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Apple usa realidade virtual para transformar usuário em músico do U2

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A Apple e o U2 fecharam uma parceria para oferecer aos fãs uma experiência de realidade virtual. A empresa e a banda têm trabalhado juntas há algum tempo. No ano passado, usuários do iOS receberam de graça o novo álbum da banda, ‘Songs of Innocence’, atitude que gerou polêmica pelo fato de as pessoas não conseguirem remover as músicas de seu dispositivo.

Dessa vez, a ideia é diferente. O Experience Bus, um ônibus estacionado em Londres, Inglaterra, usa a tecnologia para colocar as pessoas ao lado dos músicos para cantar a música “Song for someone”.

Reprodução

Além de conseguir olhar o cenário em todas as direções, como se estivesse realmente no palco, quem participar da experiência consegue ter uma ideia de como é ser um rockstar. Os fãs na multidão chegam a cantar a música.

O Experience Bus vai acompanhar o U2 em quatro shows em Paris e 2 shows em Dublin.

Via Mashable

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Leilão da Receita tem Mi 9 da Xiaomi e Xbox One por R$ 800; confira

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Leilão, que é destinado tanto a pessoas físicas quanto jurídicas, acontece nesta sexta-feira, 20

Xbox One (Sezgin Pancar/Getty Images)

Na mesma semana que a nova geração dos videogames Xbox Series e PlayStation 5 chega ao Brasil, a Receita Federal realiza um leilão com boas oportunidades para adquirir produtos eletrônicos, como celulares e consoles, por um preço mais acessível. Entre os 55 lotes disponíveis, os consumidores podem encontrar produtos como o smartphone Mi 9 da chinesa Xiaomi e o Xbox One por lotes a partir de 800 reais.

Os lotes 28 e 29 contam com os mesmos produtos, sendo um videogame Xbox One S acompanhado de dois controles e duas unidades do celular Mi 9, da Xiaomi, com 128 GB de memória — além dos acessórios originais. O lance inicial para o lote é de 800 reais. Na loja, o smartphone chega a custar em torno de 3.000 reais. Já o Xbox One custa em torno de 2.400 reais.

Recentemente, após um decreto do governo federal de redução da carga tributária sobre consoles e videogames, a Microsoft decidiu reduzir o preço do Xbox Series S, que passará a custar 2.800 reais. Seu irmão mais potente, o Xbox Series X, custará 4.600 reais — antes do reajuste, os consoles custavam 3.000 e 5.000 reais, respectivamente.

Já o lote 30 conta com duas unidades de hoverboards, veículo de bateria portátil que virou febre em 2016. O combo com os dois aparelhos, da marca ProMountain, pode ser adquirido a partir de 800 reais. Nas lojas, uma unidade custa em torno de 1.000 reais.

Scooter elétrico da ProMountain

Scooter elétrico da ProMountain (Receita Federal/Reprodução)

O lote 48, com lance mínimo de 9.000 reais, conta com três veículos: duas Santanas (2004/1991), da Volkswagen e um Kadett (1993) da GM. É importante lembrar que os lances são dados por lote e não é possível comprar separadamente os produtos.

O leilão, que é destinado tanto a pessoas físicas quanto jurídicas, está aberto para lances até às 21h desta quinta-feira, 19, conforme informações divulgadas no site da Receita.

 

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WhatsApp entra com ação contra empresas por envio de mensagens em massa

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O WhatsApp anunciou nesta sexta-feira (13) que entrou com ações contra as empresas VB Marketing e Autland por envio de mensagens em massa, o que, segundo a plataforma, não é permito pelos termos de serviço do aplicativo.

Na última quarta-feira, o Tribunal de Justiça de São Paulo deu parecer favorável ao pedido do WhatsApp em duas ações. Uma delas é contra a VB Marketing.

A outra tem como rés as empresas Tersi & Cia Ltda., Eliandro Tersi – EPP e Eliandro Tersi. A Autland não é citada nesse processo.

