peça para o motorista conversar ou ficar em silêncio durante a viagem.

Lançado nos EUA em julho, o Comfort chegará ao País em novembro. De acordo com a companhia, a nova modalidade foi criada pensando nos usuários frequentes do aplicativo. “Muita gente já passou por situações assim. Você entra no carro cansado e tudo o que precisa naquele momento é de um pouco de sossego”, disse, em nota, Claudia Woods, diretora-geral do Uber no Brasil.

 

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Jogo de League of Legends para celular chega em 2020

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Investindo nos jogos para smartphones, Riot Games desenvolve novo jogo de League of Legends para mobile

Jogos: Riot Games desenvolve jogo de League of Legends para dispositivos móveis (Riot Games/YouTube/Reprodução)

São Paulo – O jogo mais popular da companhia Riot Games, League of Legends, irá ganhar uma versão para smartphones em 2020. O game, do gênero MOBA – multiplayer online battle arena -, lançado em 2009, fechou o ano de 2018 com quase 100 milhões de jogadores mensais. A fim de expandir o universo, a empresa desenvolvedora anunciou o jogo League of Legends: Wild Rift, que foi construído especialmente para jogadores que preferem os dispositivos portáteis.

Com o objetivo de destruir a estabilidade das equipes adversárias, LoL é um jogo que permite que os usuários formem times – e cada usuário representa o campeão que escolher – para vencer partidas únicas. Inicialmente, o jogo foi desenvolvido em parceria com a Microsoft e a Apple, para ser jogável nos computadores das respectivas companhias.

Com o sucesso do jogo, porém, a Riot começou a investir em outros formatos – a empresa já registrou, como um dos novos produtos, o jogo digital de cartas chamado Legends of Runeterra, que também será multijogador -. Confira, abaixo, o vídeo de divulgação do game Wild Rift:

De acordo com a empresa, a essência do jogo permanecerá a mesma – o usuário poderá escolher entre – inicialmente – 40 campeões, como Jinx, Leona e Kayle.

Em entrevista para o portal BleedingCool, um representante da companhia informou que a intenção não é apenas transportar o clássico LoL para as telas dos celulares: “Nós queremos garantir que o Wild Rift pareça ter sido projetado para novas plataformas, e aproveitar essa oportunidade para realizar melhorias no jogo”.

Para os que já jogam no computador, não existirá – por enquanto – a possibilidade de compartilhar o mesmo jogo entre duas ou mais plataformas. “Embora você não consiga utilizar as recompensas já recebidas no jogo de computador, receberá algumas recompensas interessantes pelo tempo que gastou na versão para PC”, complementou o porta-voz para a BleedingCool.

A Riot não é a única entre as grandes do setor a investir em jogos voltados especificamente para celulares: a Nintendo, um dos maiores nomes na indústria de jogos eletrônicos, lançou recentemente a versão mobile do jogo Mario Kart Tour, de forma gratuita. Ainda não há uma data exata para o lançamento do game Wild Rift.

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