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Apple cutuca privacidade do Google, mas mantém parceria intocável

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Enquanto critica as práticas do Google, empresa da maçã recebe bilhões de dólares anualmente do buscador

No início do ano, durante a CES 2019, em Las Vegas, a Apple exibiu um banner com a mensagem: “O que acontece no seu iPhone, fica no seu iPhone”. A companhia tentava promover uma imagem de que está preocupada com a privacidade dos usuários, diferente de outras empresas como o Google. Agora, a Apple voltou a atacar com outro outdoor, que diz: “We’re in the business of staying out of yours”, ou, traduzindo, “Nosso negócio é ficar de fora dos seus [negócios]”.

Desta vez, o outdoor está sendo exposto na orla leste de Toronto, no Canadá. A Apple escolheu o local devido à presença da Sidewalk Labs, uma empresa do conglomerado Alphabet – assim como o Google. A Sidewalk Labs publicou uma proposta de três volumes do Plano Diretor de Inovação e Desenvolvimento (MIDP) para a orla oriental de Toronto. Em vez de criticá-lo, a Apple está tentando melhorar sua imagem criticando o Google, o irmão da Sidewalk Labs.

A Sidewalk Labs já deixou claro que não compartilha dados urbanos, dados do usuário ou dados pessoais com o Google e tem seu próprio modelo de negócios separado. Segundo um artigo publicado no MS Poweruser, é lamentável que a Apple esteja tentando atingir a Sidewalk. O autor do texto sugere que, se a Apple realmente se preocupa com a proteção do usuário e não está feliz com a política de privacidade do Google, a empresa deve cancelar o acordo de pesquisa com o Google.

A Apple recebe quase 12 bilhões de dólares todos os anos do Google para torná-lo o buscador padrão nos dispositivos da Apple. Na verdade, uma parte significativa do crescimento da receita de serviços da Apple se deve ao acordo. A companhia da maçã basicamente permite que o Google seja o padrão em seus aparelhos por toneladas de dólares, mas critica publicamente a empresa para promover sua imagem de “amiga do consumidor”. Não parece um pouco hipócrita?

 

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Empresas apostam em inovação para não perder espaço no mercado de delivery

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De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes o setor de delivery de alimentos movimenta cerca de R$ 10 bilhões por ano. Pratico e ágil, os aplicativos contam com aquilo que o público paulista adora: não precisar sair de casa pra comer depois de um dia de trabalho.

Um case de sucesso nesse mercado é o Sushi1, criado em 2017. Um dos fundadores da marca, Marco Misasi, aproveitou essa nova fase de consumo das pessoas e montou com seus sócios, uma operação todinha voltada para o delivery.

“O Sushi1 nasceu da ideia de democratizar a comida japonesa dentro do delivery. As pessoas não conseguiam pedir todos os dias porque custava muito caro. Hoje conseguimos vender nosso sushi a R$ 1 a unidade com uma qualidade excelente, nosso salmão vem do Chile e é reposto todos os dias.”

Outro exemplo que segue os passos do Sushi1 é o Dogten, que vende cachorro quente a R$ 10.

Os sócios Lucas Antunes e Carlos Piovezzani já tem uma hamburgueria em Moema e, há dois meses, decidiram criar uma operação só de delivery, sem loja física.

Aos 29 anos Carlos explica que para buscar o sucesso no ramo alimentício é preciso se reinventar todos os dias.

“A concorrência no delivery está muito forte no último ano, não para de abrir operação. Então temos que brigar com custo muito baixo. Somos o primeiro lugar a vender hot dog por R$ 10 e de qualidade.”

Tanto o Dogten como o Sush1 fizeram uma parceria com a Rappi para entregar os pedidos. Há dois anos no Brasil, a Rappi já tem valor de mercado de US$ 1 bilhão.

O aplicativo permite, além do serviço de delivery de alimentos, contratar profissionais para ir ao mercado, farmácia e realizar entrega de qualquer tipo de objeto.

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Microsoft Word para Android foi instalado mais de 1 bilhão de vezes

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Número não reflete necessariamente quantidade de downloads da Play Store; Microsoft tem acordo com diversas fabricantes para deixarem o app pré-instalado em alguns dispositivos

A versão para Android do Microsoft Word atingiu o marco de 1 bilhão de downloads, de acordo com a Google Play Store. Os outros aplicativos do Office da empresa também estão indo muito bem. O aplicativo de planilha Excel, PowerPoint, OneNote e OneDrive tem, cada um, mais de 500 milhões de instalações, enquanto o email Outlook para Android tem mais de 100 milhões de instalações.

Isso não significa necessariamente que o número reflete a quantidade de instalações da Play Store, já que a Microsoft tem acordos com alguns fabricantes para deixarem o app pré-instalado em vários dispositivos.

O marco é um pouco irônico, considerando que, no mês passado, Bill Gates afirmou que o maior erro de todos durante sua gestão na Microsoft foi ter perdido a chance de criar um sistema operacional próprio alternativo para o Android. Porém, embora os esforços móveis não tenham sido suficiente para desenvolver um sistema operacional relevante, as versões do Office para celulares parecem estar tendo grande sucesso em sua penetração nesse mercado.

Via: Android Police

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Rede Européia de navegação por satélite está fora do ar há três dias

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A Galileo sofreu um “incidente técnico” em sua infraestrutura em solo. Serviços de navegação foram interrompidos.

A rede de satélites Galileo da Europa, recentemente aprovada pela Comissão Federal de Comunicação dos EUA (FCC) para uso em smartphones norte-americanos, está fora do ar desde sexta-feira (12/07) devido ao que os funcionários da Agência Europeia de Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GSA) descreveram como um “incidente técnico relacionado à sua infraestrutura terrestre”. Isso significa que os usuários com smartphones mais novos que suportam o Galileo dependerão do GPS, do Glonass (sistema de navegação por satélite russo) ou do sistema chinês Beidou para navegação.

O GSA disse que “especialistas estão trabalhando para resolver a situação o mais rápido possível. Um Conselho de Revisão de Anomalias foi imediatamente criado para analisar a causa exata e implementar ações de recuperação”. Os recursos de navegação por satélite estarão indisponíveis até novo aviso, acrescentou. No entanto, a capacidade do Galileo de captar mensagens de socorro para busca e resgate aparentemente ainda está funcionando.

A interrupção é preocupante, principalmente por se tratar de um sistema relativamente novo e tecnicamente sofisticado. De acordo com o site Inside GNSS, especializado em navegação por satélite, a falha aconteceu na Instalação Precisa de Tempo (PTF) na Itália, instituição onde todos os relógios do sistema Galileo são calibrados e verificados.

A União Europeia construiu o Galileo para lhe dar alternativas civis e militares ao GPS americano e ao Glonass russo. A GSA lançou o primeiro satélite em 2005 e agora possui 26 em operações, de um total de 30 previstos. O serviço entrou em operação em 2016, mas no entanto ainda está em fase piloto e não deve ser usado em situações de missão crítica.

Via: Engadget

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