Nas decisões, a Justiça proíbe as citadas de “desenvolver, distribuir, promover, operar, vender e ofertar serviços de envio de mensagens em massa pelo WhatsApp” em um prazo de 24 horas.

Os juízes Paula da Rocha e Silva Formoso e Eduardo Palma Pellegrinelli afirmam que há “indícios de que todas as rés estariam violando limitação técnica do software da autora, utilizando-se da plataforma desenvolvida para encaminhar mensagens em massa de seus clientes a terceiros e deixando, assim, de se utilizar das modalidades de serviços da autora especificamente voltados ao uso comercial plataforma, violando ainda seus termos de uso.”

Caso a decisão não seja cumprida, há multa diária de R$ 50 mil.

Outro lado

A VB Marketing disse: “até o momento não fomos formalmente intimados pelo Poder Judiciário a respeito da existência de nenhum processo dessa natureza. Assim que o fato ocorrer, nosso Departamento Jurídico irá analisar o processo e caso necessário elaborar a defesa, para os devidos fins legais”, e que “não tem conhecimento e nem atividades em campanhas políticas”.

Já a Autland afirmou que “não existe ação alguma de qualquer empresa contra a Autland”, e que a Tersi & Cia Ltda. é a “produtora de softwares”, enquanto a Autland é “comercializadora”.

Eleandro Tersi, co-proprietário da Tersi, afirma que irá acatar “a decisão da lei, seja qual for”.

WhatsApp nas eleições

A atuação jurídica do WhatsApp contra empresas de disparo de mensagens em massa faz parte da estratégia da empresa durante o período eleitoral. Veja algumas ações:

  • mensagens frequentemente encaminhadas possuem um ícone de lupa, que leva a uma busca no Google;
  • chatbot (software automatizado de respostas) em parceria com o TSE tira dúvidas sobre a votação. O eleitor deve adicionar o número: +55 61 9637-1078 na lista de contatos ou acessar o serviço pelo link: wa.me/556196371078;
  • stickers/figurinhas sobre a temática eleitoral para utilização no aplicativo;
  • mensagens enviadas em massa e utilização de robôs para automatizar disparos são proibidos no aplicativo (há um formulário para realizar denúncias de disparos em massa).

Além disso, o WhatsApp afirma que tem restringido o compartilhamento de conteúdos. Desde abril, quando limitou o encaminhamento de mensagens, a plataforma diz que houve redução de 70% no número de mensagens frequentemente encaminhadas pelo aplicativo.

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Envios de smartphones na China despencam 27% em outubro

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O movimento segue uma queda anual de 36% em setembro, a 22 milhões de smartphones

China: dados de empresas de pesquisa terceirizadas revelaram que a Apple e a Huawei viram uma queda nos envios no terceiro trimestre na comparação ano a ano (Aly Song/Reuters)

Os envios de smartphones na China caíram 27% em outubro em comparação com o mesmo mês do ano anterior, mostraram dados do governo divulgados nesta sexta-feira.

Os números sugerem que a demanda pelos dispositivos está fraca, apesar da recuperação da China da pandemia, e que a Apple e suas rivais locais, como a Huawei Technologies, vão competir em um mercado que está encolhendo.

As fabricantes de smartphone enviaram 25 milhões de aparelhos em outubro, em comparação aos 34,6 milhões do ano anterior, de acordo com a Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), um grupo de estudos apoiado pelo governo.

O movimento segue uma queda anual de 36% em setembro, a 22 milhões de smartphones.

Dados de empresas de pesquisa terceirizadas revelaram que a Apple e a Huawei viram uma queda nos envios no terceiro trimestre na comparação ano a ano.

No entanto, analistas continuam otimistas quanto à recepção dos novos modelos das duas empresas no curto prazo, embora a queda contínua sugira que as tendências gerais do mercado não serão revertidas.

