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Economia

África do Sul e Cingapura voltam a comprar frango do Brasil

HuyNgan/Pixabay

África do Sul e Cingapura retomarama compra de frango brasileiro, conforme informado pelo Ministério da Agricultura. Esses países notificaram o governo brasileiro sobre o fim das restrições à importação do frango nacional. Essa medida ocorre após a Organização Mundial de Saúde Animal reconhecer o encerramento do caso de gripe aviária (H5N1) registrado em uma granja em Montenegro, no Rio Grande do Sul. No total, 25 países já liberaram a compra de frango do Brasil.

As exportações foram retomadas para países como África do Sul, Argélia, Argentina, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Cingapura, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Iraque, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Montenegro, Paraguai, República Dominicana, Sri Lanka, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.

Contudo, a exportação de carne de frango do Brasil segue suspensa para 10 países: Albânia, Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Peru, Timor-Leste e União Europeia.

A interrupção nas exportações ocorre tanto pelo bloqueio imposto pelos países importadores quanto pela suspensão da certificação brasileira, conforme acordos sanitários estabelecidos. Essas suspensões incluem o frango de todo o Brasil, do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro e da área de 10 km ao redor do foco da doença, conforme previsto no protocolo sanitário internacional.

Além disso, 17 mercados não aceitam frango proveniente do Rio Grande do Sul, entre eles: Angola, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Belarus, Casaquistão, Coreia do Sul, Kuwait, México, Namíbia, Omã, Quirguistão, Reino Unido, Rússia, Tajiquistão, Turquia e Ucrânia.

Catar e Jordânia suspenderam a compra apenas do frango e derivados do município de Montenegro, onde a doença foi detectada. Por sua vez, o Japão paralisou as importações dos municípios de Montenegro (RS), Campinápolis (MT) e Santo Antônio da Barra (GO), onde surgiram casos em produções pequenas. Outros seis países limitaram a suspensão às áreas de 10 km do foco da gripe aviária: Hong Kong, Maurício, Nova Caledônia, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão.

O governo brasileiro espera que, com o fim do foco da doença e o reconhecimento internacional do Brasil como livre da gripe aviária no setor comercial, outros países possam reduzir as restrições à importação do frango nacional.

Estadão Conteúdo

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