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Inteligência artificial se torna crucial na luta para moderar o Facebook

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Rede social quer ajudar a reorganizar a fila de postagens marcadas como inadequadas utilizando machine learning

Facebook: rede social vai apostar ainda mais em inteligência artificial (Chesnot/Getty Images)

O processo de moderação de conteúdo do Facebook funciona da seguinte forma. Qualquer postagem feita na rede social pode ser sinalizada pelos usuários como inadequada. Ao fazer isso, a companhia recebe um aviso sobre a marcação e coloca aquele conteúdo em uma fila de análise. Mais de 15 mil funcionários do Facebook trabalham nesta função.

Alguns casos específicos já são resolvidos de forma automática, com os avanços da inteligência artificial e de machine learning. Contudo, há reclamações sobre como esta tecnologia funciona, já que algumas postagens aparentemente inofensivas foram marcadas como inadequadas nos últimos anos. Faz parte, já que a tecnologia aprende na base de tentativa e erro.

No passado, a moderação do conteúdo era feita de forma cronológica. Ou seja, as marcações eram revisadas na ordem em que chegavam. Ao longo do tempo, a companhia de Menlo Park passou a introduzir uma nova fila, em que prioriza postagens com maior potencial de engajamento ou que possam ser mais prejudiciais para os usuários caso permaneçam visíveis na plataforma.

O Facebook não revela números nesta questão, mas é possível imaginar que a rede social que tem mais de 2,7 bilhões de usuários lide com uma quantidade enorme de conteúdo mercado como inadequado. É neste ponto que a empresa de Mark Zuckerberg pretende incluir ainda mais inteligência artificial e machine learning.

A ideia é que as duas tecnologias possam ajudar a organizar esta fila de moderação de forma mais ágil e precisa. Serão três fatores analisados: o potencial do conteúdo viralizar, o quão grave é o conteúdo e a probabilidade daquele conteúdo estar infringindo as regras da plataforma. O Facebook não revela qual o peso de cada um destes fatores na reorganização.

A rede social deve mirar em postagens com maior potencial destrutivo primeiro. Neste ponto, publicações mais compartilhadas serão moderadas mais rapidamente do que outras ainda “ocultas” do grande público. O conteúdo também é importante. Postagens sobre terrorismo, tráfico infantil, pedofilia, entre outros assuntos mais graves serão priorizadas.

“Todas as violações de conteúdo ainda receberão uma revisão humana substancial, mas usaremos este sistema para priorizar melhor (este processo)”, disse Ryan Barnes, gerente de produto da equipe de integridade da comunidade do Facebook durante uma coletiva de imprensa, conforme relatado pelo The Verge.

A companhia não revelou exatamente como o novo algoritmo vai funcionar, mas deu alguns detalhes sobre o que estava fazendo até então. A empresa implementou uma tecnologia que analisava todo o conteúdo de uma postagem para entender se havia algo de errado com a postagem. Seja em um texto, em uma imagem ou na legenda postada.

Mas há alguns problemas. Por exemplo, uma legenda com a inscrição “venda de doces especiais” pode significar que o conteúdo é sobre drogas ou sobre guloseimas. Neste caso, o algoritmo precisa analisar o restante da publicação. Palavras como “potente”, “forte”, “crocante”, “chocolate” podem ajudar a indicar se o conteúdo é ou não inadequado. Mas é impossível ter certeza.

 

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Empresas de tecnologia brasileiras se saem bem no terceiro trimestre

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Locaweb e Positivo Tecnologia crescem mesmo em ano de pandemia; Sinqia tem queda no lucro

Locaweb: companhia fez IPO no começo de 2020 (Locaweb/Divulgação)

As empresas de tecnologia são em pequeno número na B3, especialmente se compararmos com a quantidade e o valor de mercado das companhias listadas na bolsa americana. Mas mesmo diante de um cenário de crise global, as brasileiras Locaweb e Positivo Tecnologia apresentaram resultados de crescimento sólido e com lucro.

O destaque vai para a Positivo Tecnologia, que reportou lucro líquido 552% maior no terceiro trimestre de 2020, ante o mesmo período de 2019. O lucro é atribuível aos acionistas da empresa. O salto foi de R$ 7,54 milhões para R$ 49,2 milhões. A receita líquida também cresceu 13,1% entre os meses de julho a setembro e chegou a R$ 521,7 milhões. A empresa é avaliada em 663,6 milhões de reais e tem patrimônio líquido de 940 milhões de reais. A Positivo é conhecida pelos seus computadores e notebooks de marca própria, bem como pelos modelos das linhas Vaio e 2am. A empresa também vende dispositivos para casas conectadas, celulares e acessórios.

A Locaweb, que fez IPO neste ano e tem ido ás compras desde então, também teve crescimento de 30,6% no lucro líquido, segundo o relatório de resultados do terceiro trimestre deste ano, ante o mesmo período no ano passado. O valor foi de R$ 6 milhões para R$ 7,8 milhões. Com receita de R$ 126,7 milhões, a empresa cresceu 23,8% no período. A Locaweb é avaliada em 8,59 bilhões de reais e tem patrimônio líquido de 657 milhões de reais. Sua dívida líquida é negativa de 375 milhões, ou seja, ela possui mais em caixa do que dívidas.

Já a Sinqia, que atua no segmento de software, teve resultados menos animadores no terceiro trimestre deste ano. A companhia teve lucro 25,8% menor do que no mesmo período em 2019, registrando R$ 851 mil. Já o lucro bruto ficou em R$ 17,5 milhões. A companhia também tem dívida líquida negativa, de 259 milhões de reais. Seu valor de mercado é de 1,5 bilhão de reais.

Fernando Cirne, presidente da Locaweb, que contou o que a empresa tem feito depois do IPO. Recentemente, a companhia anunciou a intenção de compra da Vindi, uma startup de pagamentos recorrentes, por R$ 180 milhões. Com isso, a empresa que nasceu como um serviço de hospedagem de sites no século passado, almeja se tornar a brasileira com mais serviços para transformação digital de negócios de diferentes portes. Ouça a seguir.

 

 

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YouTube cancela retrospectiva porque 2020 não dá mais

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É a primeira vez desde 2010 que empresa terminará o ano sem uma retrospectiva dos principais conteúdos.

YouTube: retrospectiva foi cancelada porque 2020 foi um ano atípico e “diferente” (Florian Gaertner/Getty Images)

“O Rewind sempre foi planejado para ser uma celebração para vocês”, disse a empresa em comunicado publicado em sua página no Twitter. “Mas 2020 tem sido diferente. E não parece certo continuar com isso como se não fosse. Então estamos dando uma pausa no Rewind este ano”.

Apesar disso, a plataforma agradeceu aos usuários e criadores de conteúdo, por terem feito muitas coisas boas neste ano. “Vocês encontraram maneiras de levantar as pessoas, ajudá-las a lidar, e fazê-las rir. Vocês fizeram um ano difícil genuinamente melhor”.

O Rewind tem sido alvo de polêmica nos últimos anos. Em 2018, a retrospectiva foi o vídeo que mais recebeu marcações de “não gostei” na história da plataforma, após ter sido acusada por usuários de ser seletiva ao escolher quais criadores e qual conteúdo apareceram no vídeo. Naquele ano, a retrospectiva foi uma espécie de esquete, que contou com convidados e roteiro.

Até aquele Rewind, o YouTube vinha mudando o formato do vídeo para ser menos uma ode à comunidade e mais um aglomerado de criadores de conteúdo que podem ser apresentados para eventuais anunciantes na plataforma. Vários criadores de conteúdo chamaram atenção para isso, inclusive os que estão no vídeo.

Em 2019, a retrospectiva da plataforma foi bastante objetiva. Listou um “top 5” de vídeos mais curtidos e vistos, dentro de várias categorias. Rolou até um mea culpa sobre o desastre que havia sido a experiência de 2018.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

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